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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 198

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  3. Capítulo 198 - 198 Por que Dylan está agindo de forma tão secreta 198 Por
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198: Por que Dylan está agindo de forma tão secreta? 198: Por que Dylan está agindo de forma tão secreta? “Seu tolo.” A voz furiosa do Dr. Smith cortou o crescente pânico de Mathew. “Você percebe o que fez? Dylan Brooks não é apenas um homem comum. Ele é o doador anônimo que tem mantido este hospital à tona. Sem as doações dele, este hospital teria dificuldades de manter suas portas abertas, quanto mais manter suas instalações de primeira linha.”

Mathew piscou confuso, sua boca se abrindo para responder, mas o decano não lhe deu chance.

“Ele tem doado mais do que você pode imaginar, tudo enquanto permanecia nas sombras. E você—seu arrogante tolo—acabou de provocá-lo. Se ele retirar o financiamento por causa disso, todo o hospital vai sofrer.”

A voz do Dr. Smith ficou ainda mais fria desta vez. “Não tomei medidas contra você por causa de seu desempenho passado e experiência. Mas agora? Olhando para sua arrogância, tenho que reconsiderar. Reze para que Dylan não descubra algo contra você. Se descobrir, você perderá mais do que seu emprego. Agora saia da minha frente.”

Mathew cambaleou para fora da sala, as pernas fracas sob ele. As palavras do decano ecoavam em sua mente, mas foi a ameaça de despedida de Dylan que mais o assombrou.

Ele ligou para Lydia imediatamente. A primeira tentativa ficou sem resposta, mas seus nervos não o deixaram desistir. Ele rediscou, e depois de alguns toques tensos, a voz afiada e impaciente dela cortou o silêncio.

“Por que você está me ligando?” Lydia sibilou. “Eu não disse para nunca me contactar nesta linha?”

“Eu sei, mas é urgente,” Mathew respondeu. “Temos um problema sério.”

“O que é agora?” Lydia estalou. “Thomas ainda não morreu? Se você fez o seu trabalho, peça demissão. Finja que está chateado e diga ao Dr. Smith que não pode continuar trabalhando lá. E então, sua recompensa—cinquenta milhões em dinheiro e uma vila no Havaí—estarão esperando.”

“Tsk, eu nem sequer tive a chance de entrar na sala de cirurgia, quanto menos fazer a cirurgia.” Mathew fez uma careta, esfregando as têmporas. “Seu sobrinho me impediu antes mesmo de eu tentar qualquer coisa. Pior, ele está desconfiado de mim. Ele disse que iria me investigar.”

“O que você disse? Dylan… te impediu!” A revelação explodiu como uma bomba, e Lydia teve a sensação de que seu cérebro tinha explodido. Ela tinha claramente visto Dylan saindo do hospital. Por que ele tinha voltado tão cedo? Ele já tinha encontrado Henry?

“Ele resgatou o Dr. Henry, que agora está ocupado tentando salvar Thomas,” Mathew resmungou, a frustração roendo seu coração. “Não só isso, mas ele disse que aqueles sequestradores propositalmente o impediram de chegar ao hospital, para garantir que ele não pudesse fazer a cirurgia. Todos estão desconfiados agora, e eu sou o principal alvo deles. Se cavarem isso, não sou só eu que vou cair. Você também estará em perigo.”

“Cale-se e me deixe pensar,” Lydia estalou.

Mathew desabou em sua cadeira. Gotas de suor agarradas à sua testa enquanto ele esfregava o rosto com as mãos trêmulas. “Tudo bem. Mas apresse-se. Se Dylan continuar investigando, acabamos os dois.”

“Dylan não deveria descobrir que nos encontramos hoje,” a voz de Lydia preencheu seu ouvido após um tempo. “Quanto aos sequestradores, não se preocupe. Dylan não vai conseguir rastreá-los. Eles cobriram seus rastros muito bem. Apenas certifique-se de que Dylan não consiga as filmagens da vigilância fora da sua sala. Se ele conseguir, tudo o que trabalhamos para construir vai se desfazer.”

