Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 251
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- Capítulo 251 - 251 A rendição 251 A rendição Quando chegaram ao carro Dylan
251: A rendição 251: A rendição Quando chegaram ao carro, Dylan abriu a porta e a ajudou a entrar, seus movimentos lentos e desorientados. Assim que ela se sentou, ele contornou o veículo até o lado do motorista e entrou. Acionando o motor, olhou para ela e viu que ela estava inclinada no assento com os olhos fechados.
“Cinto.”
Ava agarrou a tira, mas ela se recusou a ceder. Ela puxou novamente. “Ugh”, ela bufou, lutando contra ele.
Dylan se inclinou, seu braço roçando o ombro dela enquanto alcançava o cinto de segurança. A proximidade enviou um choque através dela, seu corpo ficando rígido. O cheiro familiar dele — uma mistura de cedro e algo unicamente dele — envolveu-a, acendendo uma faísca que ela não conseguia ignorar. Seus dedos instintivamente cerraram o tecido da sua saia.
Os movimentos de Dylan tornaram-se mais lentos, seus olhos cintilaram sobre o rosto dela. Ele demorou-se, bebendo cada detalhe — a curva delicada de seu queixo, o rubor sutil em suas bochechas e a maneira como seus lábios se entreabriam tão levemente. A garganta dele se moveu enquanto ele engolia. Finalmente, o suave clique do cinto de segurança quebrando o silêncio.
“Agora está seguro”, ele murmurou com a voz rouca.
Ava rompeu a breve conexão entre eles, virando o olhar para a janela. Dylan, por outro lado, não conseguiu suprimir o sorriso satisfeito que forçava seus lábios. Ele estava feliz aquela noite. Lola havia lhe informado que Ava estava com ciúmes.
Dylan havia desempenhado cuidadosamente seu papel com Lola, sabendo muito bem que isso acenderia algo em Ava — para forçá-la a aceitar que ainda o amava. Ava não dizia em voz alta, mas suas ações falavam mais alto.
“Ela confessará em breve”, disse a si mesmo, confiança brilhando em seus olhos.
A volta para casa seguiu em silêncio. Assim que o carro parou na entrada da garagem, Ava não fez nenhum esforço para esperar por Dylan. Ela saiu do carro por conta própria, seus movimentos um pouco instáveis.
“Espere”, Dylan chamou, preocupado, enquanto a via cambalear. Ele correu atrás dela, temendo que ela caísse.
Ava tropeçou pela porta da frente, mas antes que pudesse recuar mais para dentro da casa, Dylan estava lá, sua mão agarrando o braço dela e puxando-a de volta para seu peito. “Eu estava te chamando.”
“Eu ouvi. Mas não estou interessada em falar com você.” Ava se desvencilhou de seu aperto e virou-se para se afastar.
Dylan reagiu instintivamente. Ele a alcançou mais uma vez. Em um movimento único, ele a prensou contra a parede, aprisionando-a entre seus braços. Seu rosto estava a centímetros do dela, seus olhos escuros com intenção.
“Por que você está chateada? O que está te incomodando?”
O pulso de Ava se acelerou. Ela estava encurralada, tanto fisicamente quanto emocionalmente, e a proximidade entre eles era demais para ignorar. Um fogo ardia em seu peito. Ela queria empurrá-lo, escapar dessa tensão avassaladora. Mas algo a impedia, mantinha-a enraizada no lugar.
“Por que você se importa?” ela desafiou com a voz rouca.
“Por que não deveria? Você é minha mulher.” Sua mão estendeu-se para beliscar seu queixo, levantando seu rosto para encontrar o dele.
Ava recuou, batendo a mão dele. “Sua mulher?” ela zombou sarcasticamente. “Você está confundido? Olhe bem para mim. Eu sou a Ava, não a mulher com quem você estava flertando.” Ela empurrou contra o peito dele, tentando criar espaço entre eles, mas ele não cedeu.
Em vez disso, ele agarrou seus pulsos, prendendo-os acima de sua cabeça com força surpreendente. Seu rosto se aproximou ainda mais do dela. “Eu não estava flertando com ninguém. Lola é sua melhor amiga. Eu estava tratando-a bem para chamar sua atenção.”
