Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

Meu 100º Renascimento um dia antes do Apocalipse - Capítulo 430

  1. Home
  2. Meu 100º Renascimento um dia antes do Apocalipse
  3. Capítulo 430 - 430 Capítulo 430 A Infestação 430 Capítulo 430 A Infestação
Anterior
Próximo

430: Capítulo 430 A Infestação 430: Capítulo 430 A Infestação “Merda!” Um dos guerreiros exclamou, pânico percorrendo seu peito como água gelada.

“Movam-se! Subam!” Duque ordenou, urgência tecendo sua voz.

Ele gesticulou para sua equipe escalar a escada que levava ao telhado do prédio, que tinha apenas uns cinco andares de altura.

Enquanto o comando de Duque ecoava no espaço apertado, os guerreiros entraram em ação, urgência sobrepondo o medo.

Eles treparam pela escada metálica, corações pulsando com adrenalina.

Justo quando começaram a subir, os ratos mutantes avançaram, inundando a janela ao lado deles com velocidade aterradora.

Com uma estronda ensurdecedora, o vidro se estilhaçou, lançando cacos para todas as direções.

Os ratos despejaram pela janela quebrada, alguns rolando para o fogo furioso abaixo, mas seus instintos eram únicos e implacáveis — pareciam totalmente alheios à própria morte, fixados unicamente em alcançar Duque e sua equipe.

Grito!

O ar se encheu com os agudos gritos dos ratos mutantes, o desespero deles reverberando pelas paredes, um lembrete arrepiante do perigo que os perseguia.

Duque sentiu um ímpeto de determinação. Não havia espaço para hesitação.

Eles tinham que alcançar o telhado antes que fosse tarde demais.

“Continuem! Não olhem para trás!” ele instigava, sua voz cortando o caos.

Os guerreiros se esforçavam ainda mais, movidos pelo instinto primitivo de sobreviver.

A cada degrau que subiam, sentiam o calor do fogo abaixo misturando-se com o cheiro inebriante dos ratos, um lembrete pútrido do que os aguardava caso falhassem.

Podiam ouvir os ratos arranhando e gritando atrás deles, uma cacofonia de fúria que ameaçava engoli-los inteiros.

Mas Duque sabia que tinham que manter a posição; tinham que superar essa onda.

Ele nem conseguia estimar quantas ondas desses ratos mutantes ainda estavam à espreita, prontos para atacar.

Se seu instinto estivesse correto, ele e sua equipe já teriam abatido centenas deles, emergindo dos esgotos em ataques implacáveis.

No entanto, o pensamento de quantos ainda poderiam estar escondidos no labiríntico sistema de esgotos lhe causava uma dor de cabeça intensa.

Era difícil imaginar a escala total da infestação.

Essas criaturas eram como grotescas piranhas terrestres com fome voraz, dilacerando qualquer coisa em seu caminho.

Em uma reviravolta estranha do destino, ele quase se sentia afortunado por terem encontrado os ratos enquanto estavam em uma missão externa.

Se esses monstros roedores tivessem chegado à base despercebidos, o resultado teria sido catastrófico.

Pegos de surpresa, toda a base teria ficado indefesa, invadida pela horda desses ratos mutantes.

Não só os infectados teriam ressurgido como zumbis – como Kisha havia alertado – mas a própria base teria desmoronado, tornando-se nada mais do que um campo de alimentação para essas criaturas vorazes.

O próprio pensamento fez Duque franzir a testa profundamente.

Até mesmo Kisha, sua pessoa mais conhecedora por causa de suas experiências de vidas passadas, não havia previsto o aumento da população de ratos mutantes se reproduzindo subterraneamente.

Era uma realização aterradora: a ameaça era muito maior do que qualquer um deles tinha antecipado.

Isso tinha que ser a razão pela qual a missão de Kisha classificava esses ratos mutantes como uma grande ameaça.

Não era apenas um descuido ou uma preocupação menor – essas criaturas representavam um desastre iminente prestes a acontecer.

Eles tinham sorte, por enquanto, de os ratos ainda não terem decidido emergir dos esgotos e lançar um ataque à base, algo que Duque temia desde o começo.

A ameaça era real, mas eles ainda tinham uma janela de oportunidade.

Por enquanto, eles tinham a vantagem.

Os ratos ainda estavam confinados aos esgotos, aguardando seu momento nas sombras.

