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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 225

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  3. Capítulo 225 - 225 A vulnerabilidade 225 A vulnerabilidade Dentro do carro
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225: A vulnerabilidade 225: A vulnerabilidade Dentro do carro de Dylan…

O incidente havia impactado Ava profundamente. Ela sentou-se perto dele, seu corpo tremendo, suas mãos agarrando as dele como se fossem uma âncora de salvação. Sua respiração era em arfadas rasas, como se temesse que o pesadelo ainda não tivesse terminado, que os homens poderiam voltar e arrastá-la de volta para o terror que ela acabara de sofrer.

“Ava, acalme-se. Você está segura agora”, Dylan sussurrou gentilmente, sua mão indo em direção ao cabelo dela, seu toque terno e calmante.

Mas suas palavras foram em vão. Elas não podiam amenizar a tempestade de medo que girava em sua mente. O pensamento do que poderia ter acontecido se ele não tivesse chegado a tempo fez seu estômago revirar.

O coração de Dylan doía. Ele nunca a tinha visto tão quebrada e aterrorizada. O incidente havia destroçado a sua confiança. Ele desejava poder voltar ao hotel e matar aqueles homens na hora. Mas Ava não o deixaria.

Ele sinalizou ao motorista para dirigir e então ligou para Justin. Ele narrou tudo o que aconteceu brevemente. “Vá lá e pegue aqueles homens”, Dylan ordenou. “Eu os quero. Vivos. Não deixe que escapem.”

A chamada terminou, e ele voltou sua atenção para Ava. Ela ainda o segurava, seu rosto enterrado em seu peito.

“Aqueles homens pagarão pelo que fizeram. Eu não vou deixar que saiam impunes. Eu prometo.” Ele acariciou o cabelo dela gentilmente, esperando que suas palavras levantassem o medo em sua mente.

Ava se agarrava a Dylan, sua bochecha descansando contra o peito dele. Em seus braços, o terror que a tinha dominado começou a se dissolver, sendo substituído por uma sensação de calor e segurança. Gratidão cresceu dentro dela.

“Obrigada”, ela sussurrou, “por me salvar novamente.”

“Você está segura agora—é só isso que importa”, Dylan respondeu suavemente, sua mão deslizando sobre o cabelo dela com um toque confortante. Mas mesmo enquanto falava, um fogo frio de determinação ardia em seus olhos.

Ele iria descobrir quem eram aqueles homens e por que eles tinham atacado Ava. Ninguém responsável escaparia de sua ira.

Um zumbido repentino do telefone de Ava quebrou o silêncio. Ela olhou para a tela através de olhos cheios de lágrimas e viu o nome de Nicholas piscando. Ela então lembrou que tinha uma reunião com o diretor, Scott. Eles iriam jantar juntos, mas Ava tinha ido ao banheiro onde encontrou aqueles bandidos.

A lembrança enviou um arrepio por sua espinha. Seus dedos pairavam sobre o telefone, hesitantes. Ela não estava pronta para falar com ninguém—não agora.

Dylan arrancou o telefone de sua mão, sua expressão escura e cheia de raiva. “Você?” ele rosnou no telefone. “Por que está chamando ela agora? Foi você quem a trouxe para aquele hotel. Era seu trabalho garantir a segurança dela. Mas, em vez disso, ela foi atacada, e você estava completamente alheio.”

Ava olhou para ele, seus lábios se separando em surpresa. “Dylan”, ela murmurou, incerta se deveria intervir. Suas emoções giravam em conflito. Ela não queria que ele se irritasse, mas não o impediu. Sua fúria revelava a profundidade de sua preocupação.

Ava o observava, perdida na intensidade de sua raiva protetora. Pela primeira vez em muito tempo, ela se sentiu verdadeiramente valorizada, verdadeiramente cuidada. Era avassalador.

“O quê? Perigo? O que está acontecendo? Como ela está?” A voz em pânico de Nicholas ecoou pelo telefone.

“Pare de fingir que se importa com ela”, ele estalou, seus nós dos dedos embranquecendo enquanto segurava o aparelho. “Se não pode mantê-la segura, não a leve para sair.”

“Eu me importo com ela”, Nicholas retrucou.

