Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 202
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202: Você ainda quer estar com ele. 202: Você ainda quer estar com ele. Dylan deslizou para o carro estacionado do lado de fora do hospital. Justin, sentado no banco da frente, segurava um tablet, mostrando as imagens das câmeras de segurança do hospital. “Estive revisando as imagens”, disse ele seriamente. “Até agora, nada fora do comum, mas vai levar algum tempo para analisar tudo minuciosamente.”
“Continue procurando”, Dylan ordenou. “Há algo estranho em tudo isso. Tenho certeza que o Dr. Fisher está envolvido de alguma forma. Certifique-se de investigar o passado dele também.”
Justin assentiu, reconhecendo a seriedade da situação. “Entendido, senhor. Não deixaremos pedra sobre pedra.”
Dylan recostou-se no banco, fechando os olhos. “Alguma novidade do escritório?” ele perguntou, pressionando os dedos contra a testa.
“Está tudo tranquilo lá. Os rumores foram contidos por enquanto. Não mais sussurros sobre Senhora Ava.”
Dylan suspirou, um pequeno alívio cruzando seu rosto. “Bom. Vamos para o escritório agora.”
Justin assentiu e ligou o motor.
Mais tarde naquele dia…
Ava sentou-se ao lado da cama de seu pai, esperando que ele acordasse. O médico havia dito que ele acordaria a qualquer momento. Seu coração acelerou ao notar Thomas lentamente abrindo os olhos. Alívio a inundou, misturando-se à onda avassaladora de emoção.
“Papa.” Seus lábios tremeram em um sorriso enquanto seus olhos se enchiam de lágrimas. “Você finalmente acordou.”
“Não chore”, Thomas murmurou suavemente, sua mão frágil se levantando para enxugar as lágrimas que haviam escorrido pelo rosto de Ava.
Ava segurou sua mão. “Não estou chorando. Estou apenas tão aliviada… e feliz que você está bem.” Ela piscou para afastar as lágrimas. “Eu estava com tanto medo, mas… Dylan… ele providenciou o melhor médico para cuidar de você.”
Ao ouvir o nome de Dylan, os olhos cansados de Thomas se aguçaram com um lampejo de interesse. “Você disse Dylan?” Ele não a ouvia falar sobre Dylan com tanto orgulho por um tempo, muito menos elogiando-o.
Ava assentiu. “Ele contatou Henry e pediu para ele vir ao hospital. E Henry veio.” Ela engasgou com as emoções. “Tudo ocorreu bem, e foi tudo possível por causa de Dylan.”
Thomas a observou com incredulidade enquanto absorvia as palavras de Ava. A imagem da atitude distante e fria de Dylan em relação a ele que ele conhecia era um contraste gritante com o que Ava acabara de compartilhar. A ideia de Dylan se esforçar para garantir um especialista de ponta era ao mesmo tempo confortante e impressionante.
“Onde ele está?” Thomas perguntou rouco. “Chame-o. Quero agradecer a ele.”
“Ele foi para o escritório”, disse Ava suavemente. “Você pode agradecer a ele depois, Papa. Agora você precisa do médico, não do Dylan.” Ela estendeu a mão e pressionou o botão de chamada ao lado da cama.
Momentos depois, a porta se abriu, e um médico acompanhado de uma enfermeira entrou na sala. O médico, um homem de meia-idade composto, cumprimentou-os com um pequeno aceno. “Você está acordado, Sr. Williams.” Aproximando-se da cama, ele verificou os sinais vitais de Thomas. “Como você está se sentindo?”
“Apenas um pouco tonto”, Thomas conseguiu.
“Isso é normal”, o médico o tranquilizou. “É por causa da anestesia. Isso vai passar logo.” Ele se virou para a enfermeira, falando em tom baixo e dando instruções específicas. A enfermeira se moveu com precisão silenciosa, ajustando linhas de soro e fazendo anotações em uma prancheta.
O médico terminou seu exame e se voltou para Ava com um sorriso tranquilizador. “Não há motivo para preocupação. Ele está se recuperando muito bem. O que ele mais precisa agora é de descanso. Tente não deixá-lo falar muito por enquanto.”
