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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 255

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  3. Capítulo 255 - 255 Você é minha minha mulher. 255 Você é minha minha mulher
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255: Você é minha, minha mulher. 255: Você é minha, minha mulher. Ava permaneceu imóvel em seu abraço, com os dentes cravados em seu lábio inferior. A cada beijo, sua resolução vacilava. Ela queria negá-lo, empurrá-lo para longe, mas a verdade era forte demais para ignorar. Seu corpo a traía, respondendo ao toque, às palavras, à presença dele. Ela sentia uma necessidade profunda e dolorida que não podia negar, não importa o quanto tentasse.

Ele sussurrou em seu ouvido, “Por que você está tremendo, Ava? Meu toque está fazendo algo com você?”

O ritmo cardíaco de Ava aumentou, sua cabeça se movendo para trás enquanto ela se inclinava em direção a ele, seu corpo respondendo ao toque dele apesar de seus protestos.

Dylan moveu os dedos por seu peito, logo acima de seus seios, seu toque leve e provocador. Ele puxou gentilmente a toalha, deixando-a deslizar para o chão. Ava ofegou, suas mãos voando para cobrir seu peito. Mas ele segurou suas mãos.

“Não tente se cobrir.” Ele a virou em sua direção, maravilhado com sua beleza. “Por que você esconderia sua beleza de mim? Você é minha, minha mulher.” Ele segurou seu rosto e a beijou.

Os beijos de Dylan se moviam de seus lábios para o pescoço, suas mãos explorando o corpo dela com uma reverência que a fazia se sentir valorizada e desejada.

“Dylan,” ela sussurrou, tentando detê-lo.

“Apenas se entregue,” ele murmurou. “Deixe-me cuidar de você.”

Trim-Trim-Trim…

O súbito toque do telefone do Dylan despedaçou o momento íntimo, quebrando o encanto que os havia envolvido. Dylan gemeu, sua frustração clara enquanto se afastava e olhava para baixo, em direção ao telefone. A tela mostrava o nome de Justin, e sua boca se contorceu de irritação.

“Justin,” ele resmungou com impaciência. “Tem que ser algo sério, ou juro que te esfolaço vivo por me interromper.”

Agarrando o telefone, ele saiu.

Dylan atendeu a chamada rudemente, “O que foi?”

Desconhecendo seu humor, Justin respondeu ansiosamente, “Eu chequei as gravações de vigilância. Foi a Nina quem entrou no escritório da Senhora quando todos saíram.”

“Nina!” Dylan franziu a testa, lembrando como Nina tinha se levantado contra a Ava. Aquela mulher não hesitou em difamar Ava e espalhar mentiras sobre ela. “Entendi. Então a Nina é a traidora.” Ele agora compreendia o motivo pelo qual Nina de repente se tornara hostil em relação a Ava.

“Devo detê-la?” perguntou Justin.

Dylan pensou por um momento. “Sim, mas garanta que ninguém, especialmente a Erica, fique sabendo disso. Leve-a para minha fazenda. Estarei lá em breve.”

“Entendido.”

A chamada terminou.

“Nina.” Seus lábios se torceram em um escárnio, as bordas de sua raiva visíveis no leve tremor de sua mandíbula. “Você se atreveu a trair a mim. Você tem mordido a mão que te alimenta, conspirando com a Erica todo esse tempo. Você terá que me responder.”

Quando Dylan entrou no quarto, seus passos pararam à vista de Ava. Ela estava ao lado da janela, sua figura banhada pela suave luz da manhã, vestida com uma roupa simples, mas elegante. Sua beleza era sem esforço.

As memórias da paixão da última noite acenderam um fogo dentro dele. Tudo que ele queria agora era puxá-la para seus braços e nunca mais soltar.

Ava olhou para ele, suas bochechas corando sob seu olhar intenso. Ela podia sentir o calor em seus olhos, e seu corpo a traía, formigando com o pensamento de seus lábios percorrendo sua pele. Desconcertada, ela baixou a cabeça, quebrando o intenso contato visual.

“Estou indo para o escritório,” ela disse suavemente. “Você deveria ficar em casa e descansar.”

“Você não vai ao escritório hoje,” ele declarou firmemente. “Você virá comigo.”

“Para onde?” ela perguntou, curiosa sobre para onde ele a estava levando.

Um sorriso brincalhão apareceu em seus lábios enquanto ele diminuía a distância entre eles. Seu dedo traçou uma linha suave por seu braço, deixando um rastro de arrepios. “Você descobrirá em breve.”

