Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 204
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204: A mulher misteriosa 204: A mulher misteriosa Dylan desabou sobre o balcão do bar, com a cabeça pesadamente apoiada na superfície. Seus respirares vinham em solavancos irregulares e o nevoeiro do álcool embotou seu comportamento normalmente perspicaz.
O barman franziu a testa enquanto observava a forma instável de Dylan. Dylan era um visitante regular ali. Mas era a primeira vez que ele estava lá sozinho, não com seu amigo James.
“Senhor,” o barman chamou suavemente, tocando o ombro de Dylan. “Você quer que eu chame alguém? Um amigo ou família?”
Dylan resmungou fracamente, mas não levantou a cabeça ou ofereceu uma resposta. O barman suspirou, olhando ao redor do quarto com preocupação.
“Senhor,” ele tentou novamente, se inclinando mais para perto. “Você pode me dar seu telefone? Eu ligo para alguém para você.”
Antes que Dylan pudesse reagir, uma voz suave e assertiva interrompeu. “Não se incomode.”
O homem olhou para cima e viu uma mulher se aproximando com um passo confiante.
Erica parou ao lado de Dylan e disse firmemente, “Vou levá-lo para casa.”
“Você é…” O homem olhou para ela com ceticismo.
“Eu sou a prima dele,” Erica respondeu suavemente. Ela deslocou sua atenção para Dylan. “Acorda, Dylan.” Ela sacudiu seu ombro levemente. “É hora de ir para casa.”
Dylan fez uma careta e olhou para cima, seus olhos turvos mal a reconhecendo. “Quem… quem é você?” ele arrastou.
“Sou eu, Erica.”
“Erica?” As sobrancelhas de Dylan se juntaram em confusão enquanto ele tentava focar no rosto dela. “O que… por que você está aqui?”
“Eu vim aqui com minhas amigas. Vamos, vamos para casa.” Ela estendeu a mão para pegar seu braço.
Dylan resistiu, sacudindo o braço de forma lenta para se libertar. “Eu não… eu não quero ir para casa.”
A expressão de Erica se endureceu, uma onda de frustração passando por seu rosto. “Não cause uma cena aqui. Está tarde e você está bêbado. Você não pode ficar aqui assim.”
Ela agarrou seu braço novamente, desta vez com mais força, e o puxou para ficar de pé. Dylan balançava instavelmente, se apoiando no bar.
“Vamos sair daqui primeiro.” Erica passou um braço em volta da cintura dele, guiando-o em direção à saída.
Dylan balançava, mas Erica o apoiava enquanto o conduzia para fora do bar. “Ai, meu Deus, Dylan.” Erica franziu a testa, rangendo os dentes enquanto o guiava em direção ao seu carro. “Você está uma bagunça.”
“Ugh, minha cabeça,” Dylan gemeu. Ele sentiu que o chão sob seus pés estava se movendo. Seu estômago se revirava violentamente e, antes que pudesse se conter, ele vomitou no pavimento.
“Nojento!” Erica gritou, recuando em nojo e pulando para trás para evitar o respingo. Seu rosto se contorceu de repulsa enquanto ela inspecionava sua saia.
Dylan se apoiou na parede, sua cabeça latejando como se um martelo a atingisse repetidamente. “Droga,” ele murmurou, beliscando a ponte do nariz. “Tudo está girando.”
“Você é tão nojento,” Erica estalou, ainda mantendo distância. ‘Se eu não precisasse de você para o meu plano, já teria te deixado aqui,’ ela pensou, irritada. Mas ela se lembrou do que tinha que fazer e, para isso, ela tinha que suportar todo esse incômodo.
Ela respirou fundo, forçando uma calma falsa. “Tudo bem, vamos te levar para casa antes que você se envergonhe ainda mais.”
“Não preciso da sua ajuda.” Dylan afastou a mão dela, tentando se manter ereto, mas suas pernas o traíram e ele tropeçou para frente.
“Pare de ser teimoso, Dylan.” A irritação foi evidente em sua voz. “Você nem consegue andar, quanto mais ir para casa sozinho.” O aperto dela se intensificou enquanto ela o puxava em direção ao carro. “Vou garantir que você esteja seguro. Agora, ande.”
Erica o manobrou para o banco de trás, praticamente o empurrando para dentro. Ele colapsou pesadamente no assento, gemendo de desconforto. “Como você ousa,” ele resmungou, com os olhos semi-cerrados. “Eu vou te punir por isso.”
