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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 193

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193: A confusão no hospital (Parte – 1) 193: A confusão no hospital (Parte – 1) Dylan estacionou onde o carro de Henry tinha sido abandonado, seu coração batendo com medo e urgência. Ele estacionou às pressas na beira da estrada e saiu, seus olhos imediatamente se fixando em Justin, que estava perto do carro, com o telefone pressionado na orelha.

No momento em que seu olhar se desviou para o buraco de bala no para-brisa, sua respiração falhou. Um nó frio de medo torceu em seu estômago. Ele se apressou até ele. “Alguma novidade?” As palavras saíram rapidamente.

Justin encerrou a chamada e guardou o telefone de volta no bolso. “Acabamos de receber informações. A Range Rover preta — a que suspeitamos que foi usada para sequestrar o Dr. Henry — foi encontrada no subúrbio sul. Está abandonada, mas achamos que os sequestradores podem ter levado ele para algum lugar por perto.”

“Então pelo que estamos esperando”, Dylan cuspiu. “Vamos para lá.” Ele girou e caminhou de volta para seu carro, seus movimentos rápidos e determinados. Justin apressou-se atrás dele.

Enquanto o carro de Dylan rugia pela estrada, seu telefone vibrava insistentemente no painel. Dylan olhou para a tela e viu um número desconhecido. Ele fez uma careta, irritado com a interrupção. Ignorando a chamada, ele se concentrou novamente na estrada.

“Atenda o telefone, Dylan”, Henry murmurou com os dentes cerrados, inquieto. A chamada não foi atendida, para seu desânimo. Seus dedos tremiam enquanto ele ligava novamente.

Dylan olhou para a tela e viu o mesmo número. Algo clicou em sua mente. ‘E se for Henry?’ O pensamento foi suficiente para dar um choque nele. Ele pegou o telefone e atendeu, “Alô?”

“Dylan, sou eu,” disse Henry, exalando pesadamente ao ouvir a voz de Dylan.

“Henry?” As mãos de Dylan congelaram no volante enquanto ele pisava nos freios. “Onde você está? Você está ferido?”

“Estou bem,” Henry o tranquilizou, embora seu tom carregasse uma ponta de inquietação. “Alguns homens me sequestraram. Escute, estou—” Ele pausou, examinando o quarto desconhecido. Seus olhos pousaram em uma mulher idosa parada nervosamente por perto. “Senhora, onde é este lugar?” ele perguntou urgentemente.

“Subúrbio – na região sul,” a mulher gaguejou.

Henry repetiu o local no telefone. “Subúrbio sul. Dylan, venha rápido.”

“Ok, ok… Estou indo. Fique seguro.”

“Espere, não desligue,” Henry impediu Dylan de desligar a chamada. “Isso não é só um sequestro aleatório.”

O coração de Dylan pulou uma batida. “O que você quer dizer?”

“Eles não me machucaram,” Henry explicou. “Eles só queriam me impedir de chegar ao hospital.”

A mente de Dylan correu. “O que você está dizendo?”

“Isso cheira a uma conspiração mais profunda. Alguém não quer que eu faça essa cirurgia.”

O aperto de Dylan no telefone se intensificou enquanto sua mente trabalhava nas implicações.

A linha crepitou suavemente em seu ouvido enquanto Henry continuava, “Eu chamei o reitor antes de conseguir falar com você,” Henry explicou. “Eu pedi para ele esperar, mas ele me disse que o Dr. Fisher já está preparado para fazer a cirurgia.”

“Dr. Fisher?” A testa de Dylan se franziu profundamente com a menção do médico. O nome desencadeou uma recordação amarga em sua memória. Ele se lembrou vividamente do homem se recusando a tratar Thomas não muito tempo atrás. A súbita mudança de disposição parecia muito conveniente, muito calculada.

“Sim. Ele inicialmente recusou categoricamente. Agora, de repente, ele está entrando. Algo não está certo,” Henry expressou sua dúvida. “O reitor hesita em esperar por mim neste ponto, mas tenho certeza de que ele vai ouvir se você falar com ele. Por favor, Dylan — convença-o a esperar.”

“Não se preocupe, Henry,” Dylan o tranquilizou, seu tom sombrio. “Eu vou resolver isso.” Terminando a chamada, ele se virou para Justin. “Vá e traga Henry em segurança. Estou voltando para o hospital.”