Ava afastou a mão dele. “Eu tenho trabalho importante para fazer. Não posso simplesmente largar tudo.” Ela tentou passar por ele, mas ele a capturou sem esforço, envolvendo seus fortes braços ao redor dela por trás.

Ava ficou imóvel em seu abraço, seu coração batendo forte.

“Trabalho, trabalho…” ele murmurou contra sua orelha intimamente. “Eu costumava pensar que o trabalho era tudo. Dediquei cada momento acordado a isso, em busca do sucesso. Eu pensei que isso me daria realização na vida. Mas eu não via o que estava perdendo nesse processo. Não via que estava perdendo você.”

Ele suavemente a virou para encará-lo, seus olhos buscando os dela. “Agora eu sei o que realmente importa.” Ele afastou uma mecha solta de cabelo do seu rosto. Quero viver cada momento em alegria, e isso não é possível sem você. Você é a única coisa que torna a vida vale a pena viver.”

Ava arqueou uma sobrancelha enquanto olhava para Dylan, sua expressão dividida entre diversão e assombro. Ela não esperava que ele dissesse algo tão piegas. Era diferente dele, e, embora parte dela o achasse cativante, recusou-se a deixar isso transparecer.

Mantendo seu rosto composto, ela disse, “Eu preciso ir para o trabalho. Há coisas importantes que eu preciso resolver. Além disso, você deveria estar descansando, não vagando por aí e fazendo sei lá o quê. E não esqueça de tomar seu remédio na hora certa.”

Ela se virou nos calcanhares, pronta para se afastar, mas a voz deliberada de Dylan a congelou.

“Não quer saber quem é o traidor?”

Ava virou-se rapidamente para encará-lo, sua curiosidade traindo sua resolução. Suas sobrancelhas se juntaram enquanto ela procurava seu rosto em busca de respostas. O brilho afiado em seus olhos e o conjunto de sua mandíbula lhe diziam que ele não estava brincando.

“O que você disse?” ela perguntou. “Você descobriu quem era?”

“Justin confirmou há pouco tempo.”

“Quem é? Não me deixe esperando.”

Dylan deu um passo mais perto, estendendo a mão para pegar a dela. Ele se inclinou e sussurrou, “Paciência. Eu lhe direi tudo… mas você terá que vir comigo.”

“Para onde estamos indo?”

Ele riu baixinho. “Para um lugar onde você obterá as respostas que precisa e também escapará do estresse da vida urbana. Sem mais perguntas. Apenas venha comigo.”

Ava respirou fundo. “Está bem,” ela cedeu. “Eu irei com você.”

~~~~~~~~~
Erica entrou no clube, imediatamente sobrecarregada pela batida pulsante da música que vibrava em seu peito. O ar estava denso com uma mistura tóxica de suor, álcool e fumaça de cigarro, e seu nariz se contraiu com desdém. As luzes de neon giravam e piscavam, fazendo-a se sentir ligeiramente desorientada enquanto se ajustava à atmosfera caótica.

Seus olhos agudos disparavam pela sala, vasculhando a multidão. A pista de dança estava lotada de corpos sinuosos, seus movimentos selvagens e desinibidos. Algumas pessoas se acomodavam nos sofás macios que ladeavam as paredes, seus olhos vidrados sugerindo substâncias mais fortes do que álcool correndo em suas veias. Outros se encontravam inertes, ou perdidos em seu barato ou intoxicados demais para se moverem.

Os lábios de Erica se curvaram em desgosto, mas ela avançou em busca da figura familiar. Seu olhar varreu o caos, finalmente pousando em um canto escuro da sala. Uma figura sombria estava lá, parcialmente obscurecida pelas luzes piscantes e uma névoa de fumaça.

Ela prendeu a respiração quando viu Luke com uma mulher prensada contra a parede, suas mãos segurando possessivamente a cintura dela enquanto a beijava com um fervor que fez o estômago de Erica revirar. A mulher se agarrava a ele, sua cabeça inclinada para trás em rendição.

Uma onda de raiva e nojo surgiu em Erica, suas unhas cravando nas palmas das mãos enquanto ela cerrava os punhos. Por um momento, ela imaginou arrancar a mulher e gritar com Luke, mas rapidamente se conteve.

Ela não estava lá por ciúmes mesquinhos. Ela precisava do seu dinheiro, e Luke ainda lhe devia. Respirando fundo, ela avançou em direção a ele.

“Luke,” ela chamou.

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