Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 210
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210: Cubra as coisas 210: Cubra as coisas Justin esfregou a testa, claramente sem saber o que fazer a seguir. “Devo verificar os outros hotéis na área?” ele arriscou cautelosamente.
“Não,” Dylan negou a sugestão firmemente. Seus olhos inquietos varreram o ambiente e então se fixaram na câmera de vigilância acima da entrada do hotel. “Por que você não verifica as imagens do CCTV daqui?” ele perguntou asperamente, sua esperança se acendendo.
Justin se remexeu desconfortavelmente. “Eu já perguntei sobre isso,” ele admitiu. “As câmeras estão desligadas. Disseram que não há imagens disponíveis.”
“Mentira, eles todos estão mentindo.” O rosto de Dylan se torceu em frustração. “Eles estão todos mentindo—tentando encobrir o que aconteceu aqui. Chame a polícia. Eu vou processá-los por obstrução.”
“Espere, se acalme,” Justin interveio. “Não podemos envolver a polícia—ainda não. Você disse que machucou alguém durante a briga, certo? Isso poderia complicar as coisas para você.”
Dylan deu de ombros, virando-se, suas mãos se fechando em punhos. Uma irritação impotente fervilhava dentro dele.
“Em hotéis menores como este, não é incomum que as câmeras de vigilância estejam inativas,” Justin explicou. “Isso não significa necessariamente que há um encobrimento. Me deixa descobrir outra maneira de descobrir o que exatamente aconteceu.”
“Você ainda não acredita em mim.” Os olhos de Dylan se estreitaram, sua frustração transbordando. Ele podia claramente sentir sua hesitação em confiar em suas palavras. “Você acha que eu estava bêbado demais para lembrar o que realmente aconteceu.”
Justin entreabriu os lábios, sua hesitação clara. “Não é que eu não confie em você,” ele começou, escolhendo suas palavras com cuidado. “Eu só não posso ter certeza se este é o hotel certo. Eu não sei o que você viu, com quem você se deparou.”
Dylan soltou uma risada vazia, passando a mão pelo cabelo desalinhado. Seu olhar vagueou. Foi então que ele notou uma câmera de vigilância montada no canto de um café do outro lado da rua.
Ele congelou, esperança reacendendo como um sinal luminoso. “Ali,” ele disse, apontando para a câmera. “A câmera daquele café—está virada para cá. Tenho certeza que está funcionando.”
Justin seguiu seu olhar e viu o café. “Talvez – mas está fechado agora. Teremos que esperar algumas horas. Já é quase amanhecer. Você deveria ir para casa e descansar.”
“Não há tempo para descanso,” Dylan murmurou, franzindo o nariz. “Tenho coisas mais importantes para resolver.”
“Ah…” Justin queria dizer algo, mas Dylan já havia se afastado. Ele ficou ali parado, assistindo o carro de Dylan acelerar e desaparecer na luz pré-dawn tênue. Ele soltou um suspiro profundo. “Espero que você esteja bem,” ele murmurou preocupado.
Ele achou que Dylan tinha alguns mal-entendidos por causa da sua embriaguez. Balançando a cabeça, ele se virou e saiu do hotel, entrando em seu carro.
Momentos depois, uma figura emergiu das sombras perto da entrada lateral do hotel. Os olhos do homem brilhavam com astúcia enquanto ele observava o carro de Justin desaparecer na distância. Tirando um telefone do bolso, ele discou um número.
“Nós conseguimos encobrir as coisas a tempo,” ele disse em tom conspiratório. “Eles não vão encontrar nada aqui. Mas você precisa me compensar generosamente.” Ele se contorceu ao passar a mão pelo curativo envolvido ao redor de sua cabeça. “Aquele lunático me acertou muito forte.”
“Tudo bem, tudo bem. Você vai receber seu dinheiro. Só não me ligue de novo.” Erica encerrou a chamada furiosamente e jogou o telefone de lado. “Idiotas,” ela murmurou com os dentes cerrados. “Vocês nem conseguiram lidar com um homem bêbado direito. Por causa da incompetência de vocês, meu plano falhou, e agora essa bagunça. Se Dylan descobrir, ele vai me mandar para o exterior de novo. Ah…”
Ela bateu o punho contra o colchão. “É tão frustrante. Por que eles não podem simplesmente fazer o trabalho direito?” Ela segurou a colcha, cravando suas unhas no tecido.
“Gianna,” ela sibilou. “Eu te dei uma oportunidade—uma chance perfeita para reivindicar Dylan e garantir sua posição. E o que você fez? Estragou tudo. Inútil.”
Seu rosto se contorceu em raiva. “Eu não posso ter pontas soltas. É hora de me livrar de você. Se Dylan descobrir sobre minha conexão com essa bagunça, será o fim de tudo.”
A fúria de Dylan só aumentava com cada momento que passava enquanto ele dirigia para a mansão. Sua mente corria com pensamentos de traição, engano e vingança.
“Você precisa me responder,” ele murmurou, pois não via a hora de chegar lá e confrontá-la.
Quando ele chegou lá, o sol espalhava seus primeiros raios no horizonte, pintando o céu com um laranja brilhante. As lâmpadas no pátio ainda estavam acesas. Ele dirigiu o carro pela entrada e estacionou bem em frente à mansão.
Dylan abriu a porta do carro e avançou em direção à porta da frente com uma raiva mal contida. Chegando ao campainha, ele a pressionou incessantemente.
Erica tinha acabado de adormecer, mas o toque contínuo da campainha a acordou bruscamente.
“Ah!” Irritada, ela gemeu e agarrou a cabeça. “Que lunático apareceu a essa hora?” ela murmurou, arrastando-se para fora da cama. Ela se arrastou em direção à porta, sua irritação crescendo a cada toque persistente.
“Pare de tocar aquela maldita campainha!” ela gritou. “Eu estou indo.”
Mas o toque continuou, fazendo Erica soltar um rosnado gutural, abrindo a porta com uma carranca. “O que diabos é—”
As palavras congelaram em seus lábios quando seu olhar se encontrou com o de Dylan. Sua imponente figura pairava sobre ela, seus olhos ardendo com uma raiva que lhe enviou um arrepio pela espinha. A cor drenou do seu rosto conforme sua irritação dava lugar a um medo palpável.
“D-Dylan?” ela gaguejou, tentando mascarar seu nervosismo. “O que você está fazendo aqui tão cedo?”
“Esta é a minha casa,” Dylan disse friamente. “E eu virei aqui sempre que eu bem entender.”
Erica tropeçou para trás, com a boca aberta enquanto o observava entrar na casa como uma tempestade desencadeada. A audácia das ações de Dylan lhe enviou uma onda de fúria ao rosto.
“Que falta de educação! Por que você me empurrou?” Ela correu atrás dele. Puxando seu braço com força, ela o virou em sua direção. “O que está acontecendo? Por que você está—”
“Guarda isso,” ele a cortou, seu tom letal. “Você sabe exatamente porque eu estou aqui. E você vai me responder—cada pergunta—agora.”
“O que está acontecendo?” a voz de Lydia os interrompeu. O incessante toque da campainha também a tinha acordado, e ela saiu de seu quarto. A cena no hall foi surpreendente. “Dylan!” Ela desceu as escadas, a confusão gravada em seu rosto. “O que está acontecendo? Está tudo bem?”