Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 224
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224: Isso é exatamente o que eu preciso. 224: Isso é exatamente o que eu preciso. As lutas de Ava ficaram frenéticas a cada segundo que passava. Seu corpo estava vivo com pânico, cada músculo esticando. Suas mãos arranhavam o rosto e os braços dele, suas pernas chutando, mas nada do que ela fazia parecia ter algum efeito. Ele era como pedra, impervioso às suas lutas.
Sua blusa rasgou com um puxão brutal. A repulsa em seu estômago subiu como bile enquanto o homem baixava a cabeça para beijá-la. Ela jogou as mãos para cima, empurrando o rosto dele com toda a força que podia reunir.
Sua desobediência o irritou, e ele perdeu a paciência. Ele a esbofeteou com o dorso da mão. A força do golpe a fez cambalear, seu corpo batendo com força no chão. Um gás agudo escapou de seus lábios, dor irradiando pela sua cabeça.
O outro homem estava por perto, filmando todo o tormento com um sorriso repugnante no rosto, como se estivesse curtindo a cena.
Ava tentou juntar seu vestido rasgado, tentando instintivamente se cobrir, mas o homem era implacável. Ele pairava sobre ela, seu hálito quente e fétido, suas mãos agarrando seu rosto com um aperto cruel.
“Pare de lutar,” ele cuspiu. “Você não pode escapar esta noite.”
Ava, desesperada para escapar, chutou-o no joelho antes que ele pudesse terminar sua frase. O impacto fez ele tropeçar desajeitadamente, aumentando sua fúria.
“Vadia, vou te matar.” Seus dedos se fecharam em torno de seu pescoço com força, bloqueando sua passagem de ar.
Os olhos de Ava se arregalaram, seu mundo se reduzindo ao aperto esmagador em torno de seu pescoço. Os dedos do homem eram como ferro, espremendo a vida dela a cada segundo que passava.
Suas mãos vasculharam o pulso dele, desesperadas, mas era inútil. A pressão era sufocante, e ela podia sentir o último de sua força se esvaindo.
Lágrimas surgiram em seus olhos enquanto ela lutava por ar, a escuridão se fechando.
Justo quando ela pensou que morreria, a porta se abriu com um estrondo ensurdecedor. O barulho retumbou pelo ar, fazendo os dois homens perderem o foco.
A visão embaçada de Ava se voltou para a entrada, seu corpo tremendo enquanto ela avistava Dylan. Um lampejo de esperança se acendeu dentro dela. “Dylan,” ela conseguiu sussurrar o nome.
O movimento de Dylan foi rápido e fatal. No momento em que seus olhos se fixaram no homem que filmava, uma onda de raiva e proteção o dominou. Num piscar de olhos, ele avançou, pegando o pescoço do homem e batendo sua cabeça na quina da pia em um movimento violento.
Sangue jorrou instantaneamente da testa do homem, manchando o chão. O telefone escorregou de seus dedos, caindo no chão.
Mas Dylan não parou por aí. Sua raiva estava longe de ser saciada. Com um rugido, ele trouxe a cabeça do homem para baixo novamente, esmagando-a na bancada com força brutal, deixando-o inconsciente.
O segundo atacante, que ainda segurava Ava, olhou surpreso. Sua determinação vacilou momentaneamente sob a fúria de Dylan.
Dylan parecia um homem possuído, seus olhos selvagens de raiva. Sua presença invadiu o ambiente como uma tempestade.
O homem instantaneamente soltou Ava quando o olhar afiado de Dylan caiu sobre ele. Ele tateou em busca de uma faca às suas costas, puxando-a em uma jogada desesperada para se defender. Mas antes que pudesse reagir, Dylan chutou sua mão, derrubando a faca.
Dylan avançou e socou o estômago do homem com força esmagadora de ossos.
“Ugh,” o bandido gemeu, agarrando seu estômago. O golpe tirou o ar de seus pulmões. Justo quando ele tentava inspirar, Dylan desferiu um uppercut esmagador em sua mandíbula, jogando sua cabeça para trás.
Num movimento fluido, Dylan deu uma cotovelada no pescoço dele, enviando uma onda de dor pelo seu corpo.
Sua visão embaçou, sua cabeça girando. A próxima coisa que soube, estava no chão, seu rosto pressionado contra os azulejos frios. Dylan não estava se contendo agora — seus punhos pummeled o rosto do homem, implacáveis, um golpe atrás do outro, com uma intensidade
fren</s>ética.