Mathew engoliu em seco, sua garganta seca. “Mas—e se ele já tiver pedido?” ele gaguejou.

“Então é melhor garantir que não exista mais,” Lydia estalou, cortando sua hesitação. “Faça o que for necessário, Mathew. Você não tem o luxo de erros agora.”

A linha foi cortada, deixando Mathew no silêncio opressivo do seu escritório. Ele soltou um suspiro trêmulo, pânico e medo se agitando em suas entranhas.

Quando Dylan voltou para a área de espera, hesitou ao avistar Nicholas emergindo. Seus olhos se encontraram, uma tensão silenciosa crepitando no ar.

O olhar de Dylan se moveu além dele e pousou em Ava antes de recair sobre Nicholas. Ele podia claramente dizer que Nicholas estava lá para encontrar Ava.

“O que você está fazendo aqui?” Dylan exigiu friamente.

Nicholas não se intimidou. Sua postura permaneceu firme enquanto ele respondeu, “Estou aqui por Ava.”

“Ela tem a mim,” Dylan rebateu com uma mistura de possessividade e desafio. “Ela não precisa de mais ninguém.”

Nicholas riu, olhando para o espaço entre eles e depois erguendo os olhos de volta para ele. “Aqui vai um conselho gratuito: Não deixe a insegurança consumir você. Se seu amor por ela for verdadeiro, pare de ser ciumento e foque em reconquistar a confiança dela. Ou então,” ele deu um passo em direção a ele e inclinou-se levemente, “você a perderá.” Com um leve toque no ombro de Dylan, ele acrescentou, “Pense nisso.”

Ele passou por ele, sua postura exalando autoconfiança. Dylan permaneceu parado no lugar, seus olhos acompanhando a figura que se afastava de Nicholas. “Ele quis dizer que está recuando de Ava?” ele se perguntou em transe, sua mente presa em um turbilhão de confusão e dúvida.

O leve alvoroço do lado de fora da sala de cirurgia tirou Dylan de seus pensamentos. Seus olhos se voltaram para a fonte, e ele viu Henry saindo. Ele se moveu em sua direção propositadamente, mas antes que pudesse alcançá-lo, Ava avançou, seu rosto pálido de preocupação.

“Como está o Papa?” Sua voz tremia, suas mãos se apertando firmemente, lágrimas ameaçando cair.

Henry mostrou um sorriso. “A cirurgia foi bem-sucedida. Seu pai está fora de perigo.”

Alívio percorreu Ava, seus joelhos quase cedendo enquanto ela soltava um suspiro trêmulo. “Obrigada – obrigada, Henry, por salvar meu pai.” Um sorriso apareceu em seu rosto marcado por lágrimas.

Henry riu. “Se você quer agradecer a alguém, agradeça a Dylan.” Ele acenou na direção de Dylan, parado a uma curta distância. “Ele é quem insistiu para eu vir ao hospital. Eu estaria aproveitando um dia relaxante com Lilianna de outro jeito. Não só isso, mas ele também garantiu que eu chegasse aqui o mais rápido possível. O crédito por salvar seu pai é dele.”

Dúvida permanecia em sua mente. Ela não podia esquecer a forma fria e calculada com que ele havia admitido ter envenenado seu pai antes. Mas nesta vida, ele tinha feito de tudo para garantir que Thomas recebesse o melhor atendimento. Gratidão e suspeita travavam uma batalha em seu coração.

“Não ouça ele,” Dylan interveio. “Não vou tomar crédito pelo trabalho dele.” Virando seu foco para Henry, ele acrescentou seriamente, “Preciso falar com você. Em particular.”

“Claro.” Henry deu um aceno educado para Ava antes de seguir Dylan pelo corredor, seus passos rápidos e decisivos.

Ava permaneceu imóvel, observando as figuras que se afastavam, seu coração pesado com perguntas sem resposta. “Por que Dylan está agindo tão secretamente? O que ele está escondendo?”

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