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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 259

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  3. Capítulo 259 - 259 As dívidas 259 As dívidas Ava estava paralisada sua mente
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259: As dívidas 259: As dívidas Ava estava paralisada, sua mente um turbilhão de memórias agridoces e feridas não curadas. Sua mão instintivamente se moveu para seu abdômen, a dor fantasma da perda a inundando enquanto ela se lembrava da criança que nunca conheceu. O peso daquela tristeza se misturava com o medo de reabrir seu coração, um medo que a manteve resguardada todo esse tempo.

Ela não estava pronta para aceitar a proposta dele, ainda não.

O coração de Dylan tremia à medida que o silêncio se prolongava. “Ava, eu sei que já falhei com você antes. Mas eu juro para você, eu mudei. Eu aprendi com meus erros.”

O desespero dele era evidente agora. “Eu prometo, cuidarei de você pelo resto da minha vida. Serei o homem que você merece, o parceiro que você sempre precisou. Você – você vai confiar em mim novamente? Eu realmente amo você.”

Ava piscou através das lágrimas. “Eu não estou pronta para um casamento,” ela conseguiu dizer, sua garganta apertada. “Eu preciso de tempo.”

Dylan ficou petrificado, as palavras o atingindo como um vento frio. Ele não encontrava sua voz por um momento, a decepção enrolando-se fortemente em torno de seu coração. Mas então ele se forçou a respirar, lembrando-se de que Ava lhe deu uma chance para conquistá-la. Ela não estava fechando a porta completamente, e essa réstia de esperança era suficiente para ele se agarrar.

‘Um passo de cada vez,’ ele pensou. Engolindo o nó em sua garganta, ele fechou a caixa do anel e a deslizou de volta para o bolso. Ele ostentava um sorriso apesar da dor em seu coração.

“Tudo bem,” ele disse suavemente. “Não há pressa. Tome todo o tempo que precisar.”

Ava se virou, enxugando as lágrimas de suas bochechas enquanto tentava se recompor. Dylan olhou em volta com inquietação, suas próprias emoções comprimindo seu peito.

Limpando a garganta, ele quebrou o silêncio. “Você deve estar cansada. Vá para o quarto descansar. Eu pego as malas.” Suas palavras eram apressadas, como se ele não suportasse ficar mais tempo. Antes que ela pudesse responder, ele saiu de casa.

Junto ao carro, Dylan se inclinou para frente, se apoiando no teto. Sua respiração era superficial e ofegante, o peso de seus sentimentos desabando sobre ele. Ele clenched his hand over his chest.

“Dói. Dói tanto.” Sua voz era pesada, sua angústia transbordando em ondas. Ele tinha prometido dar tempo a ela, e ele daria—não importa o quanto doesse.

~~~~~~~~
Quando Erica finalmente chegou em casa, seu rosto estava marcado pelo desespero. Seu vestido estava manchado, e seus olhos estavam vermelhos pelo torrencial de lágrimas que derramou.

Ela estava humilhada, e seu orgulho estava pisoteado. Naquele momento, ela queria nada além de vingança. Ela faria todos pagarem.

Ao se mover pelo corredor, ela parou quando ouviu a risada de sua mãe saindo do quarto fechado. Uma nova onda de raiva a invadiu. Como sua mãe podia rir tão alegremente quando ela estava num estado desamparado? Era como se o som da risada estivesse zombando de sua dor, ampliando sua desamparo.

As mãos de Erica se cerraram em punhos trêmulos ao lado. Com a tempestade em seus olhos, ela avançou e bateu na porta.

Lydia parou de falar, afastando o telefone um pouco do ouvido e olhando para a porta. Ela colocou o telefone de volta no ouvido e disse, “Eu te ligo mais tarde.”

Encerrando a chamada, ela foi atender a porta, e a visão do estado desgrenhado de Erica entrou em sua visão. O vestido de Erica estava amarrotado e manchado, sua maquiagem borrada, e sua expressão uma mistura de desespero e frustração.

Lydia fez uma careta, seus lábios se curvando em desgosto. “O que diabos aconteceu com você?”

“Oh, você finalmente me notou,” Erica retrucou. “Eu pensei que eu não existia mais. Você esteve tão absorvida pelo seu novo namorado, você esqueceu que até tem uma filha.”

Os olhos de Lydia brilharam com irritação. “Que absurdo você está falando agora? Você está nesse estado por causa da sua própria burrice. Eu já limpei suas bagunças mais vezes do que posso contar, e você nunca aprende. Em que confusão você se meteu desta vez?”

O bravado de Erica desmoronou instantaneamente, substituído por uma máscara de desespero. Seus lábios tremiam, e as lágrimas se acumulavam em seus olhos enquanto ela avançava e rodeava Lydia com um abraço repentino. Seus soluços vinham rápidos e pesados.

Lydia ficou rígida inicialmente, pega de surpresa, mas então amoleceu. Ela colocou uma mão nas costas de Erica e gentilmente a acariciou. “Por que você está chorando? Alguém te machucou?”

Erica hesitou, enterrando seu rosto no ombro de Lydia enquanto sua mente corria. Ela precisava desesperadamente de dinheiro, e esta era sua chance de conseguir. Ou então ela estaria condenada. Mas ela também sabia que conseguir dinheiro de Lydia seria difícil desta vez.

“Sim,” ela respondeu. “Eles me intimidaram.”

Lydia recuou o suficiente para buscar o rosto marcado pelas lágrimas de Erica, suas mãos firmemente segurando os ombros de sua filha. “Quem te intimidou? E o que eles querem?”

Erica enxugou suas lágrimas, adotando um olhar piedoso enquanto escolhia cuidadosamente suas palavras. “Eu ainda tenho algumas dívidas para acertar. Eu implorei por mais tempo, mas eles recusaram. Eles querem o dinheiro em dois dias.”

A testa de Lydia se aprofundou, suspeita brilhando em seus olhos. “Dívidas? De novo? Eu já te dei dinheiro para acertar suas dívidas. Não me diga que você não usou para isso.”

Erica balançou rapidamente a cabeça, tentando mascarar seu nervosismo. “Não, não, não são as mesmas. Aquelas estão pagas. Estas… estas são dívidas diferentes.”

“Erica,” Lydia murmurou, cerrando os dentes. “Dívidas diferentes, ou apenas mais uma das suas mentiras? Quantas dívidas você tem? Quanto você deve desta vez?”

Erica franziu os lábios, hesitando por um momento. “Cinquenta milhões.”

“O quê? Cinquenta milhões?” Lydia exclamou em choque. “Você está falando sério?”

“Mãe, por favor,” Erica implorou, agarrando firmemente as mãos de Lydia. Sua desesperança se infiltrava em cada palavra. “Eu realmente preciso da sua ajuda. Não tenho mais ninguém a quem recorrer.”

Lydia arrancou suas mãos, sua expressão se endurecendo ainda mais. “Eu não tenho esse tipo de dinheiro. E mesmo que tivesse, por que eu te daria? Encontre outra maneira de pagar suas dívidas.”

Lydia virou as costas para Erica, ignorando seus apelos.

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