Se agissem rapidamente, poderiam ser capazes de erradicar essas pragas antes que os ratos fizessem sua jogada.

Era uma corrida contra o tempo – se os ratos decidissem atacar, a base e todos nela estariam em grave perigo.

Os riscos não poderiam ser maiores.

Por agora, a única coisa entre os ratos e a base era essa equipe.

Não se tratava apenas de matá-los; tratava-se de prevenir um desastre em larga escala de se desenrolar.

Essa missão havia mudado de uma operação preventiva para uma tentativa desesperada de sobrevivência.

O destino de todos na base dependia de se eles conseguiriam ou não deter os ratos de os invadirem.

A mente de Duque corria, buscando freneticamente por uma solução mais eficaz para lidar com a enxurrada de ratos mutantes em um golpe decisivo.

Ele sabia que enquanto ao menos um ninho permanecesse escondido nas profundezas dos esgotos, nunca estariam verdadeiramente seguros.

Os ratos tinham um ciclo reprodutivo alarmante, reproduzindo-se a uma velocidade estonteante.

Em pouco mais de meio mês desde o apocalipse, o número deles havia explodido para centenas, talvez até milhares.

Isto não era apenas uma simples infestação – era uma força imparável crescendo mais forte a cada dia.

A realização o corroía: eles estavam ficando sem tempo.

Os ratos não eram apenas perigosos; eles estavam evoluindo, prosperando nas sombras.

Com o passar de cada dia, a situação piorava.

Se ele não encontrasse um modo de erradicar cada um deles, era apenas uma questão de tempo antes da infestação espiralar fora de controle.

A base seria invadida, e nenhum tipo de fortificação conseguiria segurar essas criaturas.

Duque entendia que a abordagem atual – lutando contra onda após onda – era insustentável.

Eles precisavam de um plano, uma maneira de atacar o coração dessa colônia de ratos e exterminá-los antes que seus números crescessem além do controle.

Como líder da equipe, o peso da responsabilidade pesava sobre seus ombros.

A cada segundo que demoravam, os ratos se multiplicavam, sua população crescendo exponencialmente.

Não se tratava mais apenas de sobreviver – era sobre garantir a segurança futura de toda a base.

O rápido crescimento e os números extraordinários dos ratos os faziam mais do que simplesmente uma praga; eles eram uma força da natureza.

Como Duque poderia ter tanta certeza de que os ratos mutantes tinham um ciclo reprodutivo alarmante?

A resposta residia no que ele sabia sobre as cidades antes do apocalipse. A Cidade B, muito como a Cidade A, sempre foi diligente sobre o controle de pragas.

Como um dos principais centros comerciais do país – e próspero, nisso – a cidade estava constantemente sob escrutínio do governo para garantir que sua economia pulsante permanecesse inabalada por riscos à saúde, particularmente pragas.

Os riscos eram altos; qualquer surto de doença ou infestação poderia ter efeitos em cadeia que prejudicariam os negócios e interromperiam o comércio.

Com tanto em jogo, o controle de pragas não era apenas uma prioridade – era uma necessidade.

Os esgotos da Cidade B, embora não completamente livres de ratos, deveriam estar relativamente limpos.

As estratégias rigorosas de manejo de pragas da cidade garantiam que a população de ratos fosse sempre mantida sob controle.

Em uma cidade tão próspera quanto esta, o governo não poupava despesas para manter a higiene, sabendo muito bem que até um pequeno problema com pragas poderia se transformar em um desastre econômico.

Sob circunstâncias normais, o número de ratos nos esgotos teria sido manejável, com varreduras regulares mantendo baixa a população deles.

Mas agora, após o apocalipse, tudo mudou.

A súbita explosão de ratos mutantes em tão pouco tempo era uma anomalia gritante.

Esses ratos não estavam apenas sobrevivendo – estavam prosperando, multiplicando-se a um ritmo aterrorizante.

Duque podia dizer que a população havia crescido exponencialmente, muito além do que os esgotos deveriam ter suportado sob condições normais.

O fato de que eles já haviam encontrado centenas dessas criaturas, apesar dos esforços prévios de controle de pragas da cidade, era toda a prova de que ele precisava.

Não era natural – isto era o resultado de uma rápida mutação, combinada com um ciclo reprodutivo acelerado.

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter