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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 258

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  3. Capítulo 258 - 258 Você quer casar comigo de novo 258 Você quer casar comigo
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258: Você quer casar comigo de novo? 258: Você quer casar comigo de novo? “Dá isso aqui pra mim!” Erica disparou, lançando-se para o telefone em desespero. Mas ele era mais rápido. Ele a empurrou com força calculada, fazendo-a girar para trás. A cabeça dela bateu na janela com um baque surdo.

“Ah,” ela gritou de dor, segurando a cabeça enquanto as lágrimas começavam a encher seus olhos.

“Pare o carro!” ele latiu com um comando cortante ao motorista.

O carro deu uma guinada para parar, e a porta deslizou aberta com um estrondo. Antes que Erica pudesse reagir, ele a empurrou para fora do carro com um empurrão impiedoso. Ela caiu duro no asfalto áspero, o impacto sacudindo seu corpo. A dor disparou por seus braços enquanto as palmas raspavam contra a superfície áspera, deixando marcas vermelhas raivosas.

O corpo de Erica tremia com uma mistura de fúria e humilhação. Ela virou a cabeça rapidamente e cravou um olhar furioso nele, as palavras de desafio borbulhando em seus lábios. Mas antes que ela pudesse soltá-las, a voz fria dele cortou o ar.

“Devolva o dinheiro, ou este vídeo se tornará viral.” Ele ergueu seu telefone, a ameaça tão clara quanto o sorriso em seu rosto. “Vamos ver como Dylan lida com você depois.”

A porta fechou, e a van rugiu para a vida, acelerando para longe.

