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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 196

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  3. Capítulo 196 - 196 A suspeita 196 A suspeita A mente de Ava girava com
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196: A suspeita 196: A suspeita A mente de Ava girava com confusão e pavor enquanto ela tentava juntar todas as peças. Ela mal conseguia pensar em outra coisa senão na segurança de Henry. “Como está Henry? Ele está machucado?”

“Sim, ele está bem. Está a caminho e chegará em breve.”

Momentos depois, o som de passos apressados preencheu o corredor, e Henry chegou, vestido em uniforme verde, pronto para a cirurgia. Seu rosto estava calmo e resoluto como se nada tivesse acontecido.

Dylan o interceptou brevemente, seu olhar escaneando-o em busca de qualquer sinal de dano. “Você está bem, parceiro?”

Ava também se aproximou e o observou preocupada.

Henry ofereceu um pequeno sorriso tranquilizador. “Estou bem, Dylan. Não se preocupe comigo. Agora, concentre-se em rezar pelo seu sogro. Vamos esperar que a cirurgia corra bem. Falaremos sobre todo o resto depois.” Acenando de forma concisa para Ava, ele entrou na sala de operação.

Conforme a porta se fechou com um clique, a expressão de Dylan se tornou sombria, seus pensamentos se voltaram para Mathew Fisher. Ele não conseguia se livrar da suspeita que o roía. A mudança súbita de atitude do Dr. Fisher e suas ações suspeitas eram coincidências demais para ignorar.

“Este médico tem alguma conexão com Lydia e Erica,” seu pensamento sussurrou.

Mas ele queria ouvir da boca dele. Dylan firmou os ombros, pronto para interrogar Mathew Fisher.

“Para onde você vai?” A pergunta de Ava o deteve justo quando ele deu um passo à frente.

“Voltarei logo. Fique aqui.” Com isso, ele se afastou.

Ava afundou na cadeira, seu olhar se movendo para as portas fechadas da sala de operação.

Nicholas entrou no hospital, seu coração batendo preocupado após ouvir as notícias sobre o estado de Thomas. Conforme andava pelo corredor em direção à sala de operação, ele viu Ava desabada numa cadeira, seus ombros caídos. Ele correu até ela e se abaixou na cadeira ao seu lado.

“Ei, você está bem aí,” ele disse suavemente, chamando a atenção dela.

Ava virou a cabeça em direção a ele, seus olhos vermelhos encontrando o olhar preocupado dele. “Nicholas”, ela murmurou, tentando um sorriso fraco. Mas lágrimas encheram seus olhos, e um soluço escapou de sua boca. “Papa está…”

“Shh…” Nicholas interrompeu, puxando-a para um abraço reconfortante. “Eu sei, Ava. Eu sei de tudo.”

Ele acariciou seu cabelo suavemente. “Ele vai ficar bem. O melhor médico está cuidando da cirurgia dele agora. Você precisa parar de se preocupar e se preparar para encontrá-lo quando tudo acabar.”

Ele pausou, seu tom ficando brincalhão quando falou novamente. “Você sabe que ele não iria querer te ver com olhos inchados e rosto avermelhado.” Ele esperava que isso a fizesse parar de chorar. E teve sucesso.

Apesar de sua tristeza, um sorriso suave escapou dos lábios de Ava, misturando-se com seus soluços silenciosos. Nicholas sempre tinha um jeito de amenizar seus fardos, mesmo nos momentos mais sombrios.

“Obrigada por vir,” ela sussurrou, enxugando as lágrimas com dedos trêmulos.

“Claro que eu vim. Somos amigos, Ava. É isso que amigos fazem.” Ele estendeu a mão e pegou as dela, apertando-as gentilmente. Mas sua postura tranquilizadora logo vacilou, uma centelha de inquietação cruzando seu rosto.

“Eu também ouvi sobre o caos aqui. Não entendo porque Dylan estava tão determinado em impedir o Dr. Fisher de realizar a cirurgia. Ele é o cirurgião mais sênior deste hospital.”

“Dylan suspeita que o Dr. Fisher teve algo a ver com o sequestro de Henry,” Ava disse num torpor.

Nicholas ficou em silêncio. Ele levou algum tempo para processar o que acabara de ouvir. “Espera—o quê? Dr. Henry foi sequestrado?”

