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Jogos da Rosie - Capítulo 408

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  3. Capítulo 408 - 408 Memória de uma Deusa 408 Memória de uma Deusa Rosalinda
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408: Memória de uma Deusa 408: Memória de uma Deusa Rosalinda deitava na cama, seu corpo exausto e ansiando por descanso, mas sua mente se recusava a se entregar ao sono. Sua mente parecia imune ao cansaço que permeava seus membros. Enquanto jazia ali, seu olhar fixo no teto intricadamente esculpido, um turbilhão de pensamentos girava em sua consciência, recusando-se a lhe conceder paz.

As revelações de Belisarius haviam acendido uma faísca de curiosidade dentro dela, uma sede inextinguível de conhecimento que mantinha sua mente zumbindo com perguntas. No entanto, sua partida abrupta apenas alimentou sua frustração, deixando-a se sentir abandonada em um mar de incerteza. Como ele poderia deixá-la suspensa com revelações tão profundas sobre a deusa e a misteriosa conexão que parecia atar sua própria alma àquela entidade antiga?

Enquanto o crepitar do fogo na lareira lançava sombras dançantes pelo quarto, seu suave brilho banhando a câmara em uma atmosfera quente, Rosalinda se encontrava mergulhando nas profundezas de seus pensamentos.

Duque Lucas Rothley e o homem que se assemelhava a ele dentro de seu sonho ressurgiam em sua mente. Isso adicionava outra camada de mistério. Se Belisarius era de fato um dos companheiros da deusa, que papel Lucas desempenhava nessa narrativa? Quem era ele e que propósito servia no grandioso esquema das coisas?

A mente de Rosalinda logo se aventurou no reino dos demônios e na ameaça iminente que eles representavam. Ela não pôde deixar de amaldiçoar Belisarius nas profundezas de seus pensamentos.

Com um suspiro que escapava de seus lábios, Rosalinda se levantou da cama, sentindo o peso do esgotamento se assentar sobre seus ombros. Ela espirrou água fria em seu rosto, as gotas refrescantes lavando os resquícios da insônia. Buscando consolo, ela se posicionou em silêncio ao lado da janela, seu olhar fixado na neve cintilante lá fora.

Uma voz que cortava a calmaria interrompeu a serenidade da cena. “Não consegue dormir?” As palavras proferidas com um ar de melancolia atraíram a atenção de Rosalinda. Ela virou, seus olhos se arregalando de surpresa ao ver Atior parada não muito distante dela.

“Você—” Rosalinda começou, sua voz tingida tanto de cautela quanto de curiosidade.

“Eu não vim aqui para te machucar,” Atior interrompeu, sua voz carregando um peso que parecia desconhecido, mais profundo do que antes. “Eu vim para me desculpar.”

A testa de Rosalinda se franziu, incerteza nublando suas feições. A presença de Atior e a mudança inesperada em sua voz acenderam um turbilhão de perguntas na mente de Rosalinda. Anteriormente, Belisarius havia a alertado que Atior poderia aparecer. Ela não esperava que isso acontecesse tão cedo.

“Desculpar-se pelo quê?” Rosalinda indagou, sua voz envolta em uma mistura de ceticismo e intriga.

“Eu não pretendia destruir a barreira,” Atior confessou, seu tom carregado de remorso. “Quero dizer… Não foi minha intenção quebrá-la. Eu simplesmente não estava ciente da extensão da fragilidade da barreira.”

“Se você não estava lá para destruir a barreira, então o que estava tentando fazer?” A voz de Rosalinda tinha uma mistura de curiosidade e ceticismo, seus olhos fixados em Atior.

Por um breve momento, o silêncio envolveu a sala, aumentando a tensão entre elas. Então, com um suspiro pesado, Atior finalmente falou, sua voz carregando o peso de suas intenções. “Eu queria te tirar do lugar para onde o Duque te levou.”

As sobrancelhas de Rosalinda se uniram em confusão. A revelação a pegou de surpresa, tecendo um tapete de perguntas em sua mente. Por que Atior procuraria resgatá-la? E qual era o motivo do Duque para levá-la àquela caverna? As peças do quebra-cabeça estavam espalhadas, esperando para serem montadas.

“Eu não sabia o seu exato local, mas depois de vasculhar incansavelmente a ilha por dias, fiquei cada vez mais certa de que o Duque pretendia te levar com ele,” Atior continuou, sua voz tingida com uma mistura de determinação e preocupação.

Uma sensação de inquietude se estabeleceu dentro de Rosalinda. Belisarius havia insinuado noções semelhantes, sugerindo que havia mais em sua situação do que aparentava. As profundezas de sua memória permaneciam elusivas, envoltas em incerteza.

“Por que você acha que ele me levaria lá?” Rosalinda sondou, sua voz preenchida com uma tranquila resolução de desvendar a verdade.

“O Duque…” a expressão de Atior endureceu, seus lábios se afinando como se ela ponderasse as consequências de suas próximas palavras. Finalmente, ela falou, sua voz permeada por uma cautela resguardada. “Você deve entender que há aspectos que não posso discutir com você até que você recupere sua memória.”

“Memória?” Rosalinda ecoou, frustração colorindo sua voz. Sua testa se franziu enquanto a confusão nublava sua expressão. “Que memória? Eu não perdi minha memória, Atior.”

Atior hesitou por um momento, seu olhar mudando desconfortavelmente.

“Você é a Deusa. Você é—” Atior começou, sua voz preenchida com uma mistura de reverência e incerteza.

“Como você sabe disso?” Rosalinda interrompeu, seu tom envolto em curiosidade. Ela se lembrava claramente de como Atior sempre a referira como a Deusa, seguindo-a com uma dedicação inabalável. Era uma crença que parecia profundamente enraizada no ser de Atior.

Atior respirou fundo, reunindo seus pensamentos antes de responder. “A deusa que nos salvou a todos, a deusa dos feiticeiros,” ela explicou, sua voz carregando um toque de admiração.

“Então agora você está chamando a Deusa de feiticeiro,” Rosalinda comentou, um toque de intriga colorindo suas palavras. Ela optou por fingir ignorância, suprimindo o conhecimento que havia adquirido das revelações anteriores de Belisarius. Era um movimento estratégico para persuadir Atior a revelar mais informações voluntariamente.

“A Deusa é um feiticeiro. Por alguma razão, os membros das sete famílias tentavam esconder isso há séculos.” Atior falou. “Por mais que eu quisesse, não posso te dizer algo que você já não saiba. Não posso simplesmente te dar o que você quer.”

Rosalinda franzia a testa, uma decepção brilhava em seus olhos. Ela queria— precisava saber mais sobre o passado.

“Peço desculpas…” a voz de Atior se perdeu, seu tom repleto de uma mistura de urgência e arrependimento. “No entanto, o tempo é essencial. Precisamos nos encontrar novamente.”

A testa de Rosalinda se contraiu em confusão, sua mente correndo para compreender as palavras enigmáticas de Atior. Ela abriu a boca para falar, mas Atior rapidamente a interrompeu.

“Só posso me revelar durante a noite, exatamente a essa hora,” Atior esclareceu, sua figura começando a brilhar e borrar. O ar ao redor parecia ondular, como se a própria realidade estivesse sendo distorcida. Então ela desapareceu.

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