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Ligada a um Inimigo - Capítulo 668

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Capítulo 668: Sem Boa Ação

Sua consciência despertou. Ela estava deitada em algum lugar macio e quente. O som do ar sendo empurrado para dentro da sala e o zumbido leve de uma luz acima tocavam em seus ouvidos. Ela inspirou e se encolheu com a dor que isso trouxe ao seu corpo.

Ashleigh abriu os olhos. Ela estava em um pequeno cômodo que não reconhecia. O teto era branco, as paredes tinham uma cor semelhante a salmão bege. Ela levantou a cabeça apenas o suficiente para olhar ao redor. Uma pequena janela com cortinas finas de cor ferrugem deixava a luz do sol entrar na sala.

Um balcão com pia e um armário acima estavam de um lado da janela. No balcão, Ashleigh podia ver suprimentos médicos básicos, como bandagens, gaze e bolas de algodão. Do outro lado da janela havia uma cômoda alta e simples. Era de madeira escura, com duas portas que se abriam. Um pouco além da cômoda estava a porta que ela supôs ser a saída do quarto.

Além da cama onde Ashleigh estava deitada, os únicos outros móveis que ela viu foram uma mesa de cabeceira com apenas uma luminária e uma cadeira não muito longe da cama.

Um suporte de soro ao lado da cama também estava conectado ao seu braço.

Ashleigh respirou fundo e recostou a cabeça. Ela ainda se sentia exausta, e seu corpo ardia e doía.

Ela puxou o braço debaixo do cobertor. Mesmo essa ação enviou golpes dolorosos por todo o corpo. Então, ao mover o cobertor para baixo, ela viu que vestia um top esportivo e que sua região abdominal estava completamente coberta por bandagens. Ela abaixou o cobertor até os quadris antes de puxá-lo novamente para cobrir-se.

Ashleigh fechou os olhos e respirou fundo.

O que aconteceu? Como ela chegou ali? Onde estava?

A última coisa que lembrava era do líquido verde sendo borrifado em sua direção. Ela se lembrou de gritar e depois de ver tudo escuro. A dor deve tê-la dominado. Mas e depois?

Houve um lampejo de outra memória, de mais gritos, mas havia algo mais, água?

A porta do quarto se abriu, e Ashleigh virou a cabeça. Ele estava de costas para ela enquanto fechava a porta, mas ela reconheceu imediatamente o cabelo azul.

— Myka — ela sussurrou. — Onde estamos? O que aconteceu?

Ele se virou, vestindo uma camisa de mangas curtas, e seus braços estavam cobertos de bandagens. Surpresa com o que viu, Ashleigh tentou se sentar, apenas para gritar de dor ao ser imediatamente lembrada de que seu corpo estava gravemente ferido.

— Não tente se mover — ele disse, aproximando-se rapidamente dela e empurrando gentilmente seus ombros para que se deitasse novamente, antes de se sentar na cadeira. — Estamos com o Arbusto Agitado. É a matilha mais próxima da Guarda da Lua.

— O que aconteceu com você? — ela perguntou depois de respirar fundo.

Myka olhou para seus braços.

— Assim que coloquei as crianças a uma distância segura, voltei para te buscar — ele começou. — Vi que a criatura estava morta e encontrei você caída no chão, cercada por pequenos buracos com aquele líquido verde.

Sua voz estava cansada. Ashleigh se perguntou quanto tempo havia passado e se ele sequer teve a chance de dormir.

— Presumi que a criatura deve ter borrifado você com aquele líquido verde antes de morrer… ele tem algum tipo de qualidade ácida. Ele te queimou, e você desmaiou — ele disse. — Eu não percebi sobre o ácido… então te levantei e…

Ele suspirou e levantou os braços com um sorriso cansado.

— Nenhuma boa ação, né? — ele disse.

Ashleigh engoliu seco. Ela estava agradecida por ele ter voltado para resgatá-la. Se não tivesse, ela provavelmente teria morrido ali. Mas também sabia que nada disso teria acontecido se não fosse pela escolha que fez desde o início.

— Enfim — ele continuou. — Eu te levantei. A queimação foi imediata. Não sabia o que fazer, mas parecia uma boa ideia eliminar qualquer excesso de nós. Então, te levei para dentro do lago.

— Para dentro do lago? — Ashleigh perguntou, sentindo uma vaga memória do evento.

— Sim, não sei se você se lembra — ele disse. — Você acordou gritando, o que não é surpreendente, porque quando a água tocou meus braços, foi dez vezes pior do que apenas o líquido verde sozinho.

— Eu me lembro da água e dos gritos… mas nada mais.

— Isso não me surpreende — ele disse. — Você desmaiou quase imediatamente depois de acordar.

Ashleigh franziu a testa. Ela já tinha experienciado dor muitas vezes, mas desmaiar, duas vezes, por causa dela, era surpreendente.

— Acho que estou perdendo meu jeito — ela sorriu. — Deixando um pouco de dor me derrubar.

Myka olhou para ela. Foi a primeira vez que ela percebeu seus olhos durante a conversa. Estavam vermelhos e inchados. Ele cerrou o maxilar.

— Ashleigh, você quase morreu — ele disse. Sua voz tremeu, com uma camada de raiva e preocupação.

Ashleigh engoliu seco. Obviamente, a situação não era ideal. Ela ainda sentia dor, mas como poderia quase ter morrido?

— Seu estômago, está ruim — ele continuou. — Pode não perceber, mas você está sob uma dose pesada de analgésicos.

Ashleigh franziu a testa.

— Não — ela disse, balançando a cabeça. — Não posso estar. Minha mente está clara, e sim, dói, mas não é tão ruim.

— Você está usando um pin médico — ele disse, apontando para seu ombro.

Ela ergueu a mão, tocando a alça do top esportivo, sentiu um pequeno botão. Era semelhante ao pin da armadura que sempre usava. Agora que ele mencionou, Ashleigh podia ver só um vislumbre de um brilho iridescente em seu braço.

Caleb havia contado sobre ele meses atrás, algo novo que estavam desenvolvendo em um dos laboratórios. Ele deveria funcionar em emergências, como usavam seus pins para ajudar a estabilizar alguém com ferimentos básicos.

Mas o pin médico seria capaz de cobrir o corpo com uma pele fina, quase imperceptível. Proporcionando um ambiente estéril, administrando antibióticos, agentes anestésicos ou medicamentos diretamente na ferida, evitando os efeitos colaterais no cérebro.

Mas, pelo que sabia, o pin médico ainda não havia sido finalizado. Certamente não teria sido disponibilizado para as matilhas menores, mesmo se tivesse.

— Como? — ela perguntou. — Como eu tenho isso?

— A equipe que veio da Verão trouxe isso.

Ashleigh franziu a testa.

— Equipe da Verão? — ela perguntou. — Que equipe? Por que há uma equipe da Verão aqui?

Myka desviou o olhar, cerrando o maxilar. Então, após um momento, ele olhou para ela novamente.

— Axel pediu que eles viessem — ele disse.

— O quê?

Myka se recostou, alcançou o bolso e puxou um papel.

— Quando ele soube disso — Myka disse, segurando o papel diante dela.

Ashleigh pegou o papel, trazendo-o para sua linha de visão. Um frio percorreu sua espinha, e seu peito apertou ao ver o relatório original do batedor.

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