Justin assentiu e saiu do carro.

Dylan girou o volante bruscamente, os pneus derrapando levemente enquanto ele acelerava.

~~~~~~~~
Ethan entrou na área de espera, seu olhar imediatamente caindo em Ava. Ela estava afundada em uma cadeira, seus ombros caídos, e seu olhar vazio fixo em algum ponto invisível à distância.

A visão dela assim o atravessou. A culpa inchou em seu peito, mas ele rapidamente a afastou, segurando nas palavras de Lydia. Esta era sua chance de fazer Ava depender dele.

O relacionamento de Ava com Dylan já estava tenso. As chances deles consertarem o rompimento pareciam quase nulas. E se ele não agisse agora, ela poderia se aproximar mais de Nicholas. Ele não podia deixar isso acontecer. Tomando um fôlego para se acalmar, ele se aproximou dela.

“Ava,” ele chamou gentilmente.

A cabeça dela virou em sua direção, e no momento em que seus olhos encontraram os dele, lágrimas transbordaram livremente de suas bochechas. “Ethan.” Sua voz se quebrou sob o peso de suas emoções. “Papa está crítico. Por que… por que isso aconteceu tão de repente? O que está acontecendo?”

“Está tudo bem.” O peito de Ethan se apertou enquanto ele se sentava ao lado dela, gentilmente a puxando para seus braços. “Não chore.”

Mas mesmo enquanto falava, sua própria culpa se refletia em seus olhos perturbados. Ele não conseguia dizer que Thomas se recuperaria. “Estou aqui,” ele acrescentou. “Vamos enfrentar isso juntos.”

“Estou assustada,” Ava engasgou. “Perdi minha mãe quando era criança. Papa é tudo que eu tenho — ele é tanto minha mãe quanto meu pai. Não posso perdê-lo também.”

As palavras dela atingiram Ethan como um golpe, seu rosto perdendo cor. Ele conhecia a realidade sombria da condição de Thomas, e esse pensamento o deixou inquieto. “Os médicos estão fazendo tudo que podem,” ele disse, forçando uma nota de segurança em seu tom. “Eles vão salvá-lo. Eles têm que.”

Havia um lampejo de esperança nele de que o médico conseguiria salvar Thomas.

“Por que você está sozinha?” Ele olhou ao redor da área de espera vazia. “Onde está Dylan?”

Ava recuou, enxugando as lágrimas das bochechas. “Ele… ele deve ter ido falar com o médico.”

A comoção do lado de fora da sala de cirurgia chamou a atenção deles. Dr. Fisher estava na frente da porta, seu rosto vermelho de frustração, enquanto dois homens de ternos pretos bloqueavam seu caminho, impedindo-o de entrar na sala de cirurgia.

“Estou aqui para fazer a cirurgia!” Dr. Fisher gritou. “Por que vocês estão me impedindo?”

“Desculpe, não vamos permitir que você entre,” um dos guardas disse desafiadoramente, se erguendo como uma parede na frente dele.

“Quem vocês pensam que são para me impedir?” Dr. Fisher latiu. “Isso é um hospital, não algum escritório corporativo. A vida do paciente está em jogo, e esta cirurgia precisa acontecer agora!”

O guarda não se moveu. “Somente o Dr. Henry está autorizado para realizar essa cirurgia.”

“Dr. Henry não está aqui!” Mathew Fisher estourou, sua voz subindo a cada palavra. “E não há garantia de que ele chegará a tempo. Cada momento que atrasamos coloca o paciente em maior risco. Agora saiam da frente e deixem-me fazer meu trabalho!”

Apesar de seu argumento apaixonado, os guardas permaneceram firmes como uma barreira intransponível. A comoção crescente atraiu uma pequena multidão de observadores curiosos, seus murmúrios adicionando à tensão no corredor.

Ava correu até eles e perguntou freneticamente, “O que está acontecendo aqui?” ela perguntou, seu olhar se fixando nos guardas. Ela os reconheceu — eram homens de Dylan. “Onde está Dylan? Por que vocês estão causando uma cena aqui?”

Dr. Fisher aproveitou o momento. “Srta. Ava, esses tolos estão me impedindo de realizar a cirurgia que seu pai desesperadamente precisa. Você sabe como a condição dele é crítica. Se demorarmos mais, ele pode não resistir.”

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