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Ligada a um Inimigo - Capítulo 555

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Capítulo 555: Agora Que Eu Entendo

Myka segurou Peter com força. Seu peito pressionado contra as costas de Peter enquanto ele rolava lentamente seus quadris, empurrando seu grosso membro mais profundamente dentro de seu amante.

Peter ofegava e inclinava a cabeça para trás, dando a Myka acesso à sua garganta e ombro.

Myka beijava ao longo da nuca de Peter, sua língua deslizando pela curva de sua clavícula. Então, finalmente, ele parou no lugar que o chamava. A área que ele queria desesperadamente afundar seus dentes e morder. Ele passou a língua sobre aquele ponto, e Peter estremeceu.

Myka o beijou suavemente, sugando levemente a carne até que houvesse uma bela vermelhidão. Ele lhe deu outra lambida.

“Eu não fazia ideia…” ele sussurrou, “do que estava perdendo….”

Ele passou a língua pela vermelhidão.

“Tão próximos quanto podemos estar,” ele sussurrou. “Mas você ainda está tão distante….”

Ele sugou na mancha vermelha delicadamente.

Myka gemeu quando sentiu Peter se apertar.

“Relaxa…” ele sussurrou.

“Como posso…” Peter disse entre seus ofegos. “Enquanto você faz isso?”

Myka sorriu e deu mais um beijo suave no ombro de Peter enquanto aumentava o ritmo de seus quadris. Finalmente, Peter gritou, arqueando as costas e se inclinando ainda mais em Myka.

“Toque-me…” Peter sussurrou.

Myka estava mais do que feliz em atender, deslocando sua mão para baixo do estômago de Peter para agarrar sua ereção rígida. Peter soltou um gemido ofegante enquanto Myka começava a acariciá-lo, combinando os movimentos de seus quadris.

Peter estava sendo levado à loucura. Seu coração batia acelerado, e sua mente inundada com seu prazer.

Os lábios e a língua de Myka continuavam a provocar o lugar na clavícula de Peter que clamava por ser reivindicado. Então, finalmente, Myka abriu a boca e roçou seus dentes pela carne sensível. A sensação quase foi o suficiente para levar Peter ao limite.

“Faça…” Peter sussurrou desesperadamente.

Os olhos de Myka se arregalaram, e por um momento, ele achou que seu coração tinha parado.

“Faça…” Peter repetiu, virando a cabeça para se expor ainda mais.

Myka sentiu um desejo primordial. Requereu toda a sua força de vontade para não morder o ombro de Peter.

“Concentre-se no prazer,” Myka sussurrou.

Antes que Peter pudesse responder, Myka intensificou seus empurrões e moveu sua mão habilmente ao longo do membro de Peter.

Peter começou a ofegar e gemer, e Myka sorriu.

“Cuidado,” Myka sussurrou. “Não queremos que alguém passando ouça essa sua voz sexy….”

Myka mordeu suavemente a orelha de Peter e então continuou a conduzí-lo à loucura. Finalmente, Peter levou o punho à boca e mordeu enquanto o orgasmo o tomava.

Enquanto Peter sentia o prazer alucinante do seu orgasmo, ele continuou sendo estimulado conforme Myka o penetrava com mais força. Finalmente, Myka virou Peter para olhá-lo e o beijou com vigor até ele alcançar o clímax.

Alguns minutos depois, eles haviam se acalmado e estavam se vestindo novamente. Peter observava Myka cuidadosamente.

Myka sorriu.

“Se você não parar de me olhar, nunca vamos sair deste quarto.”

Peter se virou, desconcertado.

Ele continuou abotoando sua camisa, mas não conseguia se livrar do pensamento que o incomodava. Peter respirou fundo e virou-se de novo para Myka.

“Essa foi a segunda vez,” ele disse, cruzando os braços sobre o peito.

Myka ficou reto, puxando sua camisa para alisá-la. Ele sorriu.

“Na verdade, foi a terceira. A primeira foi na cama, a segunda foi no chuveiro.”

Peter fechou os olhos e soltou um suspiro frustrado.

