Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 221
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221: Os Truques (Parte – 1) 221: Os Truques (Parte – 1) Dylan se acomodou na cadeira, com os dedos entrelaçados enquanto fixava seu olhar penetrante em Justin.
“Ele está se encontrando com Erica esta noite”, Justin acrescentou. “Nossa equipe está posicionada e pronta para agir caso ela tente fazer algo para machucar Rylee.”
“Hmm,” Dylan murmurou pensativamente. “Desta vez, ela será totalmente exposta. Mas eu não estou atrás apenas dela. Quero saber quem mais está trabalhando ao lado dela, além de Lydia.”
Dentro do escritório da Ava…
O telefone dela tocou na mesa, cortando o silêncio concentrado, desviando sua atenção do arquivo que ela estava revisando atentamente. Ela olhou para a tela, sua expressão suavizando instantaneamente quando o nome de Nicholas apareceu.
“Bom dia,” ela atendeu animadamente. “O que te faz lembrar de mim tão cedo?”
A risada calorosa de Nicholas soou ao telefone. “Não há um momento em que eu te esqueça. Então, a questão de lembrar de você de repente não se encaixa.”
As implicações de suas palavras silenciaram Ava completamente. Uma energia nervosa percorria por ela.
Sentindo seu desconforto, Nicholas soltou uma risada suave, seu tom leve e tranquilizador. “Não fique toda nervosa. Estou apenas brincando.” Ele não lhe disse o quanto sentia saudades dela – o quanto ansiava estar com ela a todo momento. “Na verdade, liguei para compartilhar ótimas notícias. Scott, o diretor que ganhou o prêmio de Melhor Diretor no ano passado, entrou em contato com nossa equipe. Ele está interessado em trabalhar conosco.”
“Mesmo?” A voz de Ava subiu de excitação. “Você não está brincando comigo, está?”
“É cem por cento verdade,” Nicholas afirmou. “Nós agendamos uma reunião com ele esta noite no Hotel Imperial, e quero que você se junte a mim.”
O rosto de Ava se iluminou, um sorriso se espalhando amplamente. “Com certeza, estarei lá.”
“Vou te buscar,” Nicholas ofereceu.
O sorriso de Ava vacilou um pouco, uma faísca de preocupação cruzando seu rosto. Ter Nicholas vindo ao escritório talvez não fosse a escolha mais sábia. A última coisa que ela queria era provocar tensão entre ele e Dylan.
Após uma breve pausa, ela respondeu, “Na verdade, estarei visitando o hospital esta tarde. Me pegue de lá.”
“Certo,” Nicholas concordou sem hesitação.
O sorriso dela retornou enquanto ela encerrava a chamada, alegria borbulhando dentro dela. “Scott está disposto a trabalhar conosco. Isso deve ser obra do Nicholas.”
O que ela não sabia era que Dylan tinha contatado Scott, garantindo que surgisse como uma oportunidade perfeita para ela.
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Erica entrou no bar, seus olhos afiados vasculhando o ambiente. Diferente dos lugares agitados que ela frequentava habitualmente, este bar estava tranquilo, quase íntimo, seus clientes uma mistura de figuras de elite envolvidas em conversas sussurradas. Jazz suave e melódico flutuava no ar, mesclando-se perfeitamente com o tilintar de copos e murmúrios. Apesar da atmosfera convidativa, Erica parecia nervosa ao contrário das pessoas ao redor.
Seu olhar frenético pousou em uma figura familiar relaxando casualmente em um sofá macio em um canto isolado. Seu aperto na bolsa de grife se intensificou enquanto ela caminhava em sua direção.
Rylee olhou para ela através de seus óculos de armação fina quando a viu se aproximar. Ele não se deu ao trabalho de se levantar ou cumprimentá-la adequadamente. “Olá, Srta. Erica,” ele falou arrastado, girando sua bebida âmbar preguiçosamente. “Faz um tempo.”
Erica deslizou para o assento em frente a ele, seus lábios torcendo em irritação. “Eu lhe disse para não voltar. E mesmo assim, aqui está você, ignorando meus avisos. Você tem desejo de morrer?”
