Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 241
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241: Voltando para a villa 241: Voltando para a villa Quando Ava entrou na vila, Martha a saudou com um sorriso entusiasmado. “Senhora, você finalmente voltou! Sem você, este lugar parecia tão vazio, quase sem vida. Não é apenas uma casa — é um lar quando você está aqui. Agora que você voltou, tudo vai parecer vivo novamente.”
Ava não pôde deixar de sorrir, seu coração se amolecendo com as palavras sinceras de Martha.
“Eu já trouxe suas coisas”, continuou Martha animada, “e coloquei tudo de volta no seu armário. Eu até troquei os lençóis e as cortinas pelos seus favoritos. Também mudei as flores do vaso por tulipas. Espero que tudo esteja do seu agrado.”
Ava piscou surpresa, genuinamente tocada pelo cuidado de Martha. “Obrigada, Martha.”
Mas Martha rapidamente balançou a cabeça, acenando com as mãos como se quisesse dispensar os elogios. “Oh, não, não agradeça a mim! Foram todas instruções do Senhor. Ele até escolheu as flores pessoalmente. Se alguém merece agradecimentos, é ele.”
O olhar de Ava se desviou instintivamente para Dylan, que estava quieto ao seu lado, com os olhos verde-escuros fixados nela. Seu coração saltou uma batida enquanto um calor inexplicável a envolvia.
“Se tulipas te fazem sorrir, eu encheria todos os cantos desta casa com elas”, murmurou Dylan enquanto se inclinava mais perto.
As bochechas de Ava se ruborizaram num vermelho profundo, e ela sentiu uma onda de calor inundar seu corpo inteiro. Ela lançou um olhar rápido em direção a Martha e a pegou encarando-os.
“Comporte-se”, Ava murmurou, colocando uma mão firme no ombro de Dylan e lhe dando um empurrãozinho para criar alguma distância.
“Eu vou começar a preparar o jantar!” Martha gaguejou embaralhada, antes de recuar apressadamente para a cozinha.
As bochechas de Ava queimavam de calor enquanto ela girava nos calcanhares e se apressava em direção ao quarto.
“Ava…”
“Não me siga, Dylan. Apenas me deixe em paz”, ela disparou sem se virar.
“O quê? Você está me expulsando da minha própria casa?” Um toque de incredulidade se infiltrou em sua voz.
Ava parou a meio caminho e se virou. “Esta vila é minha agora, lembra-se? Eu posso expulsar qualquer um que eu não queira aqui. E agora, isso te inclui.”
As sobrancelhas de Dylan se franziram em confusão. “Do que você está falando?”
Vendo a tensão em seu rosto, a desafiadora brincadeira de Ava se aprofundou. “Você sabe exatamente o que eu quero dizer, Sr. Brooks. Pensou que poderia apenas me encantar de volta para sua vida? Me conquistar sem esforço? Continue sonhando. Se quer uma segunda chance, vai ter que merecê-la. Não vai ser fácil.”
“Ei…” Antes que Dylan pudesse responder, Ava entrou no quarto e fechou a porta firmemente atrás de si.
“O quê?” Dylan ficou ali parado, atônito, com as mãos apoiadas na cintura, cotovelos para fora, enquanto olhava para a porta fechada, incrédulo. “Ela não pode estar falando sério.”
Ele caminhou até o quarto e bateu insistentemente. “Ava, abra a porta. Precisamos conversar.”
“Eu já estou cansada.” Do outro lado, veio sua voz. “Você pode não me incomodar agora?”
“Isso não é justo”, protestou Dylan. “Seu pai quer que fiquemos juntos. Ele me deu essa chance!”
“Errado”, corrigiu Ava sem perder o ritmo. “Ele te deu uma chance para me conquistar. Uma chance para provar que você é digno de mim.”
“Sim, exatamente”, admitiu Dylan. “Mas como vou me provar se você me expulsa da casa?”
Ava comprimiu os lábios, contendo uma risada, mas sua voz permaneceu firme quando falou. “Você não precisa ficar aqui para me conquistar. Volte para o seu apartamento.”
Dylan franziu a testa. ‘Insensível’, ele murmurou em sua mente. Mas ele não estava disposto a desistir tão facilmente. “Tudo bem, mas preciso arrumar minhas coisas. Abra a porta.”
“Você não já levou suas coisas para o seu apartamento?” retrucou Ava com frieza. “Se algo ficou para trás, eu enviarei. Não se preocupe. Agora vá embora e deixe-me descansar.”
