La Esposa del Demonio - Capítulo 567
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567: Lágrimas de Garota-II 567: Lágrimas de Garota-II A felicidade do Leviatã vinha apenas de um único lugar, que era sua pequena, mas linda família. Viver como um humano tinha a parte mais difícil, que era ocultar seu eu demoníaco. Mas com a natureza amorosa e gentil de sua esposa, não demorou muito para que todos na nova aldeia para a qual se mudaram passassem a gostar muito deles.
– Sr. Levi! – Chamou um dos homens que tinha uma toalha enrolada no pescoço. – Bom dia! Outro trabalho na cidade? Você é tão bem-sucedido que realmente quero saber como conseguiu esse trabalho. Talvez ser uma pessoa letrada seja a chave?
Leviatã tinha um poder que era imenso. Era algo que ele herdou de seu pai. Enquanto a maioria dos demônios adoraria exibir seu poder, Leviatã não gostava deles. Além de sua proeza, Levi tinha outra enorme riqueza que ele guardava no Inferno. Ele não precisava trabalhar, mas desde que se casou com sua esposa no mundo humano, ele queria tentar viver como um humano e, pelo que parece, depois de assumir o trabalho como conselheiro de um comerciante, eles tinham feito uma boa fortuna para sua pequena família.
Ele apenas sorriu em resposta e disse educadamente: – Tenho sorte de poder aprender algumas habilidades que contribuem para agora.
– Claro. Mas que pena, – suspirou o homem, – Se eu fosse como você, teria sido capaz de ensinar uma ou duas coisas para as minhas filhas gêmeas.
– A Lady Elise também está estudando no momento. Se você permitir, pode trazer suas duas filhas para nossa casa. A Adelaide adora ensinar, especialmente para crianças, – ofereceu Leviatã. No Inferno, ele sempre guardava as coisas para si mesmo porque sabia que a cada momento os demônios gostariam de esfaquear suas costas para ganhar sua posição. Nunca teria estendido sua mão ajudando aos outros se estivesse no Inferno, embora hoje fosse diferente.
– Sério?! – Os olhos do homem se iluminaram, – Por favor, por favor! Ficaria muito feliz sobre o sol com a sua ajuda. Certamente direi para aqueles dois virem visitar sua casa. Mais uma vez, obrigado, Sr. Levi!
O Leviatã não sorriu, pois era uma pessoa com uma expressão bastante inexpressiva. Mas uma pessoa jamais deixaria de notar o pequeno brilho em seus olhos. A Adelaide, que estava atrás dele, riu enquanto dizia: – Você está indo tão bem para quem é um humano pela primeira vez.
Os lábios do Leviatã imediatamente se suavizaram, – Tudo por sua causa, querida.
– Com certeza, – riu a Adelaide, que não hesitou em aceitar os créditos. – Não fui sempre a luz positiva para você?
Aproximando-se da Adelaide, Leviatã a beijou nas bochechas, – Com certeza. Como está a Lady Elise?
A Adelaide estava sorrindo, mas quando o nome de sua filha foi mencionado, seu sorriso se alargou, – Boa pergunta! Nossa querida filha é um gênio! Você sabia como ela tem lido livros mais rápido do que as outras crianças?! Aposto que em breve ela poderá trabalhar ao seu lado.
Leviatã riu, – Por mais inteligente que ela seja, trabalhar logo comigo não vai acontecer tão cedo.
– Você diz isso porque não viu as habilidades dela com seus próprios olhos! – Adelaide exclamou orgulhosa. – Enfim, vamos voltar para casa.
Leviatã sentiu as mãos de sua esposa se enlaçarem em seu braço e deixou ser puxado por ela enquanto deixavam o lugar. Dentro de casa, uma menina de cabelos vermelhos vivos estava sentada no chão com livros abertos à sua frente. Com sua audição aguçada, podia ouvir o som dos passos e rapidamente foi à porta para cumprimentar seu pai e sua mãe.
– Mãe, pai! – A Lady Elise chamou seus nomes e abraçou os dois pelas pernas.
Leviatã levou sua mão para a frente e trouxe a Lady Elise para seus braços, – Minha menina, estou de volta, – ele beijou suas bochechas fazendo a Lady Elise rir.
Adelaide, que estava ao lado deles, não pôde deixar de juntar-se e beijá-la nas bochechas também, fazendo pequenas risadas escaparem de seus pequenos lábios.
– O que você tem feito? – Leviatã perguntou a ela e a Lady Elise parecia completamente animada quando disse.
– Eu li livros! – A Lady Elise disse ao pai, – e a mãe me contou aquela história incrível de novo.
– Aquela história? – Leviatã arqueou as sobrancelhas enquanto olhava para a Adelaide, que tinha se desmanchado em um sorriso.
– Ela deve estar falando da minha aventura com a panela de cozinhar – disse a Adelaide com um tom de orgulho.
Leviatã não pôde deixar de rir e balançar a cabeça, – Você quis dizer como você bateu em um demô… um vilão com a panela de cozinhar sozinha.
