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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 213

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213: Não há nada de prejudicial em seu sistema. 213: Não há nada de prejudicial em seu sistema. “””
Justin ficou imóvel, percebendo a frustração fervilhante de Dylan. A tensão no ambiente apenas intensificava seu nervosismo. Ele já havia revisado tudo mais cedo, e o rosto do homem não estava visível em lugar algum – mas não conseguia expressar isso por medo.

Os olhos de Dylan permaneciam grudados na tela. Ele retrocedia e reproduzia as imagens, esperando por alguma clareza, mas a distância e o ângulo ruim da câmera não forneciam nenhuma pista. Ele estava desapontado.

“Que absurdo é esse?” Dylan rosnou. “Por que nada está claro?”

Justin abriu a boca para responder, mas as palavras ficaram presas em sua garganta.

“Há câmeras instaladas por perto?” Dylan perguntou, com um tom de voz à beira de perder toda a paciência.

“Ãhn, não…” Justin gaguejou.

Dylan praguejou baixo e jogou o tablet na mesa central com um estrondo. “É ela,” ele sibilou, sua expressão escurecendo ainda mais enquanto cerrava os dentes. “Erica está por trás de tudo isso. Ela contratou aquele homem e provavelmente subornou a equipe do hotel para encobrir seus rastros. Ela mentiu na minha cara – dizendo que me deixou no bar – mas as filmagens contam uma história diferente.”

Ele se levantou de um salto. “Eu não vou poupar ela.” Ele caminhou em direção à porta.

“O-Onde você vai?” Justin perguntou, ansioso diante do ímpeto de sua fúria.

“O que você acha?” Dylan rebateu. “É claro que eu vou interrogá-la. Ela não vai se safar. As filmagens são irrefutáveis. Ela me deixou no hotel, me entregou àquele homem enquanto eu estava inconsciente, e então teve a audácia de inventar mentiras sobre isso”.

Agarrando o tablet da mesa, Dylan ergueu-o. “Essa prova é tudo que eu preciso para encurralá-la.”

“Espere um momento.” Justin se colocou na frente de Dylan, bloqueando seu caminho. “Sua ação vai alertá-la. Nosso plano de armadilha pode ser arruinado.”

Dylan o encarou, suas narinas se dilatando. “Você está sugerindo que eu não faça nada?”

“Não,” Justin respondeu rapidamente. “Estou dizendo que precisamos ser estratégicos. Deixa ela acreditar que está livre. Se você agir agora, ela vai ficar na defensiva e destruir qualquer evidência restante que possamos encontrar.”

A expressão de Dylan tornou-se pensativa enquanto refletia sobre as palavras de Justin. Sua fúria ainda fervia, mas a lógica começou a penetrar na névoa de sua raiva.

“Rylee chegará amanhã,” Justin disse cuidadosamente, aproveitando o momento para reforçar seu ponto. “Uma vez que ele chegar, podemos começar a agir. Deixa ela pensar que venceu dessa vez. Isso vai torná-la confiante demais, o que a levará a cometer erros. Além disso, ainda não sabemos quem está por trás dela. Se agirmos agora, vamos perder a chance de desvendar o quadro maior.”

A mente de Dylan trabalhava freneticamente. Ele odiava a ideia de esperar, mas a lógica de Justin era inegável. Agir impulsivamente poderia comprometer a oportunidade de expor todos os envolvidos. Ele respirou fundo, a chama em seus olhos se reduzindo a uma fervura branda.

