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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 200

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  3. Capítulo 200 - 200 O dilema 200 O dilema O sorriso de Ava desvaneceu seu
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200: O dilema 200: O dilema O sorriso de Ava desvaneceu, seu olhar baixando para as pontas de seus dedos enquanto uma nuvem de tristeza passava por seu rosto. “As coisas entre Dylan e eu chegaram a um ponto onde não consigo imaginar voltar para ele.” Ela forçou um sorriso fraco. “Sim, eu vejo as mudanças nele. Ele está tentando, e isso é bom. Mas existem algumas feridas que só o tempo pode curar, não apagar. A dor no coração pode diminuir, mas esquecer tudo como se nunca tivesse acontecido – isso é impossível. Um copo quebrado não pode ser remontado. Nem um coração partido.”

Lilianna não disse nada. Ela a observou, sentindo sua dor. “Eu entendo,” ela finalmente disse. “Não é fácil perdoar, muito menos esquecer. Mas se sua decisão de manter distância de Dylan é por causa do retorno de Erica, então eu acho que talvez você esteja entendendo mal ele. Ele tem um plano para expô-la. Por isso ele permitiu que ela voltasse.”

“Expor Erica!” Ava repetiu, confusão misturando-se com incredulidade. Ela nunca tinha pensado nessa possibilidade.

Lilianna assentiu, seu olhar firme. “Dylan descobriu a conexão dela com o roubo dos fundos da empresa. Agora, ele não tem evidências da conexão direta dela para tomar uma ação legal. É por isso que ele a trouxe de volta. Ele está trabalhando com Rylee Shaw para reunir provas e expô-la.”

Ava piscou, atônita com a revelação. Ela sabia sobre as reuniões de Dylan com Rylee, mas não tinha ideia de que Erica fazia parte do esquema maior. Memórias de Dylan tentando explicar seus motivos para suspender a proibição sobre Erica cintilaram em sua mente. Todas as vezes, algo o interrompia antes que ele pudesse esclarecer totalmente. Agora, a verdade estava aí, e a atingiu como uma onda.

Seu peito apertou com uma mistura de angústia e arrependimento.

Dylan tinha trabalhado incansavelmente para consertar as fraturas em seu relacionamento, mas ela continuou a vê-lo através das lentes de seu doloroso passado. E mais importante, ele tinha se desdobrado para garantir que a cirurgia de seu pai fosse um sucesso.

Esse Dylan não era o homem frio e distante que ela se lembrava de sua vida anterior. Ele tinha estado ao seu lado, lutando para salvar seu pai no momento mais sombrio.

‘Talvez ele realmente tenha mudado,’ ela pensou. ‘Talvez a história não tenha que se repetir.’
Mas mesmo com esse pensamento emergindo, sua hesitação persistiu. Confiança não era algo que ela podia dar livremente—não depois de tudo o que tinha acontecido.

‘Eu não posso me apressar nisso,’ ela resolveu silenciosamente. Ela esperaria pelos resultados dos exames de sangue de seu pai. Só então ela poderia determinar se poderia confiar nele.

“Ava, por favor não pense que estou tentando pressioná-la.” Lilianna estendeu a mão sobre a mesa, segurando as mãos de Ava gentilmente.

Ava piscou, saindo de seus pensamentos, e encontrou o olhar sincero de Lilianna.

“Estou apenas compartilhando o que eu sei,” Lilianna continuou. “Sei que Dylan cometeu erros, mas eu realmente acredito que ele está se esforçando para mudar. E sim, eu ficaria feliz em ver vocês dois se reconciliarem, mas a escolha é inteiramente sua. Seja qual for a decisão que você tomar—seja para seguir em frente com ele ou se afastar—você sempre terá meu apoio.”

A sinceridade nas palavras de Lilianna despertou algo no coração de Ava, mas antes que ela pudesse responder, o telefone de Lilianna vibrou. Olhando para a tela, o rosto dela se iluminou. “É o Henry,” ela disse com um sorriso e atendeu a chamada. “Alô.”

“Estou voltando para casa. Prepare-se. Vamos sair.”

Lilianna animou-se. “Espere um segundo. Estou almoçando com Ava. Por que você não se junta a nós?”