“Ei, Ava…”
Bang-Bang-Bang…
Ele bateu na porta com o punho. “Você não pode ser tão cruel!”
“Vá embora, Dylan. “Não cause uma cena, ou mandarei os guardas te expulsarem.”
“Você —!” Dylan apertou os punhos, sua frustração transbordando.
“Boa noite.”
Dylan encarou a porta, rangendo os dentes. “Você vai se arrepender disso. Eu vou fazer você me trazer de volta — marque minhas palavras.” Ele saiu batendo a porta da frente atrás de si.
Dentro do quarto, Ava sorriu, desfrutando de sua pequena vitória. Ela não tinha ideia do que Dylan tentaria a seguir, mas se deliciava com o pensamento de mantê-lo em alerta. “Isso vai ser divertido”, murmurou ela. “Agora, quero saber o que ele fará para voltar aqui.”
Ela entrou no banheiro para se refrescar.
A intensidade da chuva aumentou conforme a noite avançava, com o trovão rugindo. A temperatura havia caído, e o ar estava nítido e frio.
Ava se enroscou em sua cadeira junto à janela, mãos envolvendo uma caneca quente de chocolate quente. O rico aroma de cacau preenchia o quarto, mas seus pensamentos estavam longe do presente. Seu olhar permanecia na chuva implacável, sua mente vagueando para Dylan.
‘Ele chegou ao apartamento dele em segurança?’ ela se perguntou.
Colocando sua caneca de lado, ela alcançou seu telefone na mesa de cabeceira. Seu dedo pairava sobre o nome dele na tela. Seu coração lutava com seu orgulho. ‘Devo ligar para ele? Só para verificar…’
Toc-toc…
O som a tirou de seus pensamentos. Ela virou a cabeça em direção à porta para ver Martha de pé ali.
“O jantar está pronto, Senhora. Devo servir agora?” perguntou Martha suavemente.
Ava hesitou, o aperto do arrependimento se intensificando. Ela não sabia se Dylan tinha chegado em casa em segurança ou mesmo se ele tinha comido. Ela percebeu, pela primeira vez naquela noite, que talvez tivesse ido longe demais. Não deveria ter estendido o humor a esse nível.
Mas ela não quis fazer Martha esperar, sabendo que ela provavelmente teve um longo dia e gostaria de voltar para casa logo. Ava assentiu, forçando um pequeno sorriso. “Sim, sirva a comida. Estarei lá em um instante.”
Martha assentiu e saiu.
Ava colocou o telefone de volta na mesa e suspirou, lançando um último olhar para a tempestade lá fora. ‘O que você está fazendo agora, Dylan?’ ela se perguntou silenciosamente antes de se levantar para se juntar a Martha na sala de jantar.
Dylan, por outro lado, não tinha ido a lugar algum. Inicialmente, ele esperava que Ava cedesse, que o chamasse de volta ou pelo menos enviasse uma mensagem. Mas seu telefone permanecia silencioso.
As horas se arrastavam e a chuva se intensificava. Parecia não parar de chover a noite toda.
Enquanto ele esperava dentro de seu carro, sua paciência se esgotava. Seu estômago roncava. Por causa da pressa em encontrar com Thomas, ele não havia almoçado. Tudo o que tinha era a mistura que Ava tinha preparado de manhã.
Ele se recostou no assento, seu olhar fixo no brilho fraco da vila através do vidro embaçado pela chuva.
“Insensível, Ava”, ele murmurou. “Você realmente me expulsou.” Ele suspirou, passando a mão pelo cabelo. “Você sabe exatamente como me fazer sofrer. Mas eu não vou embora. Não esta noite.”
Era tarde da noite. Ava estava dormindo profundamente, mas a quietude da noite foi quebrada pelo trinado agudo de seu telefone. Sobressaltada, ela agarrou-o sonolenta, apertando os olhos para a tela. O nome de Dylan brilhava intensamente, cortando sua neblina de sono.
Ela atendeu a ligação imediatamente. “O quê?” ela respondeu rouca. “Por que você está me ligando a essa hora?”
“Está frio aqui.” A voz trêmula e rouca de Dylan surpreendeu Ava, afastando os últimos vestígios de seu sono.
“Dylan?” Seu coração saltou uma batida, os resquícios de sua irritação se derretendo.
“Eu ainda estou lá fora. Abra a porta.”