Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 257
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257: A demanda de dinheiro 257: A demanda de dinheiro Erica se sentiu humilhada. Seus dedos se enrolavam em punhos apertados, a raiva se desdobrando dentro dela. Ela lançou um olhar venenoso para ele. “Sou apenas um brinquedo para você?”
Luke fez uma pausa no meio de abotoar a camisa. “Não finja ser tão pura. Você veio a esta festa por vontade própria. Achou mesmo que era um chá da tarde? Olhe em volta — não vê que tipo de lugar é este?”
Erica desviou o olhar. Ela tinha visto pessoas bebendo, usando drogas e fazendo sexo ao redor. Lamentou ter ido lá em primeiro lugar. Ela não teria ido ao encontro dele se não precisasse de dinheiro.
“Não vim aqui para isso”, ela cuspiu.
Luke deu de ombros, sua expressão exalando condescendência. “Você não teria aparecido se fosse tão inocente. Você realmente quer que eu brinque com você. É por isso que você mexeu comigo. Agora pare com essa maldita encenação.”
Erica puxou suas calcinhas e se levantou. O tom cortante dele doeu profundamente, mas ela se recusou a deixar que ele visse o quanto isso a afetou. Seus olhos ardiam com uma mistura de vergonha e fúria. ”
Eu fiz o que você pediu. Eu entreguei o que você queria”, ela cuspiu. “Você me deve o resto do pagamento, e não vou embora até receber.”
Ele riu amargamente. “Você está tão desesperada por dinheiro. É absurdo. Por que veio até mim? Vá pedir a Dylan. Ele é seu primo.”
“Não estou aqui para brincar.” A voz de Erica baixou para um sibilo venenoso enquanto ela se aproximava. “Eu arrisquei tudo para conseguir aquela informação confidencial da empresa. Agora é sua vez de cumprir sua promessa.”
“E que garantia você tem de que esses relatórios são legítimos?” ele rebateu, com um sorriso debochado nos lábios. “Pode provar que o relatório de licitação que me enviou é a versão final? E se for uma farsa?”
A frustração dela transbordou, seu tom aumentando. “Eu sei que é. Não é o suficiente? Eu peguei direto do escritório da Ava. Você tem ideia de como isso foi arriscado?”
Luke já havia decidido não pagar nenhum dinheiro a ela até que sua empresa ganhasse a licitação. Seu sorriso se transformou em um sorriso frio enquanto ele a avaliava. “Eu já te dei metade do dinheiro”, ele a relembrou. “E tudo o que você forneceu até agora é uma cópia digital. Onde está a cópia física?”
A determinação de Erica era inabalável. “Você receberá a cópia física quando transferir o resto do dinheiro.”
Luke a dispensou com um gesto. “Então esqueça. Podemos nos virar com a cópia digital.” Ele se virou para sair.
“Luke!” A voz impaciente de Erica soou. “Não pense que pode me enganar. Posso ir direto a Dylan e contar que os documentos confidenciais da empresa foram vazados. Ainda há tempo para ele elaborar uma nova proposta de licitação. Se ele fizer isso, suas chances de ganhar o projeto vão despencar. Você pode até perder por completo.”
As palavras dela pararam Luke em seu caminho. Ele virou a cabeça levemente, suas feições se contorcendo em raiva. “Vá em frente, conte tudo. Mas lembre-se, eu também vou expor você.”
Ele a encarou totalmente, prendendo-a com um olhar feroz. “Pense no que seu querido primo fará quando descobrir que você o traiu. A prisão pode ser apenas o começo.”
Erica recuou, sua confiança vacilante sob o peso de suas palavras. Ela sentiu uma onda de frio de pavor a cobrir. Sua posição era precária — ela não podia se dar ao luxo de cruzá-lo, ainda não. Sua mente correu em busca de uma saída.