– Mãe é forte! – A pequena Lady Elise respondeu entusiasmada.
– Ela é, – concordou Leviatã. Enquanto colocava a mão sobre os ombros de Adelaide, deu à sua esposa um beijo amoroso nas bochechas.
– Bem, Lady Elise, agora você pode ir limpar o livro com o qual você fez uma bagunça no seu quarto? Mamãe vai fazer para você as deliciosas panquecas que você ama. – Ao ouvir a promessa, a Lady Elise rapidamente se levantou do chão, suas pequenas mãos e pernas levaram um tempo para conseguir se levantar.
– É uma promessa! – A Lady Elise riu levemente enquanto corria para o quarto.
Deixados a sós, a Adelaide e o Leviatã continuavam sorrindo após a partilha de alegria de sua filha. – Como está indo o seu trabalho? Não é difícil? – Adelaide perguntou enquanto trazia a xícara de chá que tinha preparado para ele.
– Na verdade não. Não é tão diferente do trabalho que eu fazia no castelo lá no Inferno, – Leviatã murmurou um pequeno agradecimento antes de tomar um delicioso gole do chá. – Como está a Lady Elise?
O sorriso de Adelaide se tornou menor, – Você deve querer dizer o progresso das habilidades dela. Por enquanto eu não vejo nada nela que venha de nenhum dos lados, tanto anjo quanto demônio.
– Os poderes dos anjos são puros, eles fazem principalmente cura e apenas uma parte deles é capaz de atacar, – respondeu Leviatã. Vendo sua esposa sentada diante dele, ele respirou fundo, – O caso que seria nosso problema se a Lady Elise herdar mais da minha habilidade demoníaca. Não somente é difícil para ela controlar a habilidade e natureza demoníaca que em breve possuirá, mas também não é uma tarefa fácil para ela que tem ambos os poderes, angelical e demoníaco. Quando eu tinha cerca de dezoito anos, sofri alguns dos contratempos de ter ambas as linhagens. Ambos os poderes se opõem um ao outro.
– Eu sei, – respondeu Adelaide com um suspiro pesado, – Mas Levi, assim como você, eu não tive a experiência normal de ser uma pessoa simples. Nossa filha, ela é especial, um tesouro único, mas eu quero que ela não se sinta diferente dos humanos à sua volta. Eu sei que você tem se oposto à ideia de ela fazer amigos de sua idade, pois você teme que um dia ela não consiga mais ficar nesta aldeia. Mas eu—
– Você quer tentar, – Leviatã completou suas palavras e Adelaide assentiu prontamente, deixando seu cabelo vermelho solto dançar enquanto fazia isso. – Ainda sou um pouco reticente quanto a essa ideia, – a cabeça de Adelaide baixou sob seu olhar. Com uma risada ele acrescentou, – Mas mudei minha mente teimosa há um dia atrás e acho que é a hora certa para a Lady Elise fazer amigos. Seria injusto da minha parte restringi-la das coisas que ela deseja experimentar.
– Oh! – Adelaide pulou de sua cadeira e puxou seu marido para um abraço, – Eu sabia que você logo concordaria!
– Porque sou um facilmente persuadido? – Leviatã perguntou com uma sobrancelha levantada.
– Não, – quando ela riu, isso o fez lembrar como sua filha também compartilhava a mesma risada, – Eu digo porque você é meu marido que só me apoia. Eu sabia que não tinha feito a escolha errada ao concordar em casar com você! Mas com quem a Lady Elise deveria se amigar? Ela nunca teve crianças da idade dela por perto antes. Estou pensando em ir com alguém alegre.
– Na verdade, acabei de conversar com Woyld, – Leviatã disse esperando que o nome tocasse um sino na cabeça de sua esposa.
– Marido da Natashia! Você quer dizer as filhas gêmeas deles?
– Sim, – ele confirmou. – Ele queria ensinar suas filhas a ler e escrever para um futuro melhor. Acho que como você pode fazer ambos e está ensinando a Lady Elise, por que não tê-las juntas em casa?
O sorriso da Adelaide ficou ainda mais radiante com uma felicidade saltitante, – Você é o melhor! – Ela abraçou carinhosamente o Leviatã que não pôde evitar de sorrir ainda mais.
– Me adulando de novo. Mas lembre-se de não compartilhar muitas horas com elas. Elas podem ser pessoas gentis, mas ainda são humanas e há até certas coisas que podemos esconder com sucesso delas. –
– Entendo que só brincaremos por três horas, isso deve ser suficiente! – Adelaide continuou a falar sobre o que desejava que a Lady Elise fizesse, já que sua filha era bastante animada, mas tímida, ela falou de como com o tempo a Lady Elise faria grandes amigos, o que o Leviatã concordou.
Ele estava feliz em ver como a Adelaide estava alegre e a Lady Elise quando ele disse que ela logo teria amigos vindo à sua casa sem saber que era o começo para a vida tranquila da família desmoronar, pois uma certa pessoa colocou os olhos na pequena família.