Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 228
- Home
- Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta
- Capítulo 228 - 228 Caminhando juntos. 228 Caminhando juntos. Dylan piscou a
228: Caminhando juntos. 228: Caminhando juntos. Dylan piscou, a surpresa inicial derretendo em algo mais suave. Ele havia planejado jantar com ela e foi por isso que a havia chamado para perguntar se ela poderia se juntar a ele. Se ele não tivesse ligado, ele não teria sabido que ela estava em apuros.
“Você não precisava,” ele disse suavemente.
As bochechas de Ava coraram levemente, oferecendo o copo em vez disso. “Eu quis.”
Dylan estendeu a mão, seus dedos roçando os dela ao pegar o copo. O breve toque enviou um choque através dele. “Obrigado.”
Por um breve momento, nenhum dos dois falou.
“Não se preocupe comigo,” Dylan quebrou o silêncio. “Eu não estou com fome.” Ele mentiu. “E você? Se estiver com fome, eu vou cozinhar algo para você.”
Ava pressionou os lábios. Depois do encontro com Scott, eles planejaram jantar juntos. Mas aquele incidente inesperado havia descarrilado o plano deles.
“Estou bem. Também não estou com fome.”
Dylan sabia imediatamente que ela não havia comido. “Entendo. Então, uh… devemos sair e comer alguma coisa?” ele perguntou hesitante. “Podemos tomar sorvete depois. Mas se você estiver cansada…”
“Vamos sair,” ela disse sem hesitar, interrompendo-o. Era como se ela estivesse animada com a ideia. “Eu vou… trocar de vestido.” Ela correu de volta ao seu quarto.
Dylan ficou parado na porta, observando a figura dela se afastando com um sorriso. A tensão que o havia dominado momentos atrás parecia desaparecer ao fundo. Ele levantou o copo, tomando um pequeno gole.
Este momento com ela poderia mudar a equação entre eles. Talvez este fosse o ponto a partir do qual eles começariam de novo e imaginariam um futuro juntos.
“É isso. Não vou desperdiçar essa chance.”
Terminando o leite, ele colocou o copo no criado-mudo. Ele trocou de roupa rapidamente e saiu do quarto. Ele esperou Ava no corredor impacientemente, com as mãos enfiadas nos bolsos.
O leve rangido de uma porta se abrindo chamou sua atenção. Ele se virou e viu Ava emergir de seu quarto. Ela estava usando um longo sobretudo, os cabelos caindo sobre os ombros. Sua beleza o atingiu.
Dylan não conseguia desviar o olhar dela. Ele a observou descendo as escadas e cruzando a distância entre eles.
“Estou pronta,” ela disse devagar. “Vamos?”
“Sim.” Dylan ainda estava atordoado. Ele não conseguia se lembrar de ter tido momentos semelhantes com ela no passado. Talvez eles tivessem saído uma ou duas vezes juntos, mas nada memorável havia acontecido. Talvez ele fosse egocêntrico demais para notar ela ou o tempo deles juntos. Mas essa noite, ele iria saborear cada momento e gravá-los em suas memórias.
Ele segurou a porta aberta para ela, e eles saíram para o ar fresco da noite. Dylan colocou a mão no bolso e tirou a chave do carro, pronto para destravar a porta. Mas antes que ele pudesse apertar o botão, a mão de Ava segurou a dele gentilmente.
“Não o carro. Vamos a pé,” ela sugeriu.
Dylan piscou, surpreso. “A pé? Tem certeza?” Seus olhos caíram instintivamente em seu tornozelo. “Você não está preocupada com sua lesão?”
Ava balançou a cabeça levemente. “Não dói mais. Estou bem, de verdade.” Ela sorriu, um brilho brincalhão em seus olhos. “Há um lugar perto que quero te mostrar. Vamos.” Sem esperar sua resposta, ela virou e começou a caminhar pela rua tranquila.
Dylan riu, guardando a chave de volta no bolso. “Bem, isso é novidade.” Ele acelerou o passo para alcançá-la.
