Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 212
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212: Você mentiu para mim. 212: Você mentiu para mim. “Eu estava brava com ele por me mandar para longe da cidade”, gaguejou Erica. Seu olhar tremulava nervoso, incapaz de encontrar os olhos penetrantes de Lydia. “Eu queria dar uma lição nele. Então eu o levei para um hotel… e arranjei uma mulher para seduzi-lo.”
Ela fez uma pausa, olhando para ela enquanto tentava avaliar a reação de sua mãe. “Eu pensei que isso criaria um conflito entre ele e Ava, fazendo com que ela o deixasse imediatamente. Mas,” ela fez beicinho, “meu plano falhou.”
“Você perdeu a cabeça?” Lydia estalou, cutucando os dedos na testa de Erica. “Como você pôde pensar em fazer algo tão imprudente? Com todo o poder e influência dele, Dylan vai descobrir tudo o que você fez. Então ele vai te deportar novamente, e não haverá nada que eu possa fazer para te salvar.”
“Não se preocupe, ele não vai descobrir”, disse Erica firmemente, tentando parecer tranquilizadora apesar do medo em seu coração. “Eu me certifiquei de que tudo estava resolvido.”
“Erica,” Lydia fez uma careta, sua frustração se intensificando. “Quando você vai parar de agir como uma criança mimada? Estou exausta de limpar seus erros. Sua impulsividade já trouxe desastre para esta família. Ainda estamos juntando os pedaços do seu último erro. E você não aprendeu nada. Quando você vai crescer?”
Ela soltou um suspiro profundo e cansado. “Não estou ficando mais jovem. Não posso continuar te salvando para sempre. A influência de Dylan está ficando mais forte todos os dias, e eu não posso mais controlá-lo como antes. Se você continuar fazendo movimentos imprudentes, você vai acabar em sérios problemas.”
“Eu sei como lidar com as coisas”, protestou Erica desafiadoramente. “Está tudo sob controle. Desta vez, vou me certificar de que Ava deixe Dylan de uma vez por todas. Assim que eu me tornar a COO da empresa, vou assumir aos poucos o negócio e expulsar Dylan—da empresa e da família.”
Lydia deu um tapa forte no braço de Erica. “Não seja tão arrogante!” ela repreendeu. “Dylan não é alguém que você pode lidar facilmente. Ele é sagaz, calculista e determinado. Se você continuar subestimando-o, ele vai te expor antes mesmo que você perceba.”
“Mãe, eu também não sou burra”, disse Erica com um sorriso confiante. “Eu tenho o meu plano. A fortuna dos Brooks e a empresa em breve serão nossas e quanto a Dylan—ele não será nada mais do que um fantoche dançando nossa música.”
A confiança de Erica confundiu Lydia. Seu olhar se aguçou enquanto ela examinava sua filha com dúvidas em sua mente. “Não aja por impulso, Erica”, ela alertou. “Um outro erro pode colocá-la em ainda mais problemas. Não esqueça o que aconteceu com Gianna por causa da retaliação dele.”
Com isso, ela entrou em seu quarto, deixando Erica sozinha no corredor.
“Humph! Essa velha mulher – por que ela não pode confiar em mim?” Erica murmurou, batendo os pés em exasperação. “Eu não sou mais uma criança. Eu sei o que estou fazendo.”
Ela cruzou os braços desafiadoramente. “Em breve, vou provar que você está errada. Eu vou ter tudo—poder, riqueza e controle.”
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Dylan chegou ao aeroporto, seus passos acelerando quando avistou Lilianna e Henry perto da entrada do terminal.
“Dylan, você conseguiu,” Lilianna disse calorosamente, puxando-o para um abraço apertado. Lágrimas brilhavam em seus olhos. “Vou sentir muito sua falta.”
“Eu também,” Dylan murmurou, segurando-a por um momento antes de recuar.
Lilianna piscou secando as lágrimas e forçou um sorriso. “Prometa que vai cuidar de si mesmo—e não desista de Ava. Eu sei que é difícil, mas um dia ela vai ver quão sincero você é.”
O sorriso de Dylan era tênue, tingido de dúvida. A rejeição contínua de Ava o havia desgastado, deixando sua confiança desfiada. “Não se preocupe comigo. Foque em você e no bebê. É isso que importa agora.”
