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Meu Ex-Marido Implorou Para Eu Levá-lo de Volta - Capítulo 187

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  3. Capítulo 187 - 187 Você não vai se livrar de mim. 187 Você não vai se livrar
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187: Você não vai se livrar de mim. 187: Você não vai se livrar de mim. No dia seguinte…

Ava despertou de seu sono, esticando as mãos para cima. Mas ela parou no meio do movimento quando sentiu um peso ao redor de sua cintura, registrado em sua mente ainda sonolenta. Confusa, seus dedos tocaram algo quente e sólido.

Seus olhos se abriram lentamente, e ela prendeu a respiração. Lá, firmemente enrolado ao redor de sua cintura, estava um braço. Com o coração acelerado, Ava virou a cabeça e viu Dylan deitado ao seu lado, ainda mergulhado no sono. Seu rosto estava pacífico, e sua respiração regular.

Ava piscou, sua mente lutando para entender a situação.

‘Isso não era um sonho?’ Ela fechou os olhos com força, em seguida, os abriu novamente, meio esperando que ele desaparecesse. Mas não — lá estava ele, tão real quanto as batidas erráticas de seu coração.

Não era um sonho – não podia ser.

‘Por que ele está aqui? Quando ele veio?’
Ava se lembrava de ter adormecido sozinha. Não havia ninguém ao seu lado. Como ele entrou em seu quarto?

Descrença e inquietação giravam em seu peito enquanto ela o olhava, perguntas correndo em sua mente. Ela deixara claro que eles não poderiam ficar juntos, não foi? Por que ele ainda estava se agarrando a ela?

“Dylan”, Ava chamou, sacudindo o ombro dele.

Ele resmungou em resposta, apertando mais o abraço ao redor de sua cintura. “É muito cedo. Apenas durma.”

Ava se contorceu contra seu abraço. “O que você está fazendo aqui?”

Dylan abriu os olhos lentamente, seu olhar encontrando o dela com uma calorosa sonolência. “Minha casa é onde você está. Como você se recusou a voltar à vila, eu vim aqui.”

“Ah!” Sua mandíbula caiu enquanto ela o encarava. “Como você entrou? Quem deixou você entrar? Papai?”

“Tsk…” Dylan estalou a língua com um sorriso irônico. “Não incomodei seu pai.”

Suspeita surgiu em seus olhos. “Então como? Como você entrou?”

O sorriso dele se aprofundou enquanto ele acenava em direção à varanda. Ava seguiu seu olhar, seus olhos correndo para a varanda. ‘Ele realmente escalou até aqui só para me ver?’ ela pensou, a realização atingindo-a como um choque. Mas ela balançou a cabeça, recusando-se a acreditar no absurdo.

“O que você quer dizer? Está dizendo que escalou o cano?” ela zombou, o sarcasmo pingando em seu tom.

“Sim,” Dylan disse, assentindo e sorrindo triunfante como se tivesse feito algo pelo qual deveria ser recompensado.

Ava o encarou com a boca aberta como se ele tivesse crescido uma segunda cabeça. De todas as coisas que ela achava que Dylan era capaz, essa façanha imprudente nem havia passado por sua mente. “Você é louco”, ela murmurou, seu coração martelando em seu peito.

“Eu te liguei,” Dylan começou. “Você não respondeu. Eu te enviei uma mensagem, mas você me ignorou. Fiquei fora do seu prédio por horas, apenas olhando para a sua janela, esperando que você aparecesse na varanda. Mas você nunca apareceu.”

Ava piscou, ainda abalada pelo choque e descrença.

Ela se lembrou da sua frustração da noite anterior, silenciando o telefone quando viu suas chamadas, e ignorando propositalmente suas mensagens. Ela nem mesmo se preocupou em verificar seu celular depois, assumindo que ele eventualmente a deixaria em paz. Nunca em seus pensamentos mais selvagens ela havia imaginado que ele tomaria uma medida tão drástica.

O olhar de Dylan a segurou, inabalável. “Estava congelando lá fora, e eu estava exausto,” ele continuou. “Mas não podia ir embora. Não podia simplesmente sair sem te ver. Então, fiz a única coisa que pensei — eu subi pelo cano e entrei sorrateiramente em seu quarto. Sorte sua que você esqueceu de trancar a porta da varanda.”