Ava assentiu, sorrindo agradecida. “Eu entendo, doutor. Muito obrigada.”
Quando o médico saiu da sala, a atenção de Ava voltou para o pai. Ela ajeitou o cobertor mais firmemente ao redor dele. “Descanse agora. Eu estarei aqui.”
Thomas assentiu lentamente, seus olhos se fechando.
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Ava retornou para casa à noite. Exausta, seus passos eram pesados. Ela suspirou, esfregando a têmpora para amenizar a dor surda em sua cabeça. “Eu só preciso de um banho e um pouco de sono”, ela murmurou enquanto caminhava para o quarto.
Mas seus pensamentos foram interrompidos abruptamente quando a porta do banheiro rangeu ao abrir. Ela congelou, seu coração pulando na boca enquanto uma figura emergia.
Dylan estava lá, gotas de água brilhando em seu peito desnudo, seu físico esculpido e descaradamente à mostra. Os olhos de Ava a traíram enquanto demoravam um momento a mais, um calor surgindo dentro dela que ela não conseguia abafar completamente.
“Você!” ela exclamou. “O que você está fazendo aqui?”
Os lábios de Dylan se curvaram em um sorriso malicioso, sua mão passando casualmente pelos cabelos úmidos. “Eu não disse?” ele disse suavemente, jogando a toalha em sua direção. “Meu lar é onde você está.”
A toalha pousou desajeitadamente em suas mãos, e ela a encarou, seu queixo caído com incredulidade. Ele caminhou até o guarda-roupa com um ar de confiança como se ele possuísse o lugar. Abriu o guarda-roupa, vasculhando suas roupas.
Sua boca se abriu para protestar, mas nenhuma palavra saiu. Em vez disso, sua mente disparou. ‘Quando ele trouxe suas coisas para cá?’
Dylan podia sentir o olhar dela sobre ele. Ele olhou por cima do ombro com um brilho de travessura nos olhos. Então, sem hesitar um momento, deixou a toalha em volta da cintura cair no chão.
O fôlego de Ava ficou preso enquanto ela girava sobre os calcanhares, suas mãos voando para cobrir o rosto. O calor subiu pelo seu pescoço, inundando suas bochechas.
Atrás dela, Dylan riu baixinho. “Relaxe, Ava”, ele provocou, deslizando para dentro de suas calças. “Você já viu cada centímetro do meu corpo.” Ele vestiu uma camisa branca com facilidade deliberada.
Ava apertou os lábios, recusando-se a dignificar seu comentário com uma resposta. Em vez disso, ela se concentrou em estabilizar sua respiração.
Dylan virou-se para ela, ajustando as mangas. “Estou com fome. Vou pedir comida. O que você gostaria de comer?”
“Não, não peça,” ela disse rapidamente. “Eu vou cozinhar.” Sem olhar em sua direção, ela pendurou a toalha num cabide e saiu do quarto às pressas, como se estivesse tentando escapar.
Até o momento em que ela chegou à cozinha, o coração de Ava estava batendo tão ferozmente que ecoava em seus ouvidos. Ela pressionou a palma da mão contra suas bochechas aquecidas. “Por que meu coração está acelerado assim?” ela se perguntou, frustração misturando-se com confusão.
Isso tinha acontecido no passado quando ela amava loucamente Dylan. Mas isso já tinha acabado. Não tinha? Então por que essa agitação em seu estômago?
‘Você ainda quer ficar com ele,’ uma voz murmurou em sua cabeça.
“Não…” Ela balançou a cabeça. “Isso é impossível. Eu terminei as coisas com ele. Eu só quero agradecê-lo por salvar o Papa. É só isso.”
Ela se assegurou de que não havia deixado nenhum sentimento por Dylan em seu coração e que estava cozinhando para ele apenas para expressar sua gratidão.
“Você está pensando em mim?” Seus monólogos internos vacilaram quando uma voz baixa e familiar cortou seus pensamentos.
Ela pulou e girou, assustada, seus olhos arregalados encontrando o olhar firme e intenso de Dylan.