O comportamento calmo de Rylee não vacilou. Ele manteve seu semblante casual, o que surpreendeu Erica. Este não era mais o homem tímido e assustado que ela conhecia. Parecia que ele tinha ganhado coragem com o tempo.
“Eu tentei ligar para você, mas você não me respondeu”, ele disse. “Em vez disso, você bloqueou meu número. Que escolha eu tinha a não ser retornar?”
“O que você quer?” Erica sibilou.
“Dinheiro, é claro,” Rylee respondeu, dando um gole lento em sua bebida. Sua despreocupação apenas alimentou a frustração de Erica.
Erica cravou as unhas em sua bolsa, lutando contra a vontade de explodir. “Eu te dei tudo o que você pediu,” ela sibilou entre dentes cerrados. “Dinheiro suficiente para recomeçar. Um emprego confortável no exterior. Não foi o suficiente? Você prometeu nunca mais voltar.”
“Promessas são feitas para serem quebradas, e agora eu quero mais,” Rylee disse provocativamente.
“Mais?” ela zombou. “Você é delirante se pensa que vai conseguir mais um centavo de mim.”
Rylee ergueu uma sobrancelha, seu sorriso implacável. “Tem certeza disso?”
“Humph.” Erica se recostou, cruzando os braços em desafio. “Você deveria ter ficado longe, Rylee. Se você valoriza sua vida, você vai deixar a cidade imediatamente. Caso contrário, vai se arrepender.”
O sorriso de Rylee se tornou frio. “Você acha que pode me intimidar? Não sou mais o mesmo Rylee que você costumava manipular. Você tenta algo, e será sua queda.”
Por um momento, Erica vacilou, sua confiança vacilante sob seu olhar penetrante. Algo sobre seu comportamento a perturbava; o homem sentado à sua frente não era o capacho tímido que ela outrora controlava. Ainda assim, ela se forçou a manter sua compostura, mascarando sua inquietação com desafio.
“Você não pode fazer nada comigo,” ela disse de forma desafiadora. “Não brinque, Rylee. Você só vai se destruir.”
“Se eu vivo ou morro não é sua preocupação.” Rylee se inclinou para frente e disse em um tom baixo, “O que você deveria estar preocupada é com as evidências que eu tenho– a prova do mau uso dos fundos da empresa. Se eu entregá-las para Dylan, você está acabada.”
A cor drenou do rosto de Erica. “O que você disse?” ela exclamou. “Prova? Que prova? Você está blefando! Eu encobri meus rastros. Não há como você ter qualquer coisa contra mim.”
Rylee sorriu triunfante enquanto observava a fachada dela rachar. Ele não tinha nenhuma prova contra ela, mas a reação de Erica lhe deu o que ele precisava. Ele ajustou sutilmente o pequeno dispositivo de gravação escondido em seu bolso, sabendo que cada palavra de sua troca estava sendo capturada. Seria o suficiente para Dylan tomar medidas contra ela. Mas ele foi instruído a pressioná-la mais, descobrir seus aliados escondidos.
“Oh, você acha que apagou tudo? Você me enganou e forçou-me naquela época. Eu estava impotente e aceitei silenciosamente todas as suas demandas. Mas eu não sou um tolo, Srta. Erica. Toda transação, todo acordo obscuro—eu fiz questão de registrar tudo. Não porque eu queria te derrubar, mas para me proteger. Uma rede de segurança, você poderia dizer.”
A mente de Erica acelerou, o pânico roendo sua compostura. Ela sempre fora meticulosa, garantindo que não restassem pontas soltas. Mas agora, o mero pensamento de evidências incriminatórias era suficiente para abalá-la profundamente.
Rylee pegou a garrafa na mesa e despejou o líquido âmbar em um copo. Com um sorriso leve, ele deslizou o copo pela mesa até ela. “Relaxe… Enquanto você continuar enchendo meus bolsos, seus segredos estão seguros comigo”