“É mesmo?” Dylan rosnou. “Onde você estava quando aqueles homens atacaram ela? Você faz ideia do que poderia ter acontecido se eu não tivesse chegado a tempo? Eles poderiam ter destruído ela—quebrado ela além do conserto.”

Houve uma batida de silêncio antes de Nicholas gaguejar com arrependimento, “Eu—eu não sabia… Eu não percebi que ela estava em perigo. Você pode—pode passar o telefone para ela? Eu preciso falar com ela.”

“Não precisa”, Dylan cuspiu, silenciando-o. “Eu estou com ela agora. Eu vou protegê-la. Eu vou cuidar dela. Ela não precisa de você ou de mais ninguém.” Sem esperar uma resposta, ele encerrou a chamada com um toque firme e jogou o telefone no assento ao lado dele.

Ele olhou para baixo em direção à Ava, seus olhos tempestuosos encontrando o olhar surpreso dela. A fúria em sua expressão não tinha diminuído; se algo, ardia ainda mais. Sua voz, embora mais baixa agora, carregava uma autoridade inflexível enquanto dizia, “De agora em diante, você não vai a lugar algum sem mim.”

Ava, que normalmente enfrentaria a autoridade de Dylan com uma defesa feroz, permaneceu em silêncio. Seu fogo usual não era visto em lugar algum. Ela estava muito grata a ele para confrontá-lo. Ela assentiu lentamente e descansou a cabeça no peito dele.

As sobrancelhas de Dylan se franziram em surpresa. Ele havia antecipado a resposta afiada dela, a insistência teimosa em independência. Mas não houve protesto, nenhuma piada sarcástica. Ela havia aceitado suas palavras sem resistência.

“Você não vai dizer nada?” ele perguntou com ceticismo.

“Eu quero dormir”, ela murmurou, sua respiração lenta e pesada de fadiga.

A tensão na postura de Dylan se desfez como uma onda de ternura o invadia. “Então durma”, ele sussurrou. Ele levantou uma mão, seus dedos passando por seu cabelo com cuidado gentil.

A respiração dela se estabilizou contra ele, e ele a observava, seu coração doendo ao ver como ela parecia frágil naquele momento. Ela sempre tinha sido forte, independente e intransigente. Vê-la assim apenas aprofundava sua determinação de protegê-la a todo custo.

Quando chegaram ao lugar da Ava, ela estava profundamente adormecida. Dylan a levantou cuidadosamente em seus braços. Ela se mexeu levemente, murmurando incoerentemente, mas não acordou. Seus movimentos eram deliberados e ternos enquanto a carregava para dentro.

Ele a deitou gentilmente na cama, puxando o cobertor sobre ela. Por um momento, ele ficou lá, seu olhar suavizando enquanto a observava respirar uniformemente. Mas sua expressão logo endureceu. Ele saiu furtivamente do quarto e ligou para Justin.

“Você encontrou esses caras?” ele perguntou tenazmente, sua voz cortante, revelando sua raiva contida.

“Não tinha nenhum quando cheguei no hotel”, Justin respondeu desanimado. “Eles desapareceram.”

“Desapareceram?” Dylan exclamou. “Como diabos eles poderiam desaparecer? Eu os deixei inconscientes. Vasculhe o hotel inteiro! Eles ainda podem estar se escondendo. Verifique as câmeras de vigilância—faça o que for necessário. Eu quero que eles sejam encontrados.”

“Já estamos nisso”, Justin assegurou a ele. “As gravações das câmeras de vigilância estão sendo revisadas. Logo os identificaremos.”

“Faça isso rápido”, Dylan ordenou. “Eu os quero antes que deixem a cidade.”

“Eles não vão longe”, Justin respondeu com determinação quieta. “Mesmo que tenham escapado, nós vamos encontrá-los. Eu te atualizo no momento que tiver algo.”

Bip
Dylan abaixou o telefone, seus olhos ardendo com o fogo de vingança. “Esses desgraçados”, ele sibilou. “Desta vez, eu não vou parar apenas em bater neles—eu vou matá-los.”

Plim…
O som suave do seu telefone chamou a atenção de Dylan. Ele olhou para baixo e viu uma mensagem do Henry. Seu coração acelerou enquanto ele a abria, seus olhos percorrendo a tela.

‘O resultado do teste não mostra traços de veneno. Eu anexei o resultado do teste. Confira.’

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