A ira de Ava incendiou. “Não minta”, ela sibilou. “Eu vi tudo. Você pediu a mesma comida, você cortou o bife para ela e tratou-a como se ela fosse a única ali. E você me ignorou completamente.”
O riso de Dylan ameaçou explodir. Ele de alguma forma o suprimiu, mas não conseguiu evitar que seus lábios se curvassem levemente.
Ava fervia. “Você me esqueceu no momento em que ela entrou. Tudo o que você podia ver era a Lola. Você sabe o que ela disse? Ela quer te perseguir.”
“É mesmo?” ele sorriu com escárnio.
“Sorrindo?” A frustração de Ava veio à tona. “Você parece realmente gostar dela. Então por que ainda está aqui comigo? Vá para ela.”
Dylan se inclinou mais, seus lábios roçando sua orelha enquanto sussurrava provocante, “Você realmente quer que eu vá até ela?”
Suas palavras alimentaram as chamas de seu ciúme. A ideia de Dylan deixá-la para ir até Lola fez seu coração acelerar com inquietação. Seu peito apertou.
“Ouse fazer isso. Eu te mato.” Ela colou seus lábios nos dele.
Dylan ficou paralisado por um momento, completamente surpreso pela intensidade de seu beijo. A sensação que o percorreu foi como um choque elétrico, acendendo cada nervo em seu corpo. O desejo rugiu dentro dele, incontrolável e feroz, e sem pensar, ele a puxou para mais perto, envolvendo-a com os braços enquanto a beijava de volta com igual intensidade.
O beijo deles ficou mais selvagem a cada segundo que passava. Os dedos de Ava se enredaram em seu cabelo, puxando-o para mais perto. Ela vinha suprimindo seu desejo por tanto tempo, não abaixando sua guarda. Mas naquela noite, as barreiras que ela havia estabelecido ao redor de si desmoronaram. Ela não estava mais se contendo, se entregando ao anseio que havia crescido entre eles.
Quando seus lábios finalmente se separaram, ambos ofegantes por ar, suas respirações se misturando enquanto suas testas repousavam juntas. A proximidade do momento enviou uma onda de calor pelo corpo de Dylan, mas ele hesitou, relutante em pressioná-la mais, inseguro se ela se afastaria novamente.
“Ava”, ele a chamou, sua voz rouca de desejo. “Eu te quero.”
Ava mal conseguia processar as emoções que giravam dentro dela. Poderia ter sido o vinho, ou talvez o ciúme que a havia agitado, mas naquele momento, ela estava destemida. Ela sabia o que queria. Com uma ousadia que não demonstrava há muito tempo, ela sussurrou, “Pegue-me. Ame-me, Dylan.” Seus lábios trilharam seu pescoço, pausando em sua maçã de Adão.
Foi isso.
Dylan gemeu enquanto a erguia em seus braços e a levava para o quarto. Era como se tudo mais desaparecesse. A tensão, a incerteza, todas desapareceram naquele momento de rendição.
Suas roupas foram descartadas num redemoinho. Sua urgência era palpável, ambos movidos pela necessidade de finalmente se deixar levar.
Suas bocas se encontraram novamente, selvagens e frenéticas, como se estivessem se descobrindo pela primeira vez. Suas línguas se entrelaçaram numa feroz batalha pela dominação, cada beijo mais profundo, mais urgente do que o último.
Dylan puxou Ava para seu colo, suas mãos vagueando pela pele dela, saboreando cada centímetro. Ela era o mundo dele agora, e ele não conseguia se saciar. Sua boca tinha gosto de vinho, intoxicante, e ele sentia como se estivesse esperando para sempre por esse momento.
Suas mãos trilharam suas laterais, a sensação de sua pele sob seus dedos fazendo seu pulso acelerar. Ava arqueou contra ele, seu corpo respondendo ao toque dele, seus dedos entrelaçados com seu longo cabelo.
Ele acariciou seus seios, seus lábios pressionando no ombro dela, lentamente indo em direção ao pescoço e ao ponto sensível atrás de sua orelha.
“Você é linda”, sussurrou ele, conquistando um gemido dela.