Ava assentiu lentamente. “Ele disse que alguns capangas sequestraram Henry para impedir que ele viesse ao hospital. E o Dr. Fisher, que havia se recusado terminantemente a fazer a cirurgia antes, de repente mudou de ideia quando Henry não apareceu a tempo. Dylan acha que tudo está conectado.”

Nicholas a ouviu atentamente, refletindo sobre suas palavras. Uma mistura de incredulidade e inquietação girou dentro dele. “Isso é… inacreditável,” ele murmurou em voz baixa.

O Dr. Mathew Fisher tinha sido seu médico, e parecia bastante competente. Como ele poderia estar envolvido em um crime como sequestro?

‘Estou perdendo alguma coisa?’ Nicholas se perguntou interiormente.

No entanto, ele deixou essa questão de lado por um momento e respondeu ceticamente. “Ele pode ter tido seus motivos para recusar a cirurgia inicialmente. Mas uma vez que ele percebeu que o Dr. Henry não apareceria, ele pode ter decidido intervir. Isso não o torna necessariamente um suspeito no sequestro. Pode ter sido planejado por outra pessoa—talvez um opositor do Dr. Henry.”

Ava apenas deu de ombros. “Eu não sei. Eu realmente não sei quem está mentindo e quem está dizendo a verdade. Eu só… estou feliz que Henry esteja aqui agora. Espero que a cirurgia corra bem…” Ela se interrompeu enquanto se lembrava de algo de sua vida passada.

Dylan tinha reivindicado ter envenenado seu pai lentamente até causar um ataque cardíaco fatal. O medo em seu peito se apertou. Será que isso estava acontecendo de novo?

Ava tinha observado seu pai com dificuldade de respiração por alguns dias, sua fadiga constante. Ela tinha feito tudo o que podia para garantir que ele tomasse seus remédios no horário e só comesse refeições caseiras, mas sua saúde continuava piorando. E agora, este ataque cardíaco. Será que alguém estava envenenando-o secretamente?

“Nicholas, eu preciso da sua ajuda,” Ava desabafou.

“Tudo por você.”

“Ajude-me a testar o sangue do Papa. Secretamente,” ela insistiu, seu medo e determinação misturados. “Eu acho que alguém está lhe dando algo prejudicial.”

Nicholas não podia acreditar no que acabara de ouvir. “Você está dizendo que alguém está deliberadamente prejudicando-o?”

Ava assentiu firmemente. “Tenho certeza disso.”

Nicholas estava confuso sobre por que ela suspeitava que alguém estava tentando machucar seu pai. Ela encontrou algo que ele não sabia?

“Ele estava bem.” Ava mal conseguiu controlar suas emoções enquanto relatava os sinais que tinha observado em seu pai nos últimos dias. “Mas então ele começou a tossir. Não era um resfriado—era uma tosse seca. E ele estava sempre tão cansado. Eu disse para ele tirar alguns dias de folga, mas ele não ouviu. Ele insistiu em ir trabalhar.”

Uma sensação pesada de prenúncio se estabeleceu em seu peito enquanto Ava suspeitava que a saúde de Thomas havia se deteriorado por causa de algum veneno. Em sua vida passada, ela não tinha visto os sinais até que foi tarde demais. Ela não fazia ideia de que Dylan tinha envenenado seu pai, lentamente e insidiosamente. Desta vez, ela não poderia deixar que isso acontecesse novamente.

Neste ponto, a suspeita turvou seu julgamento, e ela esqueceu até que ponto Dylan tinha ido para trazer Henry ao hospital. Tudo o que ela conseguia lembrar eram as palavras implacáveis de Dylan.

“Ontem à noite,” ela continuou, “ele parecia muito pior. Ele nem terminava o jantar. Eu fiz sopa para ele, mas ele só comeu metade. E então esta manhã…” Sua voz se quebrou, e seus olhos se encheram de lágrimas enquanto se lembrava de encontrar seu pai imóvel no chão. “Ele teve um ataque cardíaco.”

Nicholas a observou, sua expressão cheia de preocupação e simpatia. Ele estendeu a mão e apertou seu ombro reconfortante, tentando oferecer conforto.

Ava se virou para ele e agarrou suas mãos firmemente. “Eu sei que algo está errado, Nicholas. Eu sinto isso no meu instinto. Alguém está lhe dando algo prejudicial. É a única coisa que faz sentido. Caso contrário, sua condição não teria se deteriorado tão rápido.”

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