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Marido Com Benefícios - Capítulo 757

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757: Uma Semana Difícil 757: Uma Semana Difícil “Qual é a demora? Por que ainda não abriram os portões?” Kael murmurou em voz baixa, frustração fervendo enquanto ele esperava para desembarcar. Ele tinha tido uma semana difícil e agora ter que ficar sentado aqui não era algo que o deixava feliz. Além disso, como parte da frota real, seu avião sempre recebia prioridade máxima durante as viagens. No entanto, hoje enfrentava atrasos – um problema após o outro, como se o mundo tivesse conspirado contra ele.

“Vou verificar, Sua Alteza,” respondeu nervosamente a comissária de bordo. “Mas pelo que soube, houve um problema em terra. As autoridades estão envolvidas.”

A testa de Kael enrugou-se. “Autoridades? Que autoridades?”

“A polícia, senhor. Eles estarão aqui em breve,” acrescentou a comissária, sua voz mais baixa como se falar muito alto pudesse convocar os próprios oficiais de que ela falava.

“A polícia?” A voz de Kael endureceu, “Por que diabos a polícia estaria envolvida?”

Ao lado dele, uma voz suave e trêmula interrompeu o silêncio tenso. “Eles estão aqui por minha causa. Tem que ser. Por que mais a polícia viria aqui?” A mulher ao lado dele apertou sua mão firmemente, seus dedos gelados apesar do calor da cabana. Seus olhos, arregalados de medo, dispararam em direção à saída como se esperasse que os oficiais irrompessem a qualquer momento.

“Eles não estão aqui por você,” ele a tranquilizou. “Tudo daquela época foi resolvido. Está tudo no passado. O caso está encerrado, e ninguém está vindo atrás de você.”

“Mas e se não estiver? E se descobrirem que eu voltei? Eles poderiam—” ela continuou falando, mas dessa vez, Kael lançou-lhe um olhar severo. Não era necessário mencionar o passado enterrado, especialmente na frente de estranhos. Embora sua equipe tivesse assinado acordos de confidencialidade, era fácil rompê-los diante de uma boa quantia de dinheiro.

“Me escute. Você não fez nada de errado. Você está segura aqui comigo. Vou ver o que está acontecendo. Fique aqui.”

Ao levantar-se para sair, ela apertou mais sua mão, seu pânico aumentando enquanto o olhava com olhos implorando, suas unhas cravando-se no dorso de sua mão. “Não vá,” ela sussurrou urgentemente, sua voz trêmula. “Por favor, Kael. Eles podem tentar fazer algo com você.”

Kael fez uma pausa, inclinando-se para olhar nos olhos dela, sua expressão ainda mais suavizada. “Ninguém vai fazer nada comigo, ou com você. Eu só vou falar com a equipe, descobrir o que está acontecendo. Você fica aqui e tenta relaxar, ok?”

Relutante, ela soltou sua mão e então virou-se para olhar pela janela, como se vigiasse a polícia. Kael respirou fundo enquanto finalmente se afastava. Ele não esperava que ela o acompanhasse nessa viagem de retorno! Ele tinha passado o dia todo ontem tentando acalmá-la, mas em vez disso ela havia se escondido no avião dele para retornar. Kael fez uma careta. Embora tivesse garantido a ela que cuidaria de tudo, ele não tinha certeza.

Ele franziu o cenho ao ver as luzes piscando dos carros de polícia refletindo no vidro. Mas não eram os oficiais que faziam seu estômago revirar – era a mulher que saiu com eles, sorrindo como se tivesse acabado de ganhar um jogo. Dora.

Seus olhos se arregalaram. Droga! Ela não deveria estar aqui.

Kael xingou baixinho, sua mente em alvoroço. Mesmo que quisesse chegar até Dora, a mulher dentro seria um problema muito maior se fosse vista por Dora.

Rapidamente virando-se para a comissária de bordo, ele ordenou urgentemente, “Não deixe ela sair. Aconteça o que acontecer, mantenha-a dentro do avião. Entendeu?”

Respirando fundo, Kael desceu do avião, seus sapatos estalando nas escadas de metal enquanto descia em direção ao asfalto, onde Dora já o havia avistado.

Como se estivesse lendo seus pensamentos, Dora pulou do carro antes que tivesse parado completamente. Ele apressou-se ainda mais ao vê-la quase correndo em sua direção. Ela estava linda demais no vestido… como um anjo.

Ele mal teve tempo de se preparar antes dela se lançar em seus braços. Ele a segurou sem esforço, seu corpo familiar colidindo com seu peito enquanto ela o abraçava pelo pescoço. Ela o abraçava firmemente, e ele podia sentir seu coração batendo descontroladamente. Apesar do peso da situação, seu corpo instintivamente respondeu, abraçando-a de volta com a mesma intensidade.

“Bem, olá, belíssimo,” disse Dora brincando, sua voz ligeiramente abafada enquanto enterrava o rosto em seu ombro. “Você não achou que eu perderia seu grande retorno, não é? Eu senti sua falta.”

Kael sorriu enquanto a sentia se aconchegar nele e apertou mais seu abraço, “Você está parecendo uma noiva fugitiva nesse vestido de marfim…”

Dora olhou para ele e sorriu, “Acho que deveria parecer uma noiva bandida. Estou toda arrumada, pronta para sequestrar meu noivo.”

“Estou todo seu para sequestrar.” Kael murmurou antes de se inclinar para beijá-la. Ele pensou em evitar isso, mas não conseguiu. Ele precisava que ela se sentisse calma.

Enquanto se afastavam, ele lembrou da mulher no avião e rapidamente segurou a mão de Dora. “Vamos.”

Dora franziu a testa enquanto se virava para olhar de volta para o avião e suspirou, “Você não quer esperar suas coisas?”

“Não! Prefiro passar tempo com você. Vou pedir para meu assistente buscá-las para mim.”

Dora sorriu, mas deixou que ele a conduzisse até o carro enquanto o provocava, “Seu mimado.”

“Se querer estar com você me torna um mimado, que seja então.”

Dora balançou a cabeça, mas de alguma forma, não pôde deixar de olhar para trás, para o avião atrás dela. Ela não sabia por quê, mas sentia como se alguém estivesse olhando para ela… E não parecia ser apenas uma curiosidade normal de estranhos sobre sua identidade.

Mas enquanto se afastavam de carro, tudo o que ela podia fazer era balançar a cabeça diante disso. Se havia alguém ou algo escondido, ela acabaria descobrindo tudo.

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