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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 217

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  3. Capítulo 217 - 217 Jantar juntos 217 Jantar juntos Quando Dylan entrou na
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217: Jantar juntos 217: Jantar juntos Quando Dylan entrou na área de jantar, o aroma de comida recém-preparada o saudou. Seu olhar caiu sobre a mesa arrumada com capricho. Seu coração se agitou quando ele viu seus pratos favoritos — bife grelhado, massa com queijo e uma generosa porção de camarão.

Mas então, uma lembrança cintilou em sua mente. ‘Ava é alérgica a frutos do mar.’ Ele a olhou com espanto.

“Por que você cozinhou camarões?” ele perguntou. “Você é alérgica, não é?”

Ava gentilmente empurrou o prato em sua direção. “É para você”, ela disse suavemente. “Ainda não agradeci por você ter salvo meu pai. Esta é a minha forma de expressar gratidão.”

A sinceridade dela puxou o coração dele. Por um breve momento, Dylan permitiu-se ter esperança. Talvez ela reconsiderasse sua posição e desse a relação deles mais uma chance.

Ele estava feliz. Seu olhar passou pelos pratos na mesa, perguntando-se o que ela tinha preparado para si mesma. Cada prato era algo que ele amava. Mas ele notou a ausência de qualquer coisa que Ava normalmente gostava.

“Por que você não preparou o que gosta de comer?” Ele não pôde deixar de perguntar.

“Como eu disse, eu queria agradecer.” A resposta dela veio rapidamente, sem hesitação. “Esta é a minha maneira de expressar minha gratidão. E eu gosto de massa com queijo e também vou comer um pedaço de bife.”

A calma explicação dela não acalmou completamente Dylan. Enquanto o gesto dela o tocava profundamente, isso também o lembrava de quanto ele a tinha machucado no passado.

Era sempre assim — Ava cozinhando suas refeições favoritas, deixando de lado suas próprias preferências sem hesitação. Ela sorria o tempo todo, comendo como se aquilo trouxesse a ela a mesma alegria que trazia a ele, nunca proferindo uma única reclamação.

Naquela época, ele tinha sido cego para os sacrifícios dela, surdo para o jeito silencioso como ela o amava. Ele tinha falhado em perceber seus gestos não ditos ou apreciar o esforço que ela despendia para fazê-lo feliz. Agora, enquanto ele estava aqui sentado, o peso da sua indiferença passada pressionava fortemente sobre seu peito, enchendo sua garganta com um nó que se recusava a se desfazer.

Abaixando a cabeça, ele começou a comer com fervor, como se estivesse comendo aquela comida pela primeira vez na vida. “Está bom,” ele disse enquanto mastigava às pressas. “Muito bom.”

Cada mordida parecia mais pesada que a anterior, não por causa da comida, mas pelas memórias e arrependimentos que ela desencavava.

Ao ouvir suas palavras, o sorriso dela lentamente se desvaneceu. O elogio de Dylan só a lembrava das incontáveis vezes que ela o tinha esperado em vão, encarando refeições que tinham esfriado.

A lembrança de ficar sozinha na mesa de jantar, noite após noite, machucava de novo. Mesmo quando ele voltava na hora e jantava com ela, ele mal reconhecia os esforços dela, muito menos os apreciava.

Agora, enquanto ele elogiava a comida dela e comia com entusiasmo, Ava não conseguia afastar a amargura que persistia em seu coração. Ela tentou se focar no presente, neste Dylan mudado sentado à sua frente, não naquele que tinha dado como certa. Mas era mais difícil do que ela pensava, e seu apetite desaparecia. Ela apenas continuava olhando os pratos expostos na mesa.

Sentindo que ela não estava comendo nada, Dylan pausou no meio da mordida e olhou para cima. “Se não está com vontade de comer, não se force”, ele disse gentilmente. “Eu farei outra coisa para você.”

As palavras dele a trouxeram de volta ao presente, tirando-a de seus pensamentos. “Não, não, não há necessidade. Eu estou comendo”, ela disse rapidamente, enchendo seu prato com massa e dando uma mordida.

Dylan, alheio à turbulência interna dela, voltou a comer. Quando terminaram, Ava instintivamente começou a juntar os pratos, mas Dylan a impediu.

“Deixa comigo”, ele disse, pegando um prato das mãos dela. “Você cozinhou; agora é a minha vez. Vá descansar. Eu cuido disso.”

Ava piscou, atônita. Dylan limpando depois do jantar? A imagem parecia tão fora de lugar, tão em desacordo com o homem que ela tinha conhecido, que quase parecia surreal.

“Eu faço”, ela disse hesitantemente, incerta de quão sério ele estava.

“Eu dou conta”, ele insistiu. “Vá descansar. Eu limpo os pratos e organizo a cozinha direito.” Ele lhe deu um aceno de cabeça reconfortante.

Ela ficou lá, sem palavras, sua mente lutando com a visão de Dylan calmamente juntando pratos e utensílios. Ao mesmo tempo, ela estava intrigada. Ela queria ver como ele faria tudo isso.

“Certo, mas não quebre nada”, ela alertou.

Com um sorriso fraco, ela se virou em direção ao seu quarto. A curiosidade, contudo, a puxava, e ela pausou no corredor, olhando para trás para vê-lo carregando os pratos para a cozinha.

‘Estou vendo coisas?’ ela se perguntou em sua mente, mal podendo acreditar no que via.

O Dylan que ela conhecia nunca teria feito isso. E, no entanto, lá estava ele, entrando na cozinha como se fosse a coisa mais natural que frequentemente fazia.

Enquanto Dylan continuava limpando os pratos, Ava ficou embaixo do chuveiro, a água quente caindo sobre ela, seus pensamentos ainda voltados para Dylan. Sua transformação era inegável — sua postura antes fria tinha dado lugar a uma ternura que ela nunca esperava. Ele estava paciente, atencioso e cuidadoso agora, qualidades que ela tinha ansiado durante o casamento deles.

‘Se ele continuar assim, ele poderia verdadeiramente ser um bom marido,’ ela refletiu, seu coração traindo um leve tremor. Mas tão rápido quanto o pensamento surgiu, uma voz incisiva em sua mente cortou o calor. ‘O que você está fazendo? Você está divorciada. Não há volta.’
Seu sorriso desapareceu, e a pesadez do passado voltou com força. Não importava o quanto ele tinha mudado, as cicatrizes que ele deixou em seu coração não podiam ser apagadas tão facilmente. Ela balançou a cabeça como se afastando o pensamento.

Alcançando o gel de banho, ela ensaboou a esponja e esfregou sua pele.

De repente, o banheiro mergulhou em completa escuridão. As luzes tinham apagado sem aviso, e Ava congelou no meio do movimento.

“Ava, não ande por aí!” A voz de Dylan ecoou pela casa. “Fique onde você está. Vou verificar o fusível.”

Ava soltou um suspiro trêmulo e desligou o chuveiro. Gotas de água ficaram aderidas à sua pele. A escuridão densa pressionava contra ela, desorientando-a. Ela não queria ficar no banheiro, não quando não podia ver nada.

Ela saiu do chuveiro com cautela, suas mãos estendidas à sua frente. Ela deu cada passo tentativamente e alcançou o cabide onde a toalha deveria estar, seus dedos tateando pelo vazio. Ela se moveu um pouco para a frente, esperando pegar a toalha.

Então, seu pé escorregou, e ela caiu no chão com um baque surdo e doloroso.

“Ah!” Um grito escapou de sua boca.

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