“A segunda vez que você rejeitou a Marca!” Peter gritou.

Myka parecia atônito.

“O quê?” ele sussurrou. “Não… isso não é–”

“Cinco anos atrás, você me rejeitou,” Peter interrompeu com raiva. “E agora, você me ignorou.”

Myka cerrava sua mandíbula. Ele endireitou as costas, e a expressão em seu rosto ficou séria.

“Vamos deixar isso claro,” ele começou. “Cinco anos atrás, você foi quem me rejeitou. Você me deixou. Eu errei por não te perseguir e não explicar por que estava com medo. Mas você foi quem me deixou, não o contrário.”

Peter sentiu sua raiva se esvair enquanto ouvia a verdade nas palavras de Myka.

“E quanto ao que acabou de acontecer,” Myka continuou. “Eu não queria fazer algo que você se arrependeria. Algo que te faria me afastar de novo.”

“Eu te pedi para fazer isso,” Peter contestou. “Por que eu me arrependeria?”

“Você me disse para fazer isso enquanto estava à beira de um orgasmo, Peter,” Myka zombou. “Isso não é exatamente um momento de pensar claramente.”

Peter respirou fundo. Myka estava certo. Ele não deveria ter culpado ele.

“Você disse que queria esperar até nos conhecermos melhor. Que você não queria apressar as coisas,” Myka disse, seu tom muito mais gentil do que tinha sido.

Myka se aproximou, estendendo as mãos para os ombros de Peter.

“Eu vou esperar o tempo que você quiser,” ele sussurrou. “Marca ou não, sou seu e apenas seu.”

Peter engoliu e lambeu os lábios.

“Então… você quer ser marcado?” ele perguntou hesitante.

Myka deu um sorriso suave.

“Agora que entendo o que isso significa,” ele disse, movendo sua mão para acariciar a bochecha de Peter, gentilmente acariciando com o polegar. “Sim.”

Peter olhou nos olhos escuros de Myka. Ele viu neles um anseio, um amor profundo. Sua respiração engasgou, e sua garganta ficou seca.

Myka fechou os olhos e deu um rosnado suave quando moveu a cabeça para o ombro de Peter.

“Sério…” ele sussurrou com um sopro pesado. “Você não faz ideia do que você me faz….”

Suas mãos moveram-se para os quadris de Peter, dando-lhes um aperto suave e puxando-o mais para perto até que se pressionassem firmemente juntos. Então, Myka virou a cabeça e beijou a garganta de Peter.

Peter fechou os olhos, sua respiração já ficando mais pesada.

“Espere…” ele sussurrou.

Myka rosnou mas parou, seus dedos cavando na carne dos quadris de Peter.

Peter levantou suas mãos para o rosto de Myka, fazendo-o olhar para ele.

Por um momento, Myka estava confuso e incerto se tinha feito algo errado enquanto olhava nos olhos de Peter e via medo e vulnerabilidade.

Peter engoliu e lambeu os lábios.

“Quando criança, tudo que eu tinha eram meus pais, e então eu os perdi… depois eu encontrei você….” Peter sorriu tristemente enquanto uma lágrima caía de seu olho. “E eu te perdi também.”

Myka cerrava sua mandíbula e baixava o olhar. Mas Peter o fez olhar para cima novamente.

“Mas você voltou,” Peter sorriu. “E eu não quero perder você nunca mais.”

Myka engoliu, seus lábios se curvando em um sorriso enquanto a emoção inchava em seu peito.

“Eu te amo,” Peter continuou. “Eu sei que não digo muito, e às vezes tento te afastar. Mas eu te amo, e nunca quero te espantar.”

“Eu não vou deixar você….” Myka sussurrou.

Peter riu.

“Bom,” ele sussurrou de volta. “Muito bom.”

Eles se abraçaram, e Myka o segurou firme. Sentindo uma proximidade entre eles que tinha estado ausente.

“Myka?” Peter sussurrou.

“Hmm?” Myka respondeu, ainda o segurando.

“Vamos para casa,” Peter sussurrou, seu tom baixo e grosso. “Quando eu te marcar, eu quero ouvir sua voz…”

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