“Calado,” Erica estalou. “Você já estragou minha noite. Continue falando e eu te deixo num fosso em vez de levar você para casa.”
Batendo a porta com força, ela subiu no assento do motorista e começou o carro.
Dylan murmurou algo incoerentemente, lutando para se sentar ereto. Erica apertou o volante, seu pé pressionando forte no acelerador. Os pneus chiaram contra o concreto da entrada enquanto ela saía em alta velocidade do estacionamento.
O corpo de Dylan balançava incontrolavelmente com o movimento, sua cabeça batendo contra a janela com um baque surdo. “Ugh…” ele gemeu fracamente, a dor aguda aumentando a névoa de sua embriaguez. Sua visão embaçava ainda mais até que a escuridão o dominou, deixando-o caído e inconsciente no banco de trás.
Erica olhou para sua forma imóvel pelo retrovisor, seus lábios formando um sorriso sinistro. “É melhor assim,” ela murmurou baixinho. “Pelo menos agora eu não tenho que ouvir seu choramingar patético.”
As ruas do centro passavam em um borrão até que Erica chegou ao pequeno estacionamento do Hotel Luz do Luar. Uma figura sombria emergiu das trevas.
Abaixando o vidro, ela encontrou o olhar frio do homem. “Ela está aqui?”
“Ela já está esperando no quarto,” o homem confirmou secamente.
“Bom. Certifique-se de que os paparazzi sejam avisados antes que ele saia do hotel amanhã de manhã. Quero que todas as manchetes gritem sobre seu ‘caso secreto.’ Entendeu?”
“Entendido.” O homem deu um aceno brusco.
Erica apontou para a forma inconsciente de Dylan no banco de trás. “Leve-o para dentro.”
O homem abriu a porta traseira e arrastou Dylan para fora do carro de forma desleixada, o corpo frouxo pesadamente enquanto ele o levava em direção ao hotel. Erica assistiu à cena se desenrolar com um sorriso sinistro. “Amanhã, todos vão acreditar que Dylan está tendo um caso com Gianna,” ela murmurou. “Pobre Ava… Ela ficará devastada. Ela vai deixá-lo de vez desta vez.”
Enquanto o homem desaparecia pelas portas do hotel com Dylan a reboque, Erica mudou de marcha e saiu dirigindo.
Dentro do hotel…
O homem arrastou Dylan para um quarto mal iluminado e o jogou na cama antes de sair rapidamente. A queda fez Dylan acordar, suas pálpebras se abrindo momentaneamente.
“Ugh…” ele gemeu, a mão se debatendo para se apoiar enquanto tentava se sentar. Sua cabeça estava pesada, como se uma força invisível pressionasse contra seu crânio, e seus membros estavam lentos.
O quarto girava ao seu redor. Ele caiu de volta na cama e fechou os olhos apertados numa tentativa de recuperar algum controle.
O som fraco de passos se aproximando chegou aos seus ouvidos, lento e deliberado. Seu corpo se tensou instintivamente. Forçando suas pesadas pálpebras a se abrirem, o olhar de Dylan vagou até pousar em uma figura parada ao lado da cama.
Era uma mulher. A luz fraca do abajur ao lado da cama revelava apenas o suficiente para discernir seu contorno, deixando seu rosto obscurecido.
“Quem é você?” ele perguntou rouco, piscando frequentemente como se tentasse trazer a figura a foco. Sua respiração acelerou enquanto a mulher subia na cama e se movia em sua direção.
“Sou eu. Não me reconhece?” A mulher subiu na cama com uma as sutileza e se aproximou mais, sua presença avassaladora enquanto ela se inclinava em direção a ele. O perfume leve, sedutor e intenso dela encheu o ar, fazendo seu estômago se revirar.
Dylan apertou os olhos, sua mente turvada pelo álcool. Seus instintos gritavam por clareza, por entendimento, mas seu corpo o traía, lento e irresponsivo.
Os olhos de Gianna brilhavam com um desejo desenfreado. Ela esperou por esse momento, sonhou com ele, e agora era seu. Sua vulnerabilidade era uma chance que ela não podia deixar escapar.
“Sou eu,” Gianna sussurrou enquanto corria o dedo pelo seu maxilar. “E esta noite, você é todo meu.”