Seu corpo tremia sob a força dos golpes. Sua resistência logo desapareceu. A escuridão o consumiu completamente, e ele ficou imóvel.
Dylan ficou sobre ele, sua respiração ofegante, seus punhos ensanguentados e cerrados. Mas no momento em que seu olhar se voltou para Ava, tudo o mais parecia desfocar ao fundo.
Ela estava encolhida no canto, seu corpo enrolado em si mesmo, suas mãos desesperadamente segurando os restos de seu vestido rasgado, tentando se proteger do mundo. Sua bochecha estava inchada, e manchas de sangue eram visíveis nos cantos de seus lábios. A visão dela assim partiu seu coração.
Ele correu até o lado dela, agachando-se para encontrá-la. Sua mão gentilmente acariciou sua bochecha inchada.
Os olhos de Ava estavam distantes, o choque ainda fresco em seu rosto. “Aquele homem…”
“Você está segura agora. Estou aqui.” Ele tirou seu paletó e o cobriu sobre ela, cobrindo sua pele exposta. “Vamos sair daqui primeiro.” Ele a pegou em seus braços e a carregou para fora.
Erica ficou paralisada no lugar enquanto assistia Dylan carregar Ava para fora do hotel, seu estômago afundando como uma pedra. A visão deles juntos enviou uma onda de pânico a percorrer ela. Ela não esperava que Dylan estivesse ali, e a ideia dele descobrir seu envolvimento fez seu sangue esfriar.
“Não, não, ele não pode descobrir. Ele não deveria.”
Seu coração batia enquanto ela corria em direção ao banheiro. Quando ela entrou na sala, a visão diante dela a fez parar morta em seus passos. Os dois homens estavam no chão, inconscientes e ensanguentados.
Dylan tinha espancado esses homens até virarem polpa.
Ela ofegou e recuou freneticamente. ‘Eles expuseram meu nome?’ uma voz sussurrou em sua cabeça. A ideia de seu segredo escapar fez ela sentir como se as paredes estivessem fechando sobre ela.
Um calafrio percorreu sua espinha, e ela praguejou baixinho. “Inúteis. Como eles puderam falhar tão miseravelmente? Era só uma mulher.” A raiva borbulhou dentro dela, e ela chutou um deles com força. “Acordem,” ela sibilou.
Mas não houve movimento. Ela abriu a torneira, espirrando água em seus rostos. “Acordem, idiotas.”
Ambos os homens gemeram, seus corpos torturados pela dor. Lentamente, seus olhos piscaram abertos, e eles piscaram, apenas para encontrar o olhar ardente de Erica.
“Saia daqui imediatamente,” Erica rosnou. “Ou então, os homens de Dylan estarão aqui em breve.”
Os dois homens, com os olhos arregalados de medo e confusão, se levantaram às pressas, sem ousar protestar. Sem mais uma palavra, eles saíram pela porta.
“Merda.” Erica ficou ali, seus punhos cerrados ao lado. Ela sabia que Dylan faria qualquer coisa para encontrar esses homens. “Uma vez que ele os pegue, ele os fará confessar. Preciso fazer algo.”
Enquanto isso, seus olhos então se desviaram para o telefone jogado no chão, a tela trincada e estilhaçada de sua queda.
“De quem é esse telefone?” ela se perguntou em voz alta. Ela deu um passo em direção a ele, ajoelhando-se para pegá-lo. “Este não é o telefone do Dylan.”
Ela deslizou pelo visor, e o telefone foi desbloqueado sem esforço, sem senha. Seu olhar desceu para a tela enquanto uma notificação aparecia — um vídeo recém-gravado. Os dedos de Erica hesitaram por um momento antes dela tocar nele, curiosidade e antecipação tomando conta. O vídeo carregou, e ela congelou por um segundo.
O homem no vídeo rasgava as roupas de Ava, suas mãos ásperas e violentas enquanto ele a prendia contra a parede. Os lábios de Erica se curvaram em um sorriso de satisfação, assistindo a cena humilhante se desenrolar.
“Eles não me falharam completamente.” Um sorriso triunfante apareceu em seus lábios. “Isso é exatamente o que eu preciso. Vou manter esse vídeo comigo e usá-lo quando chegar a hora.”