Lilianna riu levemente, cutucando seu braço. “Eu sei como cuidar de mim mesma e do meu bebê. Henry está aqui para cuidar de mim.” Ela se apoiou no ombro do marido, entrelaçando seu braço com o dele.
Dylan voltou seu olhar para Henry. “Cuide dela.”
“Eu vou.” Henry esticou os braços e o envolveu num abraço.
“Você conseguiu a amostra de sangue do Thomas?” Dylan perguntou num tom baixo.
“Sim. Eu avisarei assim que os resultados chegarem,” Henry sussurrou de volta.
À medida que se separavam, os dois homens trocaram um olhar de entendimento. “Tenha uma boa viagem,” Dylan disse.
Henry e Lilianna acenaram para ele e se dirigiram ao terminal. Dylan os observou desaparecer na multidão movimentada. Seu telefone tocou dentro do bolso. Ele tirou o telefone e viu que Justin estava ligando.
Uma carranca apareceu em sua testa enquanto ele pensava que Justin poderia ter conseguido as filmagens do café. Com antecipação em sua mente, ele atendeu a chamada.
“Alguma atualização?”
“Sim, eu verifiquei as filmagens do café,” Justin respondeu, soando ansioso. “Você estava certo. Era o hotel em que você estava ontem à noite.”
A mandíbula de Dylan se apertou. “Encontre-me na villa.” Ele caminhou em direção ao carro e entrou nele. O carro roncou e acelerou.
Quando Dylan chegou à vila, ele encontrou Justin já lá, esperando por ele. Estacionando o carro, ele saiu.
“Senhor.” Justin se moveu em sua direção. “Eu trouxe as filmagens.”
Dylan deu um aceno curto. “Vamos para dentro.”
Os dois homens caminharam para a casa. Martha apareceu da cozinha, seu rosto se iluminando ao ver Dylan.
“É bom ver você aqui, senhor,” ela cumprimentou calorosamente. “A Senhora também está vindo?”
Dylan pausou, seus traços momentaneamente amolecendo antes de retornarem à sua expressão costumeiramente severa. “Ava está ficando com o pai dela por alguns dias. Prepare o café da manhã, mas não nos perturbe. Vamos sair em uma hora.”
“Sim, senhor,” Martha respondeu, seu ânimo diminuindo ligeiramente enquanto ela desaparecia de volta para a cozinha.
Dylan caminhou em direção ao escritório, seu passo rápido. Justin o seguiu em silêncio. Uma vez dentro do escritório, Dylan empurrou a porta, selando-os na sala.
“Vamos ver o que você encontrou,” Dylan ordenou enquanto se acomodava no sofá.
Justin ficou ereto, seu olhar caindo para o chão com arrependimento. “Sinto muito, senhor, por não confiar em você no começo,” ele se desculpou. “Eu pensei que você poderia ter entendido mal a situação. Mas depois de ver as filmagens… Eu fiquei chocado.”
Dylan soltou um riso cortante, recostando-se no sofá macio. Ele cruzou uma perna sobre a outra, sua postura irradiando autoridade e frustração. “Agora você confia em mim,” ele disse com sarcasmo cortante. “Eu poderia estar bêbado, mas me lembro do que aconteceu. O problema é que não consegui identificar seus rostos.” Seu punho bateu no braço da poltrona.
Justin engoliu sob sua fúria. Ele se mexeu nervosamente, hesitando antes de falar novamente. “O rosto do homem também não estava visível nas filmagens.”
Dylan levantou a cabeça abruptamente. “Você está falando sério?”
“Uh, veja por si mesmo,” Justin gaguejou, entregando um tablet.
Dylan pegou o dispositivo e começou a reproduzir o vídeo. Sua mandíbula se apertou enquanto assistia ao carro de Erica chegando ao portão do hotel. “Erica… Você mentiu para mim.”
Ele continuou assistindo, sua atenção se voltando para a figura de um homem se aproximando do carro. O boné do homem estava puxado para baixo, obscurecendo a maior parte de seu rosto. No minuto seguinte, ele puxou Dylan e o arrastou para dentro do hotel.
“Droga,” Dylan rosnou. Ele voltou a filmagem, estudando a figura granulada no boné, mas o rosto obscurecido não ofereceu novas pistas.