Liberar-me, Amar de Novo-O Casamento Relâmpago com o Sr. CEO - Capítulo 246
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246: Obtenha os melhores benefícios e evite grandes perdas. 246: Obtenha os melhores benefícios e evite grandes perdas. À noite, quando Aiden voltou, Arwen já estava em casa. Ao vê-lo entrar na sala, seus lábios se curvaram em um sorriso caloroso. “Você voltou,” ela disse alegremente, com uma voz carregada de suavidade que imediatamente chamou sua atenção.
Aiden arqueou uma sobrancelha, sua curiosidade aguçada. “Você parece tão animada. Estava me esperando, ou aconteceu algo bom?” ele perguntou.
Arwen franziu de forma brincalhona enquanto se levantava, passando as mãos pela saia antes de caminhar em sua direção. “O que você acha?” ela perguntou, seu tom provocante. Pegando seu casaco, ela o dobrou cuidadosamente sobre o braço e sorriu para ele. “Ambos os seus palpites estão certos. Eu estava esperando meu marido chegar em casa para poder compartilhar as coisas boas que aconteceram hoje.”
Aiden observou-a, seu olhar ficando mais suave. Por um momento, ficou em silêncio, simplesmente absorvendo sua presença. Então, ele assentiu com um pequeno sorriso. “Tá bom,” ele disse, encontrando seu comportamento encantador.
Ele sempre soube que quando ela chegava em casa antes dele, ela esperaria por seu retorno — embora ela jamais admitisse isso. Hoje, no entanto, estava diferente. Ela não apenas esperou; ela o recebeu com uma abertura que a fez parecer a perfeita imagem de uma pequena esposa ansiosamente aguardando pelo retorno do marido.
Ele não queria que ela se sentisse presa à tais papéis — ele amava sua independência, sua chama — mas não podia negar o quanto ela parecia adorável naquele momento. Seus olhos que ficaram nele, davam a ele aquele frio na barriga que ele sempre ansiou.
Era como se Arwen pudesse ler seu olhar. “Você gosta de me ver assim?” ela perguntou, mas Aiden não disse nada. E quando ele não disse nada, Arwen apertou os lábios sacudindo a cabeça. “Marido, você só precisa me dizer e eu faria essas pequenas coisas para te fazer sorrir — sempre.”
Aiden balançou a cabeça. “Você não precisa,” ele disse com um sorriso suave nos lábios. “Você não tem que fazer nada que não tenha vontade, Lua.”
“Como você sabe que eu não tenho vontade de fazer isso?” ela perguntou, pressionando um sorriso nos lábios antes de se virar e se afastar por um curto tempo para pendurar seu casaco. Quando ela voltou, viu-o ainda de pé lá, observando-a. “O que foi?” ela perguntou. “Não vai explicar como sabe disso sendo que nem eu tenho certeza?”
Ela caminhou de volta até ele e agarrou seu braço antes de puxá-lo para o sofá e sentar primeiro. “Já que você ainda está decidindo uma resposta, vamos sentar e esperar. Quando você decidir, me diga. Até lá, eu vou esperar.”
No começo, Aiden pensou que ela não estava falando sério, mas ao ouvi-la novamente, ele sabia que ela não cederia até ouvir dele. Então, suspirando suavemente, ele disse, tanto suas palavras quanto o tom carregavam o calor que ele tinha por ela. “Lua, eu não quero que você se sinta obrigada a nada. O mundo pode fazer os compromissos que quiser, mas se você tiver que ceder nem que seja por um segundo, isso me mataria mil mortes.”
Suas palavras vieram como uma promessa que imediatamente fez o fôlego de Arwen falhar. Lentamente, o calor se espalhou pelo seu coração e seus lábios se curvaram. Estendendo a mão, ela segurou as mãos de Aiden nas dela. “Senhor Winslow, marido e mulher compartilham deveres e responsabilidades iguais. Tanto quanto é sua responsabilidade cuidar de mim, é o mesmo para mim. Mesmo que seja meu dever fazer coisas que façam e te mantenham feliz e sorridente.”
“Mas isso vai te fazer feliz?” Aiden perguntou, e sua pergunta assim fez Arwen parar por um segundo. Ela se sentiu congelada, sem saber o que fazer. Até quando estava falando dele, ele estava considerando as coisas para ela. Por que ele era tão atencioso com ela?
Era essa a maneira dele de fazer com que ela se apaixonasse por ele?
Se for, então ela queria lhe dizer que está funcionando maravilhosamente. Porque ela parece estar se apaixonando por ele mais e mais a cada dia, a cada segundo ao seu redor. Se continuar assim, não demorará muito para que ela esteja completamente apaixonada por ele.
E ela sabia que ele valeria toda aquela devoção.
Vendo-a não responder por um bom tempo, Aiden pensou que ela percebeu o quanto seria pesado. Ele pensou em ajudá-la a mudar o assunto. “Lua, eu —” ele começou, mas suas palavras foram rapidamente interrompidas.
“Claro,” Arwen disse, interrompendo-o, seus lábios se curvando ainda mais. “Isso vai me fazer feliz,” ela disse. “Mais do que você pode imaginar”. Seu tom tinha uma convicção que não apenas a surpreendeu, mas até mesmo Aiden.
Aiden a encarava, suas sobrancelhas franzidas em contemplação silenciosa. Ele não disse nada, em vez disso, seu olhar permaneceu nela como se tentasse ler seus pensamentos.
Quando Arwen o viu assim, ela ergueu a mão lentamente e segurou um lado de seu rosto gentilmente. “Você é meu marido, Senhor Winslow. Lembre-se, nós não assinamos nenhum contrato. Então, o que compartilhamos é real, o que significa que você tem todos os direitos sobre mim, assim como eu tenho sobre você,” ela disse.
E com as palavras dela, a expressão de Aiden mudou. Ele segurou a mão dela com força e perguntou, quase como se quisesse confirmar uma vez antes de acreditar de fato. “Você está me dando direito sobre você?”
Arwen ficou surpresa. Ela riu baixinho. “Você não sabia que já tinha todo esse tempo?”
As sobrancelhas de Aiden se juntaram, e Arwen deu um tapinha brincalhão no nariz dele, adorando sua expressão de incredulidade. Era raro vê-lo assim, já que ele estava sempre certo de todas as coisas ao redor deles. “Que pena que você não usou seu direito antes. Você não aprendeu a estar informado de todos os privilégios? Tanto nos negócios quanto na vida, isso pode te trazer os melhores benefícios e ajudar a evitar grandes perdas.”
Aiden agarrou o dedo dela, o que tinha dado um tapinha no nariz dele. Sua expressão mudou mais uma vez, desta vez para algo mais sombrio, quase diabólico. “Pode repetir isso?” ele perguntou, sua voz baixa, provocante, mas perigosamente charmosa.