Antes que ela pudesse dizer algo para apaziguá-lo, ele zombou com escárnio, “Ah, está aí. O olhar de alguém que sabe que está preso.”
Ele enfiou a mão no bolso, tirou um maço de dinheiro e jogou-o nela. As notas flutuaram no ar antes de pousar desordenadamente ao seu redor. “Tome isso. Pelo entretenimento que você proporcionou. Se estiver desesperada por mais, volte amanhã.
Com isso, ele girou e saiu andando.
Erica ficou parada, olhando as notas amassadas espalhadas no chão. A raiva ferveu dentro dela, sua humilhação brilhando mais forte a cada segundo. Ela encarou a figura dele se afastando com olhar de facas. “Luke, você vai pagar por essa humilhação. Vou garantir isso.”
Conforme Erica saiu do clube e andou a passos rápidos em direção ao seu carro, uma mão de repente apertou firmemente sua boca. Ela entrou em pânico ao ser puxada para trás, um braço forte envolvendo sua cintura, arrastando-a para longe.
Erica se debatia violentamente, gritos abafados escapando de seus lábios selados, mas o aperto era implacável. Não importa o quão ferozmente ela lutasse, ela estava impotente para impedir o agressor de arrastá-la para a escuridão de uma van à espera.
A porta bateu, e o veículo ganhou vida, acelerando. O peito de Erica arfava enquanto ela ofegava por ar, seu corpo tremendo incontrolavelmente. Mas quando ela virou o rosto para encarar o homem ao seu lado, seu terror foi momentaneamente substituído pelo choque.
“Você!” ela exclamou, choque e incredulidade misturando-se em seu rosto. “Por que você fez isso? Você poderia ter me ligado — eu teria ido até você.”
A expressão do homem era insondável, exceto pelo brilho perigoso em seus olhos e a cicatriz em sua testa, que parecia tremer de forma ameaçadora. “É mesmo?” Sua voz era fria e cortante. “Você me deve milhões, Erica, e ainda assim você tem se aconchegado com outro homem por dinheiro.”
Ele avançou, agarrando seu queixo com força, inclinando seu rosto em sua direção. “Está cansada de viver?”
Erica afastou a mão dele, furiosa e com medo colidindo dentro dela. “Eu não teria ido até Luke se você não tivesse me abandonado! Eu liguei, implorei por ajuda, e você desligou para mim. Você não se importa comigo. Tudo o que você quer é o seu maldito dinheiro!”
As palavras dela só alimentaram sua raiva. Ele a empurrou de volta contra o assento, suas mãos circundando seu pescoço. “Por que você precisa de tanto dinheiro, hein?” ele rosnou. “Eu limpei suas dívidas, Erica! Nunca te obriguei a me pagar. E ainda assim, você correu para aquele bastardo. O que há de errado com você? Eu não sou o suficiente para você?”
Erica ofegava, arranhando suas mãos enquanto dizia engasgada, “Saia de cima de mim! Eu não sou sua namorada! Você não me possui — não pode ditar com quem eu vejo ou onde eu vou.”
O homem soltou um ronco baixo e zombeteiro, seus lábios se curvando em um sorriso malicioso. “Então é assim, hein? Tudo bem. Acabou a gentileza. Você tem dois dias para devolver meu dinheiro. Se não…”
Ele fez uma pausa dramática, tirando seu telefone. Com um movimento do polegar, ele reproduziu um vídeo.
Erica congelou. O coração afundou no estômago quando a tela se iluminou com imagens dela e de Luke no clube, seus momentos mais íntimos capturados em detalhes condenatórios. Seu rosto ficou pálido, e suas mãos voaram para a boca em choque.
“Surpresa, não é?” ele zombou. “Eu também fiquei chocado quando descobri que você estava se aconchegando com o Luke naquele hotel. Desde então, venho monitorando você. E agora…” Ele balançou o telefone, a ameaça em seus olhos inconfundível. “Eu te peguei com ele.”