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Meu 100º Renascimento um dia antes do Apocalipse - Capítulo 327

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327: Capítulo 327 Energias Sob Controle 327: Capítulo 327 Energias Sob Controle Embora ele estivesse impotente para ajudá-la com a batalha interna, a presença do Duque por si só era uma promessa silenciosa de proteção. Ele estava preparado para enfrentar qualquer ameaça, não importa quão grande, para garantir que, quando Kisha finalmente emergisse dessa luta extenuante, ela o faria com seu recém-descoberto poder totalmente realizado.

Quando Kisha finalmente voltou a si, a primeira coisa que notou foi a suave luz dourada filtrando-se pelas cortinas, lançando um brilho quente pelo quarto. A tensão outrora sufocante havia se dissipado, substituída por uma calma serena que parecia envolver tudo. Ela piscou, sua visão lentamente se ajustando à gentil luz da manhã, e por um momento, simplesmente deitou ali, tentando reunir seus pensamentos dispersos.

O murmúrio fraco de vozes chegava de fora, apenas audível através da janela. Soava pacífico, normal, quase mundano — um contraste gritante com o caos que havia assolado seu corpo apenas algumas horas antes. Uma brisa fresca passou por uma pequena brecha na janela, roçando levemente contra sua pele como um bálsamo reconfortante, lembrando-a de que ainda estava ancorada no mundo real, ainda viva.

Seus músculos doíam, e cada centímetro de seu corpo parecia ter passado por uma tempestade, mas a dor insuportável que a havia dominado antes havia desaparecido. Em seu lugar havia uma calma estranha e profunda, como se as duas energias dentro dela finalmente se acertassem — aliadas relutantes em uma trégua instável. Ela exalou lentamente, sentindo a tensão drenar de seus membros conforme sua respiração voltava ao normal.

O olhar de Kisha varreu o quarto, absorvendo os arredores com uma clareza recém-descoberta. Seus olhos finalmente pousaram no Duque, sentado perto, seu ser inteiro irradiando tanto alívio quanto exaustão. Sua postura rígida traía a intensidade da noite, seus ombros largos tensos, como se suportassem o peso do mundo. Seus olhos — com vermelhidão nas bordas e vidrados — estavam repletos de uma mistura avassaladora de preocupação e fadiga. As veias de profundo carmim cruzando o branco de seus olhos lhe diziam tudo: ele não havia dormido, nem mesmo por um momento.

Ele havia vigiado por ela, implacável e inabalável, cada segundo preenchido com vigilância ansiosa. A maneira como seu peito se elevava e descia em respirações irregulares sinalizava quão perto ele havia chegado de desmoronar, mas seu olhar jamais vacilou, fixo nela com tanta intensidade que quase doía ver.

Quando seus olhos finalmente se encontraram, os lábios do Duque se entreabriram e ele soltou um longo e trêmulo suspiro de alívio, como se estivesse contendo a respiração a noite toda. Ela podia ver o leve brilho de lágrimas não derramadas, sua contenção emocional mal se sustentando. Por um momento, sua compostura se quebrou e Kisha pôde ver o quanto ele havia sofrido assistindo-a lutar essa batalha interna. O esgotamento marcado em seu rosto não era apenas físico; era emocional, o custo de ver alguém que ele se importava pendendo na borda.

“Você está… bem,” ele sussurrou, sua voz rouca pelas horas sem dormir, o alívio naquelas duas palavras quase palpável.

O coração de Kisha apertou ao perceber quanto tempo ela deve ter ficado fora de si. O estado exausto de Duque só confirmou o que ela temia — isso não fora uma breve luta. Haviam sido horas, possivelmente a noite inteira, para que finalmente forçasse as duas energias lutando dentro dela a se aceitarem. O que antes era um choque violento entre energia espiritual e mana agora era algo inteiramente novo. Ela podia senti-lo correndo por suas veias — calmo, constante e unificado. Uma fusão dos dois, mais forte e estável do que qualquer coisa que já tivesse sentido antes.

Seu corpo, embora ainda fraco, sentia-se mais leve. O calor da batalha anterior havia esfriado, deixando uma estranha energia serena em seu lugar. Ela havia conseguido. De alguma forma, no caos e no desespero, ela havia sobrevivido ao tumulto e emergido com algo maior. Um novo poder.

