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Meu Ex-marido Bilionário Está Tentando Me Reconquistar - Capítulo 430

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430: Perdoe-me 430: Perdoe-me Agora, ele precisava fazer algo: pedir perdão ao seu Vovô.

— Vovô… — Henry finalmente falou, embora sua voz fosse quase inaudível, e sua garganta doesse. Ele engoliu algumas vezes para umedecer a garganta antes de continuar suas palavras.

— Sinto muito, muito mesmo, Vovô. Decepcionei você, meu pai e minha mãe… Sei que errei, e não posso ajudar a empresa quando ela sofre como agora. O que fiz no passado, incomodando você e meus pais, foi apenas porque eu queria ajudar. Mas, sou muito estúpido, terrivelmente estúpido —
Isaac ficou surpreso ao ouvir Henry expressar sua culpa. No entanto, ele ainda duvidava de sua sinceridade.

Isaac soltou um suspiro profundo antes de decidir explicar ao seu neto o que realmente havia acontecido na empresa. Ele esperava que, se seu neto soubesse a verdade, isso o abalaria e o traria de volta à realidade, assim como fez com seu pai, Lucas.

— Henry, tenho certeza de que você ouviu que seu tio não é mais o CEO do Grupo Donovan — disse Isaac.

Henry acenou levemente, — S-Sim…

— Não apenas seu primeiro tio, mas eles também demitiram seu pai e o Tio Thomas — adicionou Isaac.

As últimas palavras de Isaac foram suficientes para chocar Henry, — O-QUÊ? Eles também demitiram meu pai e meu terceiro tio?

Isaac Donovan assentiu; ele continuou, — Sim, meu neto, sim… Não apenas os demitiram, mas seus tios também não possuem mais ações na empresa. Resumindo, o Grupo Donovan agora tem outro dono. O acionista majoritário não é mais um Donovan, mas outra pessoa.

Henry sentiu como se um raio atingisse sua cabeça. Até seus tios e seu pai perderam suas ações? Era difícil para ele acreditar nisso. Como isso poderia ser?

— Vovô, você está tentando me assustar?

Isaac balançou a cabeça enquanto sorria. — Não tenho tempo e energia para fazer isso com você, Henry. O que estou contando agora é a realidade do Grupo Donovan. Então, pare com seu plano de depender da empresa.

Lentamente, todas as coisas estranhas que Henry tinha visto em seu pai nos últimos dias reapareceram em sua mente como clipes de vídeo:
Seu pai de repente parou as buscas pela mãe desaparecida.

Seu pai demitiu sua assistente pessoal, que vivia em sua casa, apenas para fazer ciúmes em sua mãe.

Seu pai já não queria encontrá-lo.

Seu pai chorou silenciosamente em seu quarto.

Seu pai saiu de casa de repente sem levar o celular, e nem seu motorista e assistente pessoal sabiam onde ele estava.

Após ouvir as palavras de seu avô, a mente de Henry ficou mais clara.

Henry percebeu que seu pai não tinha mais nada do que se orgulhar, como posição, poder ou até sua mulher. Tudo havia desaparecido, e ele decidiu deixar tudo para trás.

‘Pai, você é tão insensível! Como você poderia me deixar por causa de tudo isso? Por quê, pai? Por que você fez isso?’ Henry se perguntou, tentando encontrar a resposta para todas as perguntas que agora dançavam em sua mente.

Mas quanto mais ele pensa sobre isso, mais doía sua cabeça.

‘Deus, por que isso aconteceu com minha família!? Por que você levou tudo em tão pouco tempo? Meu pai, minha mãe, a riqueza e o futuro da minha família…’
Henry respirou fundo, sentindo sua respiração ficar curta e pesada, e sua lesão se tornou mais torturante. Quando pensou que não conseguia mais suportar essa dor sem nome, de repente, ele lembrou de algo.

‘Mãe! Antes, minha irmã disse que sabia onde a Mãe estava agora?’ Henry se perguntou enquanto olhava para Bella. Antes que ele pudesse perguntar a Bella sobre sua mãe, Isaac Donovan o interrompeu.

— Henry, meu neto, o que estou tentando dizer a você agora é para parar de agir como se estivesse no passado. Acorde, enfrente sua dura realidade e torne-se uma pessoa decente. Você ainda é jovem; ainda tem chance de se tornar uma pessoa melhor e ser bem-sucedido com suas próprias mãos.

Henry não disse nada, mas sua expressão ficou sombria. A miragem que sempre aparecia em sua mente lentamente desabou depois de ouvir as palavras de seu avô direcionadas ao seu coração. Era tudo verdade! Ele tinha vivido em seu mundo ilusório todo esse tempo.

Henry podia sentir seu coração doendo e estava extremamente chateado consigo mesmo. Porém, não sabia o que fazer.

Logo, os olhos de Henry ficaram embaçados, e as lágrimas começaram a molhar os cantos de seus olhos. Ele fechou os olhos para esconder seu choro silencioso, envergonhado de encontrar o olhar de seu avô e de sua irmãzinha.

Ele desejava sumir, como seu pai fez, deixando tudo para trás.

No entanto, ele ouviu vagamente uma voz familiar chamando seu nome — a voz que ele realmente sentiu falta nas últimas semanas: a de sua mãe.

— Mamãe… — Henry sussurrou enquanto tentava abrir os olhos, olhando na direção da voz que ouviu.

Ele ficou surpreso ao ver sua mãe ali, pálida e magra. Seu cabelo estava mais grisalho; ele não via mais nenhum traço de cabelo escuro.

Mas algo mais o machucava ainda mais. Ele estava vendo sua mãe o encarando com os olhos vermelhos. A forma como ela olhava para ele enquanto chorava o machucava ainda mais.

— Mamãe, eu finalmente te encontrei. Por que você nos deixou? Por que — perguntou Henry, contendo seus soluços. Mas não demorou muito, a dor que ele sentia em seus braços e costelas inferiores tornou-se excruciante novamente. Torturando-o!

— Henry, sinto muito… — disse Natalie enquanto caminhava em direção ao seu filho.

— Não! Por favor, não diga isso. Eu que deveria estar pedindo desculpas a você, Mamãe. Eu… — Sua voz lentamente se esvaía, e sua visão lentamente escureceu. Ele não viu mais nada além da escuridão.

— HENRY! O que aconteceu com você? — Natalie gritou, correndo em direção ao filho, que jazia imóvel no sofá.

Bella e Isaac pareciam chocados. Eles rapidamente se levantaram e se aproximaram de Henry.

‘Ele está morto?’ Bella se perguntou enquanto verificava o pulso atrás da orelha de Henry. Seu rosto se tensou enquanto olhava para sua mãe preocupada.

— O que há de errado com o seu irmão? Por que ele não está se mexendo? — Natalie perguntou, esperando por uma resposta de Bella.

Bella não respondeu, mas em vez disso olhou para Bryan. — Cadê a ambulância?

— Eles devem estar aqui em três minutos. Não, acho que já estão no portão agora — Bryan respondeu, olhando para fora.

Ao longe, podiam ser ouvidos os fracos sons das sirenes da ambulância.

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