“Certo,” ele disse por fim. “Eu não vou fazer nada… por enquanto.”

~~~~~~~~
Ava terminou de alimentar seu pai. Ela delicadamente enxugou o rosto de seu pai com o guardanapo.

“Você não disse para o Ethan sobre minha condição?” Thomas perguntou. “Ele não veio me ver?”

As mãos de Ava pausaram, seu coração afundando. Ela se lembrava vividamente de como tinha dito para Ethan ir embora. Talvez ele estivesse magoado por sua insistência, e isso explicava sua ausência. Uma onda de arrependimento tomou seu peito. Ela decidiu ligar para ele mais tarde.

Afastando seus pensamentos, ela rapidamente mascarou seus sentimentos com um sorriso tranquilizador. “O Ethan esteve aqui durante sua cirurgia. Eu disse para ele voltar e focar nos negócios. Não se preocupe, ele virá visitá-lo em breve.”

Thomas deu um pequeno aceno, sua tensão se aliviando. “Esse garoto trabalha tanto”, ele disse com admiração. “Ele sempre vai te ajudar quando você assumir os negócios.” Pegando suas mãos nas dele, acrescentou, “Eu transferirei as responsabilidades para você em breve.”

“Não pense em tudo isso agora,” Ava interrompeu. “Seu foco deve ser melhorar. Nós falaremos sobre os negócios mais tarde.”

Thomas riu levemente. “Sim, sim, eu vou me recuperar logo. O médico disse que eu poderia ter alta em breve. Uma vez em casa, vou convidar Dylan para jantar e agradecer pessoalmente.”

Ao mencionar Dylan, o coração de Ava palpitava alto. Seu nome despertava uma mistura de emoções. Ela não tinha entrado em contato com ele desde que ele tinha ido embora, nem ele havia contatado ela. Ele ainda estava bravo? A questão a roía, deixando-a inquieta.

Afastando os pensamentos inquietos, ela forçou um sorriso. “Você deve descansar agora”, ela disse, levantando-se. “Vou procurar o médico e verificar seu processo de alta.”

Ava saiu do quarto com passos apressados, como se estivesse com medo que seu pai perguntasse sobre Dylan, e ela não quisesse mentir para ele. No momento em que ela entrou no corredor, sua atenção foi captada por Nicholas vindo em sua direção. Ela forçou um sorriso, empurrando a angústia para longe.

“Nicholas.”

“Ava”, Nicholas respondeu com um sorriso caloroso. “Como o Sr. Williams está?”

“Ele está estável e melhorando.”

“Isso é bom de ouvir.”

O rosto de Ava se tornou solene quando ela perguntou, “Você conseguiu o resultado do exame?” Seu coração batia com energia nervosa.

Nicholas assentiu e estendeu a pasta que carregava. “Sim. Você pode dar uma olhada.”

Ava pegou a pasta e a abriu rapidamente. Seus olhos escanearam o relatório, meio esperando ver que não havia veneno no sistema de seu pai. Como se o Todo-Poderoso tivesse ouvido sua prece, o relatório dizia que não havia produtos químicos nocivos no seu sangue. A causa do ataque cardíaco foi o bloqueio em seu coração.

Um alívio a inundou como uma onda. ‘Foi tudo meu medo,’ ela se tranquilizou. ‘Nada como antes aconteceu. Ninguém tentou prejudicá-lo.’
“O relatório claramente disse que ele tinha um bloqueio no coração”, Nicholas disse, interrompendo seus pensamentos. “Essa foi a razão do ataque cardíaco.” Ele inclinou a cabeça, olhando-a com suspeita. “Por que você suspeitou de algo errado desde o início? Está escondendo algo?”

Ava congelou sob o olhar perscrutador dele, seu aperto na pasta se intensificando. A animosidade de Dylan em relação ao seu pai em sua vida passada havia lhe causado uma dor sem fim. Mas aqui e agora, as coisas pareciam diferentes. Dylan não parecia alimentar a mesma hostilidade e acusá-lo de prejudicar seu pai parecia infundado e injusto.

Ela forçou uma expressão neutra em seu rosto. “Não, não é nada”, ela murmurou desculpas, fechando o arquivo. “Eu estava perturbada demais. Sabe, meu pai é a única família que restou, e o pensamento de perdê-lo era aterrorizante. Quando eu o vi desabar, minha mente foi inundada com medos e cenários terríveis. Foi só isso.”

Ela mordeu o lábio, o constrangimento colorindo suas bochechas. “Me desculpe por incomodá-lo. Não era minha intenção fazer você se preocupar.”

Nicholas a observou cuidadosamente. Suas palavras pareciam sinceras, mas o jeito como ela evitava o olhar dele, contava outra história. Sua relutância em encontrar seu olhar era um sinal claro de que ela estava escondendo algo.

Nicholas tinha a sensação de que havia algo que ela não estava disposta a compartilhar com ele. Mas ele decidiu não pressioná-la mais, resolvendo em vez disso ficar de olho em qualquer coisa suspeita ao redor de Thomas.

“Não se desculpe”, ele disse casualmente, com um tom tranquilizador. “É natural ser cauteloso quando se trata de alguém que você se importa. E é um alívio saber que nada prejudicial está em seu sistema.”

“Sim, você está certo,” Ava disse com um pequeno sorriso grato. A tensão em seus ombros relaxou. “Obrigada por entender. Por que você não entra? Papa ficaria feliz em te ver.”

Nicholas devolveu o sorriso e assentiu. “Claro.”

Juntos, eles voltaram para o quarto.

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