Houve uma breve pausa antes da voz de Henry retornar, tingida de curiosidade. “Você está com Ava?” Seus olhos piscaram para Dylan, que se enrijeceu em seu assento ao mencionar Ava.

“Sim,” Lilianna respondeu alegremente. “Fui ao hospital vê-la e decidimos almoçar juntas. Ainda nem começamos a comer. Vem se juntar a nós.”

Henry deu uma risada leve. “Certo, me envie o endereço.”

“Você já conhece o lugar,” Lilianna provocou com um sorriso maroto. “É onde a gente se conheceu pela primeira vez. Com certeza você não se esqueceu, né?”

O sorriso de Henry se alargou enquanto as memórias voltavam. “Como eu poderia esquecer? Aquele lugar guarda muitas memórias. Eu e Dylan estaremos lá em breve. Nos espere.”

Henry encerrou a chamada, guardando seu celular no bolso. Ele levantou os olhos para Dylan, um sorriso malicioso nos cantos dos lábios. “Lilianna e Ava estão almoçando juntas. Elas nos convidaram para se juntar a elas. Não sei você, mas eu estou com fome.” Ele se levantou da cadeira. “Vamos lá comer.”

Dylan se levantou, antecipando ter um tempo com Ava. Um lampejo de excitação passou por seus olhos. “Certo. Vamos lá.”

Sem mais delongas, os dois homens saíram juntos do hospital.

No restaurante…
O sorriso alegre de Lilianna permaneceu enquanto ela colocava o telefone de lado e olhava para Ava. “Eles estão a caminho,” ela anunciou animadamente.

No entanto, Ava sentiu uma onda de inquietação a invadir. A ideia de encarar Dylan a enchia de emoções conflitantes. Gratidão puxava seu coração por tudo que ele tinha feito, mas as feridas do passado ainda persistiam, sua amargura nublando sua confiança. O pensamento de sentar-se à mesma mesa que ele a fazia apertar o peito com ansiedade.

“Preciso usar o banheiro,” Ava disse abruptamente, empurrando sua cadeira para trás e saindo apressada.

Lilianna observou sua forma distante com preocupação. “Ela está bem?”

Dentro do banheiro…
Ava se debruçou sobre a pia, agarrando sua borda enquanto olhava para seu reflexo. Sua respiração estava irregular, e suas bochechas quentes com a inquietação girando dentro dela. Ela girou a torneira e jogou água no rosto. No entanto, a água fria fez pouco para acalmar a tempestade de pensamentos que rugiam em sua mente.

Memórias das recentes ações de Dylan se repetiam. Ela se lembrou de como ele a tinha defendido contra o conselho de administração, desmontando suas acusações com determinação firme. Ela se lembrou de como ele tinha silenciado os rumores falsos espalhados pelos funcionários, defendendo-a. Todas essas coisas eram inesperadas e ao mesmo tempo apreciativas.

Mas ela nunca realmente o tinha agradecido por seus esforços. E agora, conhecendo a verdade sobre Erica e entendendo o alcance dos esforços de Dylan para salvar seu pai, ela sentia as bordas de sua amargura começarem a desfocar.

Talvez Dylan não tivesse mais sentimentos ruins pelo pai dela. Talvez ele tivesse abandonado a ideia de se vingar dele. Se não, ele não teria feito tanto para salvá-lo.

Ela levantou a cabeça e olhou para seu reflexo no espelho. Poderia ela permitir-se acreditar que Dylan não era mais o homem que ela tinha ressentido por tanto tempo?

A mulher olhando de volta para ela parecia conflitante. Mas havia um brilho tênue de esperança naqueles grandes olhos – uma esperança de que a história não se repetiria desta vez.

‘Talvez desta vez, a história seja diferente,’ seu coração sussurrou o que sua mente hesitou em reconhecer.

O passado já não parecia como um roteiro imutável. Ela tinha feito escolhas que divergiam do caminho que ela uma vez caminhou. Ela tinha se divorciado de Dylan, quebrando as correntes de um relacionamento tóxico. Seu pai tinha sofrido um ataque cardíaco, mas ele foi salvo. Essas eram vitórias, provas de que a roda do destino tinha girado.

‘Talvez eu não vá sofrer como na minha vida passada,’ ela pensou. ‘Talvez a paz retome em minha vida.’

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