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Marido Com Benefícios - Capítulo 676

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  3. Capítulo 676 - 676 Ganchos de tensão 676 Ganchos de tensão Ava passou o dia
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676: Ganchos de tensão 676: Ganchos de tensão Ava passou o dia inteiro em suspense, esperando pela chegada de Hannah. Ela até tinha deixado o dinheiro pronto, para atraí-la. Vendo o dinheiro, Hannah definitivamente não resistiria e deixaria passar. Ela conhecia aquela mulher o suficiente! Ela era tão gananciosa quanto uma pessoa poderia ser.

Mas conforme as horas passavam e o sol começava a se pôr, Ava sentia uma mistura de decepção e alívio. Parte dela estava feliz que Hannah não tivesse aparecido—talvez isso significasse que ela não teria que lidar com ela afinal. Talvez Hannah tivesse decidido poupar ela? Ou encontrado um alvo melhor? Mas outra parte dela estava preocupada. E se Hannah estivesse apenas esperando o momento perfeito para agir? E se isso fosse apenas a calmaria antes da tempestade?

She tentou se ocupar com pequenas tarefas, organizando a sala de estar já impecável, rearranjando as flores no vaso, mas nada conseguia distraí-la da preocupação constante que a roía. Todo som a fazia saltar e ela estava à beira do precipício.

Justo quando ela começava a relaxar, a campainha tocou. Seu coração disparou, sua mente acelerada. Droga! Era quase hora de Cai e Erasmi voltarem. Mas quando ela abriu a porta, não era Hannah que estava lá—era Cai, parecendo perturbado.

“Cai? O que aconteceu?” Ela perguntou preocupada.

“Mãe, eu preciso de uma compressa de gelo. Minha professora torceu o tornozelo.”

Ava deu espaço enquanto Caius entrava correndo em casa para pegar a compressa de gelo. Balançando a cabeça enquanto o observava quase esbarrar no próprio dedo do pé com a pressa, Ava olhou para o ônibus com curiosidade. Talvez ela devesse ir conhecer essa nova professora. Afinal, Cai tinha falado bem dela por um tempo agora.

Entretanto, ela só tinha dado alguns passos quando sentiu seu sangue gelar… De trás do ônibus, Erasmi saiu, carregando alguém nos braços.

Por um momento, sua mente não conseguia processar o que ela estava vendo. Era como se o tempo tivesse desacelerado, e tudo ao seu redor estivesse em câmera lenta.

E então ela percebeu. Era perturbador o suficiente que Eramsi estivesse carregando uma mulher daquela forma. Mas o que a fez congelar de horror foi que a mulher em seus braços era Hannah.

O coração de Ava despencou, onda após onda de choque a inundando. Ela sentiu o sangue drenar de seu rosto e seus joelhos ameaçaram dobrar sob ela. Como isso era possível? Como isso poderia estar acontecendo? Hannah, a mulher que ela temia ver o dia todo, estava agora aqui—sendo carregada para dentro de sua casa—pelo seu próprio marido.

Incapaz de se mover ou falar, ela só podia assistir enquanto Erasmi passava por ela, carregando Hannah para dentro de casa. Ela se beliscou, esperando contra todas as esperanças que estivesse no meio de um pesadelo. Mas quando seus olhos encontraram o olhar triunfante de Hannah, ela sabia que não era. Este era seu pior pesadelo se tornando realidade.

Ava finalmente se forçou a se mover, suas pernas pareciam chumbo enquanto ela os seguia para dentro. Sua mente estava um turbilhão de emoções—medo, confusão, incredulidade. Como isso tinha acontecido? O que Hannah estava fazendo aqui, e por que Erasmi a carregava como se ela fosse preciosa?

Ao entrar na sala de estar, a cena diante dela apenas aprofundou seu choque e horror. Cai estava pairando sobre Hannah, preocupação gravada em seu jovem rosto, enquanto Erasmi ajoelhava diante dela, gentilmente aplicando a compressa de gelo em seu tornozelo inchado.

E então ela percebeu o que Cai tinha lhe dito. Sua professora tinha se machucado. Hannah era a professora da turma dele? Então, ela já tinha armado uma armadilha para seu filho e o enredado. Ela se lembrou então, Erasmi tinha conhecido ela também. E ele até tinha elogiado a professora por ser equilibrada e uma influência positiva em Cai.

Ninguém parecia notá-la parada ali, enraizada no lugar. Ela se sentia como uma estranha, assistindo uma cena se desenrolar sobre a qual ela não tinha controle.

De repente, Hannah quebrou o silêncio, sua voz suave e quase doce enquanto chamava fracamente,” Sra. Frost. Me desculpe por entrar em sua casa assim. Estou me sentindo um pouco fraca. Poderia me trazer um pouco de água?”

Pela primeira vez, Ava sentiu uma raiva impotente surgir dentro dela! A audácia dessa mulher. Como ela poderia invadir sua casa e ter a ousadia de ordená-la como se pertencesse aqui. Pela primeira vez, desde que Hannah tinha retornado, Ava considerou jogar a cautela ao vento e expulsar essa mulher de sua casa. O medo que tinha em seu coração foi substituído pela vontade de machucá-la.

Mas no momento seguinte, ela se acalmou. Ela precisava manter a calma, manter a compostura pelo bem de Cai. Se ela deixasse Hannah provocá-la agora, isso só daria mais poder à mulher.

Com um sorriso forçado, Ava acenou com a cabeça, sua voz estável embora suas mãos tremessem levemente. “Claro, eu vou pegar água para você.” As palavras tinham um gosto amargo em sua boca, mas ela sabia que tinha que seguir o jogo—por enquanto.

Voltando à sala de estar, Ava entregou o copo para Hannah, sua expressão neutra. “Aqui está,” ela disse, sua voz desprovida do calor que geralmente ofereceria a uma convidada.

Vendo Erasmi e Cai daquela maneira havia subitamente lhe dado uma clareza que ela não tinha há um tempo. Ela não sabia porque tinha sido tão tola querendo esconder tudo. Mas agora ela sabia que tinha que lutar. Em vez de fazer Hannah pegar o dinheiro e desaparecer, ela tinha que se livrar da ameaça que Hannah trazia com ela.

Hannah pegou o copo com um sorriso gracioso, embora a presunção em seus olhos permanecesse. Ela deu um gole e agradeceu. Mas mesmo isso soava como uma provocação para Ava. “Obrigada. Estou tão feliz que você está aqui para ajudar. Foi um dia tão longo. Se não fosse por Erasmi, eu não sei o que teria feito.”

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