“Quando eu entrei, você estava dormindo.” Seu olhar se suavizou enquanto ele passava os nós dos dedos em sua bochecha. “Você estava adorável. Não pude resistir à vontade de te segurar.”

Ava congelou, seu toque enviando uma onda de arrepios por ela. Naquele momento carregado, tudo mais desapareceu para ela. A tensão entre eles, até mesmo sua própria resolução parecia se dissolver sob a intensidade do olhar de Dylan. Seus olhos, profundos e penetrantes, a mantinham cativa, puxando-a para uma força magnética da qual ela não conseguia escapar.

O calor que irradiava dele a envolvia, puxando-a mais para dentro de seu núcleo, querendo se dissolver nele.

Enquanto seu dedo roçava seus lábios, um arrepio percorreu sua espinha. Seus olhos se fecharam, seus lábios se entreabriram involuntariamente, como se o convidassem para dentro.

A respiração de Dylan ficou irregular, sua contenção se desfazendo nas bordas. Incapaz de resistir, ele se inclinou, capturando seus lábios num beijo fervoroso. Por um momento, ela congelou, presa entre instinto e resistência. Então, como se recuperando o controle, ela o empurrou.

“Pare,” ela sussurrou, suas palmas pressionando firmemente contra seu peito.

Um olhar magoado atravessou o rosto dele. “Por quê?” ele exigiu. “Você claramente me quer. Eu posso sentir. Por que você está resistindo?”

“Eu não quero isso,” ela retrucou, lutando para sair de seu abraço.

“Você está mentindo.” Ele a segurou no lugar, pressionando-a sob ele. “Você me quer, mas é teimosa demais para admitir. Pare de nos torturar, Ava. Você ainda me ama — eu sei disso.”

Ava ficou imóvel, seu corpo tenso enquanto seu olhar se fixava no dele. “Você está se iludindo,” ela cuspiu. “Eu não te amo mais. Deixe isso pra lá, Dylan. Aceite. Você só está tornando isso mais difícil para nós dois.”

As palavras dela o cortaram, mas em vez de recuar, ele sorriu com escárnio. “É mesmo?” Uma borda amarga cortou seu tom. “Você não me ama mais. Certo. Então, me diga — quem você ama agora? Nicholas?”

Ava deu de ombros. Finalmente, o ciúme dele apareceu. “Nós terminamos, lembra? Minha vida não é mais da sua conta. Me deixe ir.” Ela lutava contra seu abraço.

Num movimento rápido, ele pegou seus pulsos e os prendeu acima de sua cabeça contra a cama, seu olhar escurecendo com uma tempestade de emoções.

“Pare de fugir da verdade,” ele rosnou. “Admita — você ainda me ama.”

“Saia dos seus sonhos,” ela retrucou. “Olhe para mim, Dylan. Eu não sinto nada por você.”

As palavras dela o atingiram como uma adaga. Seu peito doía com uma pesadгa insuportável, mas ele se recusava a recuar. “Você está mentindo. Não há ninguém em seu coração além de mim. Sempre fui eu.”

Ele se inclinou como se fosse reivindicar seus lábios, mas Ava virou a cabeça bruscamente para o lado, evitando-o. Seus olhos cintilaram com tristeza. “Pare de me afastar,” ele disse com um toque de desamparo. “Você pode tentar, mas não vai se livrar de mim. Não nesta vida.”

Ava se recusou a encontrar seus olhos, sua visão embaçando com lágrimas que ela não deixaria cair.

“Eu sei que você está chateada por causa da Erica, mas eu tenho meu motivo para trazê-la de volta…”

Clang-Clang…

O som agudo de vidro quebrando ecoou do lado de fora do quarto, assustando-os. O coração de Ava pulou na garganta enquanto ela empurrava Dylan, se levantando da cama. Ela temia que seu pai estivesse ferido. Ela correu em direção à porta.

Ava parou abruptamente quando viu seu pai deitado no chão, cacos de vidro espalhados ao redor dele. O ar pareceu deixar seus pulmões enquanto ela congelava na soleira da porta, o terror a enraizando no lugar.

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