Deixada no meio da rua deserta, a raiva de Erica transbordava. Ela apertou os punhos e soltou um grito primitivo. Lágrimas de frustração picavam seus olhos, a humilhação queimando fundo em seu peito.

~~~~~~~~~~~
Dylan e Ava chegaram à fazenda. O carro parou com um rangido no caminho de cascalho. Ava desceu e observou a casa à sua frente, sua grandeza simultaneamente familiar e estranha sob os tons dourados do sol da tarde.

As vigas de madeira da varanda circundante se erguiam altas e firmes. A hera se agarrava às paredes de pedra, dando à casa uma aura quase mítica, como se tivesse sido arrancada das páginas de um velho livro de histórias. As amplas janelas cintilavam com a luz.

Era exatamente como ela lembrava. Ela ficou parada, sobrecarregada, sua mente inundada de lembranças do dia do casamento deles – uma cerimônia silenciosa com apenas alguns familiares e amigos.

Este era o lugar – o lugar onde ela dissera seus votos. Mas desde então, eles não tinham vindo para lá. Dylan não teve tempo para ela, muito menos para levá-la à fazenda.

Ela havia esperado que esta viagem fosse sobre negócios – confrontar o traidor e extrair respostas. Mas ela não fazia ideia de que ele a traria aqui. O que ele estava planejando?

Ela se virou para ele, suas sobrancelhas se juntando em confusão.

Dylan veio ao lado dela, seus dedos roçando levemente os de Ava. “Não mudou muito, mudou?” ele disse suavemente, seu tom tingido com algo que ela não conseguia identificar — arrependimento, talvez, ou nostalgia.

Ela desviou o olhar de volta para a casa. “Não, não mudou,” ela respondeu firme apesar das emoções que giravam dentro dela. “Ainda é tão bela quanto lembrava, atemporal e elegante. Mas…” Ela hesitou, o peito se apertando. “Nunca encontramos tempo para voltar.”

Dylan permaneceu calado. A distância daquele lugar espelhava a distância que havia crescido entre eles. Ele a trouxera lá para reviver as memórias, para criar uma nova conexão entre eles.

Ava respirou fundo, se estabilizando conforme caminhava em direção à varanda. As pranchas de madeira rangiam sob seus pés. Dylan a seguiu em silêncio.

Por um breve momento, Ava parou na porta, seus dedos roçando a antiga maçaneta de latão. Ela empurrou a porta e entrou no interior aconchegante.

Tudo estava impecável, como se o tempo tivesse pausado dentro daquelas paredes. Os móveis de madeira rica brilhavam sob o brilho suave do lustre, enquanto feixes de luz solar entravam pelas altas janelas enquanto as cortinas brancas balançavam suavemente ao vento.

Os olhos de Ava foram imediatamente atraídos para a fotografia acima da lareira de pedra.

A foto do casamento deles.

Ela se moveu em direção à foto, as memórias a invadindo.

Na imagem, o sorriso dela era radiante, cheio de esperança e alegria. Mas a expressão de Dylan era marcadamente diferente — estoica, distante como se estivesse cumprindo uma obrigação em vez de celebrar uma união. Ela não havia percebido na época, cegada pelo amor por ele.

“Ava…” Sua voz suave a trouxe de volta ao presente.

Ela se virou para ele, o peito apertado. “Por quê, Dylan? Por que me trazer de volta aqui?” Sua voz tremia levemente, traindo a tempestade de emoções dentro dela.

Ele se aproximou, seus olhos vasculhando os dela. “Porque eu percebi que não é a fazenda que eu vinha evitando, Ava. São as memórias de nós…” Ele parou. “Eu rejeitei tudo que me conectava a você. Eu tinha medo… medo do que estava sentindo, medo de me apaixonar por você.”

Ava sentiu a pressão nos olhos enquanto as lágrimas se acumulavam. Ela rapidamente se virou, sem querer deixar ele ver suas lágrimas, sem querer revelar o quanto as palavras dele a afetavam.

Mas Dylan não estava deixando que ela se afastasse. Ele puxou seu braço, virando-a de volta para enfrentá-lo. “Não me evite, Ava. Eu fui um tolo, cego e teimoso demais para ver o que estava bem na minha frente. O seu cuidado, a sua bondade — isso rompeu as minhas barreiras. E em vez de acolher isso, eu te empurrei para longe. Eu te machuquei, repetidas vezes.”

Sua voz rachou levemente, uma honestidade crua saindo dele. “Mas eu vejo agora. E eu vejo o que perdi no processo de tentar negar o que já estava no meu coração.”

Em sua vida passada, ele se recusou a aceitar o fato de que tinha sentimentos por ela. Ele não percebera que estava apaixonado por ela até que a perdeu. Ele não a perderia desta vez e não viveria uma vida de arrependimento.

“Aqui é onde nós fizemos nossos votos,” ele disse tranquilamente, sua mão limpando uma lágrima dela. “E é aqui que eu quero que a gente recomece. Construir algo real, algo que ambos merecemos. Sem mais fugas. Sem mais barreiras.”

As emoções de Ava ameaçavam transbordar. Cada instinto gritava para que ela fugisse dele, de lá, de tudo. Mas ele a manteve no lugar, segurando seus ombros.

“Eu percebi o quanto você significa para mim,” ele continuou. “Por tanto tempo, eu lutei contra isso. Eu dizia a mim mesmo que não podia me permitir me importar, não podia me permitir cair. Mas eu cai, Ava. Eu me apaixonei por você há muito tempo. Eu te amo, Ava.”

Os lábios dela tremeram, o coração doendo com o peso de sua confissão. As lágrimas transbordaram antes que ela pudesse contê-las. Quantas noites ela sonhara em ouvir aquelas palavras? E agora, aqui estava ele, desnudando sua alma, seu amor por ela exposto sem fingimento.

Ela deveria estar eufórica, exultante. Por que essa hesitação? Uma sombra de toda a dor e negligência que ela havia suportado pairava em sua mente.

Dylan pegou no bolso e retirou uma pequena caixa vermelha. O tempo parecia desacelerar enquanto ele a abria, revelando um anel de diamante cintilante que captava a luz como mil estrelas pequeninas. Ele olhou em seus olhos com esperança e nervosismo.

“Você quer se casar comigo de novo?”

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