Marido Com Benefícios - Capítulo 237
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237: Impressionado 237: Impressionado Eleanora olhava para si mesma no espelho, acariciando a pequena tatuagem em seu peito… “Apenas dele.”
Cuidadosamente, ela usou o corretivo para esconder a tatuagem antes de tirar a luva. Sua mão tinha se tornado pálida por estar constantemente coberta, enquanto a tatuagem parecia ter ficado mais escura. Pacientemente, ela espalhou a base de maquiagem por toda sua mão, tomando cuidado para combinar com o resto de seu tom de pele enquanto a palidez e a tatuagem desapareciam.
Uma vez pronta, Eleanora pegou o macaquinho curto sem alças que havia preparado especialmente para a ocasião e saiu do quarto. Lily, que estava prestes a bater na porta, ficou olhando para a transformação deslumbrante da princesa e engoliu seco, “Princesa Eleanora, você está realmente linda!”
Eleanora sorriu para a jovem enquanto saía, “Obrigada, Lily. Além disso, vou dar um passeio. Então, te vejo mais tarde.”
‘Princesa!” Lily correu atrás da princesa e chamou, “Sua mão! Sua mão está curada!”
Eleanora sorriu para Lily e balançou a cabeça, “Claro que não está curada. Ainda estão lá aquelas horríveis marcas de pontos! Mas as feridas cicatrizaram, então apliquei um pouco de maquiagem em cima delas para esconder as marcas.”
“Mesmo. Por favor, me mostre também, princesa.”
Lily avançou animada para segurar sua mão e ver com seus próprios olhos, mas Eleanora rapidamente escondeu sua mão atrás de si, “Nada disso! Lily, você vai estragar a maquiagem. Vou te mostrar em outro dia. Agora preciso ir a algum lugar.”
Enquanto Eleanora se virava para ir embora, Lily chamou, “Mas princesa, aonde você está indo?”
“Eu estou indo a um encontro.”
“Um encontro! Com quem? Onde? Devo ligar e informar sua segurança…”
Eleanora acenou com a mão para trás ignorando Lily, que pisou forte no chão irritada. Ela gostava da princesa anterior, que sempre ficava em casa sem querer ir a lugar algum. Mas agora ela estava se tornando um incômodo. Correndo por detrás de uma grande coluna, ela discou apressadamente, “Eu acho que ela está saindo para um encontro. Pausa. Não acho que seja com o Príncipe Augustus. Pausa. Deve ser com o jardineiro. Ele sempre a visita aqui e eles ficam a sós sempre…”
Assim que Lily desligou a chamada, ela balançou a cabeça. A princesa era mesmo uma mulher tola. Ela não valorizava um príncipe e estava atrás de um sapo. Por que pessoas tão tolas eram agraciadas com tanta sorte. Se ao menos ela fosse sobrinha do Primeiro Ministro. Ela teria lutado e se livrado da Princesa Evana e depois se casado prontamente com o Príncipe Augustus, conseguindo assim contornar a lacuna na constituição e governar ambos os países.
Deixando de lado a bandeja em sua mão, ela se sacudiu do devaneio e rapidamente seguiu a direção que a Princesa Eleanora havia tomado.
Eleanora caminhou até o jardim e, como esperado, o homem estava lá trabalhando. Silenciosamente, ela se encostou em uma grande árvore e encarou seu rosto, como se o visse pela primeira vez. Ele parecia tão belo e tão em paz trabalhando ali. Ela o tinha visto frequentemente no laptop ou até na varanda de sua casa mas…
Um suspiro escapou dos seus lábios enquanto seus olhos se umedeciam. Eles tinham sido tão próximos um do outro e tão distantes. Ele estivera diante dela todo esse tempo e ela tinha olhado para todo lugar, menos para ele…
Sim. Sua memória havia retornado. Como um interruptor de luz apagando, ela adormeceu na noite anterior pensando em maneiras de encontrar Demétrio apenas para acordar ao amanhecer com um sobressalto e sua memória voltar.
Enquanto ela estava deitada lá se sentindo perdida, percebeu que aquelas cicatrizes que ela tinha visto nele eram de onde as balas tinham entrado em seu corpo. E a partir dali começaram as perguntas para as quais não tinha resposta. Por que ela estava entre essas pessoas? Por que Demétrio não havia ido ao seu encontro desde o início e contado a verdade. Por que ele estava colaborando com Alexander Sterling? E a que essas pessoas pertenciam.
No entanto, o sentimento que esteve por trás de tudo era de correr para ele e pular em seus braços, abraçá-lo apertado e dizer-lhe o que não tinha sido capaz de dizer antes de serem separados por aquelas pessoas. Que ela o amava com todo seu coração.
Ela enxugou as lágrimas dos olhos e olhou para o pulso dele. Quando ele fez a tatuagem? Foi antes de tudo acontecer ou foi depois?
Enquanto enxugava suas lágrimas, ela percebeu que ele tinha ficado tenso. Droga! Ela tinha se revelado. Olhando para longe, ela se certificou de que seu perfil estava de frente para ele e adotou uma pose sedutora. Não importava o quanto quisesse ir até ele, ela tinha que tomar cuidado com seus motivos.
E se não fosse seguro para eles revelarem que sua memória havia voltado. Os jardins eram um espaço aberto. Ela precisava criar uma maneira para que ele encontrasse uma chance de contar-lhe tudo. E então ela deixaria ele saber que sua memória havia voltado…
Demétrio soube do olhar dela sobre ele desde o momento em que ela entrou nos jardins, mas já que a garota planejava encará-lo, ele a deixou. Afinal, ele pertencia a ela então ela podia encará-lo à vontade. No entanto, ele ficou tenso quando pensou ter ouvido um soluço. Lentamente, ele se virou em direção a ela para verificar se estava tudo bem. Mas no momento seguinte, ele tinha certeza de que era ele quem não estava bem.
Dizer que ele estava maravilhado seria pouco. Ela parecia ter saído de uma revista pornô dos tempos de sua adolescência. O macaquinho sem alças realçava cada curva enquanto os raios do sol pareciam formar uma auréola ao redor dela.
“Nora… minha gatinha.” O nome dela escapou de seus lábios em um suspiro e ao virar a cabeça para olhá-lo, Demétrio foi lembrado de seu antigo eu. A maneira como ela costumava olhar para ele antes de esquecer dele…