Mas ao olhar para o Duque, ela percebeu o preço que ambos haviam pago. As horas de tensão, esperando por um milagre, o haviam esgotado tanto quanto a ela. Ele havia permanecido, protegendo-a em seu estado mais vulnerável e agora ela podia ver o peso que isso havia causado nele.

“Você não descansou,” ela disse suavemente, sua voz quase um sussurro. Não era uma pergunta — era uma afirmação de fato, e o Duque simplesmente balançou a cabeça em resposta, seus lábios se curvando em um pequeno e cansado sorriso.

“Eu não consegui,” ele respondeu, sua voz crua de emoção. “Não enquanto você estava assim.”

Naquele momento, Kisha sabia que devia a ele mais do que apenas seu agradecimento. Ele havia sido sua âncora através da tempestade e agora, apesar de sua exaustão, ele ainda estava ali — vigiando-a com aquela mesma intensidade feroz, como se nada mais no mundo importasse mais do que o seu bem-estar.

Kisha se aproximou do Duque, seu coração pesado de gratidão e culpa. Sem uma palavra, ela gentilmente passou os braços ao redor de seu pescoço, puxando-o para um abraço que falava de conforto e consolo. Ela guiou sua cabeça para descansar em seu ombro, seus dedos movendo-se instintivamente para acariciar seus cabelos em movimentos suaves e calmantes. A tensão no corpo do Duque lentamente começou a se desfazer, sua respiração irregular e desigual gradualmente se estabilizando em um ritmo mais calmo.

Pela primeira vez desde que a provação começou, ele se permitiu relaxar, inclinando-se para o toque dela. Sua guarda finalmente estava baixa e o esgotamento que ele havia lutado tanto para reprimir finalmente assumiu o controle. Kisha podia sentir o quão desgastado ele estava, cada centímetro dele pesado de fadiga. O esforço de manter-se alerta e pronto para agir por horas a fio havia claramente drenado-o, mas ele não havia vacilado — nem por um segundo.

Seus dedos continuavam a correr gentilmente por seu cabelo, cada toque significando para tranquilizá-lo, para que ele soubesse que não estava sozinho nisso. A suavidade de sua respiração contra o pescoço dela era um lembrete agudo da profundidade de seu cuidado, de como ferozmente ele havia ficado ao lado dela, não importa o quão terrível a situação tivesse sido.

O peito de Kisha apertou com um fluxo de emoções. Por um lado, ela sentia uma forte pontada de culpa. Duque havia se esforçado até o limite absoluto e tinha sido por causa dela. O pensamento de ele estar lá sentado a noite inteira, lutando contra seus próprios medos enquanto ela lutava consigo mesma, fazia seu coração doer. No entanto, havia outra emoção brotando logo abaixo da superfície — algo mais quente, algo que a fazia se sentir segura e valorizada.

Duque havia ficado. Ele havia vigiado por ela, protegido-a, e mesmo agora, depois de tudo, ele ainda estava aqui. Sua presença era como um farol de força e saber que ele se importava tanto com ela a enchia de um calor indescritível. Apesar do caos e do perigo, havia uma felicidade silenciosa florescendo dentro dela — porque o Duque a valorizava, de maneiras que ela não havia percebido plenamente até agora.

Enquanto continuava a abraçá-lo, Kisha sussurrou suavemente, “Obrigada, Duque.” As palavras eram simples, mas carregavam o peso de tudo o que ela sentia naquele momento. Gratidão, afeto, e uma promessa não dita de que ela nunca daria sua lealdade por garantida.

Duque não respondeu com palavras. Ele não precisou. A maneira como ele relaxou ainda mais em seu abraço, seus braços finalmente a envolvendo em troca, dizia mais do que as palavras jamais poderiam.

Logo depois, Duque adormeceu, desabado de forma estranha no chão com a cabeça apoiada no ombro de Kisha. Sua postura estava longe de ser confortável, mas o esgotamento havia claramente cobrado seu preço. Apesar de sua posição incomum, ele parecia estar profundamente adormecido, sua respiração estável e lenta.

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