Eles caminharam lado a lado na calçada. “Então,” Dylan disse depois de um momento, olhando para ela, “qual é esse lugar misterioso para o qual você está me levando?”
“Você vai ver.”
Uma sensação de tranquilidade o invadiu. Havia algo libertador sobre caminhar juntos sob as estrelas, sem pressa, sem pressão, apenas o ritmo tranquilo de seus passos.
Eles chegaram a um mercado próximo, atravessando o mar de pessoas. Alguns pechinchavam por produtos frescos, enquanto outros se aglomeravam em torno de panelas fumegantes, saboreando rapidamente lanches de comida de rua.
“Aqui!” Ava exclamou, puxando a mão de Dylan e levando-o mais para dentro do labirinto de barracas.
O ar fresco da noite carregava o aroma tentador de carnes grelhadas, espetos chispeantes e uma mistura de especiarias. Ela parou abruptamente em frente a uma barraca de comida humilde, onde um vendedor trabalhava habilmente sobre um wok em chamas.
“É disso que eu estava com vontade,” Ava disse, sua voz transbordando de alegria. As chamas dançavam brevemente enquanto o vendedor jogava macarrão com alho, pimenta e uma mistura de vegetais vibrantes. “Eu amo o macarrão daqui.”
Dylan levantou uma sobrancelha cética, seus olhos examinando a barraca. O balcão de madeira parecia desgastado, os pratos eram descombinados, e o avental do vendedor estava manchado de gordura de inúmeras refeições preparadas anteriormente. “Tem certeza disso?” ele perguntou hesitante.
Sentindo sua hesitação, Ava riu. Toda a tensão em seu coração derreteu, e ela esqueceu o incidente perturbador da noite. “Vamos lá, Dylan. Você deveria tentar algo diferente. Confie em mim, o sabor vai fazer você esquecer tudo o resto.”
Dylan estava meio surpreso ao ver a animação nos olhos dela. Ele nunca soube que uma coisa tão simples poderia trazer tanta alegria a ela. Ele se viu concordando com um aceno. “Tudo bem. Vamos ver se esses macarrões são tão lendários quanto você afirma.”
Ava sorriu e pediu duas tigelas, as mãos do vendedor se movendo com destreza para preparar a refeição deles.
Em breve, eles estavam sentados em bancos desajeitados, seus pratos empilhados com macarrão vermelho brilhante e guiozas crocantes brilhando com óleo. Ava atacou avidamente, seu rosto se iluminando a cada mordida.
“Isso é incrível,” ela disse entre bocados, suas bochechas coradas de pura alegria.
Dylan nunca tinha visto ela tão alegre. Era um momento que ele queria segurar para o resto de sua vida. Com deleite e excitação percorrendo seu coração, ele pegou seus hashis.
A primeira mordida o atingiu como uma onda de calor, sua boca instantaneamente em chamas. Ele tossiu, alcançando o pequeno copo plástico de água.
Ava riu. “Muito picante para você, hein?”
Ele sorriu envergonhado, seu rosto vermelho mas determinado. “Eu aguento.”
Apesar da ardência, ele continuou comendo, encorajado pelo riso de Ava e pelo jeito que seus olhos brilhavam sempre que ela o via lutando.
Ava não conseguia parar de provocá-lo ao notar gotas de suor se formando em sua testa. “Você não precisa se forçar. Pare de comer.”
“Eu vou,” Dylan respondeu com um sorriso torto, enxugando a testa. “Eu posso comer fogo.”
“É mesmo?” A determinação dele divertia Ava, e ela queria testá-lo ainda mais. “Então eu vou pedir algo para você.”
O coração de Dylan apertou enquanto ele se perguntava o que mais ela iria pedir. Atordoado, ele a observou fazer outro pedido.
“Dois pratos da pimenta stir-fry extra-picante, por favor,” ela disse com um sorriso travesso.
As sobrancelhas de Dylan se ergueram. “Espera aí, extra picante? Você está tentando me matar?”
A risada de Ava borbulhou enquanto ela continuava comendo seu macarrão. “Você disse que aguentava. Vamos colocar isso à prova.”