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Jogos da Rosie - Capítulo 394

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  3. Capítulo 394 - 394 Déjà vu 394 Déjà vu A voz de Lucas permaneceu resoluta
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394: Déjà vu 394: Déjà vu A voz de Lucas permaneceu resoluta, seu olhar fixo em uma ameaça invisível espreitando além de sua visão. “A barreira que nos separa deles,” ele esclareceu, o peso de suas palavras pairando pesado no ar.

“Deles?” Rosalinda pressionou, um tom de medo infiltrando-se em sua voz.

Lucas tomou um fôlego profundo, sua voz preenchida com uma mistura inquietante de temor e fúria. “Os demônios,” ele confessou, suas palavras revelando uma verdade oculta que virou o mundo dela de cabeça para baixo.

“Demônios?” Os rosnados intensificaram-se.

“Lucas!” A súbita intrusão de outra voz estilhaçou a atmosfera carregada. O olhar estreito de Rosalinda se deslocou para o recém-chegado inesperado que surgiu diante deles. Alto e exalando um ar de inegável atração, o homem vestia uma longa túnica branca que esvoaçava ao seu redor. Seus longos cabelos ébano caíam como tentáculos de tinta, cativando a atenção dela.

“O que está acontecendo?” a voz do homem ressoava com uma gravidade que espelhava a severa expressão de Lucas.

“Alguém está forçando a passagem através da barreira,” Lucas respondeu, seu tom impregnado de urgência.

“Você deve pôr um fim nisso!” o homem bradou, sua presença imponente exigindo atenção.

“Não é a hora certa!” Lucas rebateu, sua voz cheia de determinação.

“Você perdeu o juízo!?” Os olhos do homem ardiam com uma mistura de preocupação e frustração.

“Ela ainda tem que presenciar,” Lucas afirmou firmemente, seu olhar se desviando em direção a Rosalinda.

O homem voltou seu olhar para ela, seus olhos sondando os dela por um momento. “Você deve intervir. Eu a escoltarei até a segurança do Norte.”

Mas antes que a conversa pudesse continuar, uma explosão retumbante sacudiu os arredores. O coração de Rosalinda batia ferozmente contra seu peito, seus ritmos cardíacos ecoando a sinfonia caótica à sua frente. Um instinto profundo despertou dentro dela, uma conexão primal com os eventos tumultuosos que se desenrolavam naquele momento.

Era como se uma memória esquecida, sepultada nas profundezas de sua mente, ressurgisse com súbita clareza. O caos se desdobrando diante de seus olhos parecia sussurrar fragmentos de um passado que ela não conseguia compreender completamente—um vislumbre de um tempo que continha tanto terror quanto revelação.

Visões piscavam em sua mente, cintilando como imagens fragmentadas em um espelho fraturado. Ela via lampejos de batalhas travadas, pessoas morrendo, e um poder antigo despertando.

Ela não podia negar a assustadora verdade que se desenrolava diante dela—ela havia visto esse caos antes, embora nas profundezas de um passado esquecido. Era como se os fios do destino a tivessem entrelaçado nesse momento, instando-a a resgatar os fragmentos esquecidos de sua própria história.

“BOOM!”

“Eu disse que ainda não é hora!” A voz de Lucas carregava um senso de autoridade e resolução, indisposto a ceder a pressões externas.

“BOOM!”

“BOOM!”

“Você perdeu a razão!” As palavras jorravam dos lábios do homem, uma mistura de descrença e preocupação gravada em seu rosto.

“Você pode parar isso?” disse Rosalinda.

“O quê?” os dois homens olharam para ela.

“Eu falei o…” Ela falava das memórias, a súbita dor que lhe incapacitava o peito. “A barreira está fazendo algo comigo.”

De repente, Lucas saiu de sua própria contemplação, seus olhos se arregalando com uma nova compreensão. Sem hesitar, ele prontamente a entregou nos braços do outro homem, a troca rápida e decisiva.

“Eu porei um fim nisso. Cuide dela,” Lucas instruiu
“Lucas!” Rosalinda chamou, sua voz repleta de uma mistura de preocupação e confusão. “Para onde você está indo?” ela implorou, seus olhos buscando por respostas.

“Eu voltarei em breve,” ele assegurou, um brilho de determinação em seus olhos.

“O quê?” a voz de Rosalinda estalou com uma mistura de medo e anseio, desesperadamente buscando entender suas intenções.

“Eu prometo, eu voltarei,” Lucas respondeu, sua voz impregnada de firme convicção. Sem desperdiçar mais um momento, ele baixou seus lábios aos dela, compartilhando um breve, porém intenso beijo que transmitia um mundo de emoções não ditas. “E eu gosto bastante de você também…” suas palavras ecoaram dentro da cabeça dela.

Rosalinda ficou parada ali, o peso da incerteza pressionando sobre ela. A ausência de Lucas enviava ondas de ansiedade por suas veias, cada batida de seu coração ecoando com a dor de sua ausência.

Era como se uma parte vital dela tivesse sido arrancada, deixando-a à deriva em um mar de confusão. A incerteza se prendia no ar, envolvendo-a em uma neblina de perguntas sem resposta.

Isso… algo sobre esta cena a fez lembrar de algo que ela havia há muito esquecido.

No fundo do seu ser, uma onda de reconhecimento brilhou na alma de Rosalinda. Um profundo senso de déjà vu a tomou enquanto ela permanecia em meio ao caos giratório.

“Lucas!?” ela gritou, sua voz rachada com desespero. “Lucas!??”

“Precisamos partir rapidamente. Este espaço está à beira do colapso,” disse o homem.

“Não! Não podemos abandoná-lo!”

“Precisamos. Este espaço, tecido intricadamente pelo próprio Lucas, desmoronará assim que ele partir.”

“Não!”

Suavemente, ainda resolutamente, a pegada do homem se apertou, seu toque uma fonte de consolo. “Lucas nunca desejaria te machucar. Sua segurança deve ser nossa prioridade.”

Ela nada disse enquanto o ar estalava com energia bruta enquanto redemoinhos de vento rugiam pelos corredores rochosos, carregando consigo um coro outro-mundano de explosões retumbantes e sussurros sinistros.

O homem estava certo.

Ela podia sentir o próximo colapso da caverna.

Ela franziu o cenho antes de devagar concordar com um aceno. Um lampejo de incerteza sombreou as feições de Rosalinda enquanto ela contemplava a promessa de Lucas. Suas sobrancelhas se contraíam, revelando o conflito interno.

Dúvida lutava com esperança, e o medo guerreava com o anseio. Ela ansiava pelo retorno de Lucas, desesperada para acreditar em suas palavras, mas o peso da incerteza pressionava seu coração.

Ele vai abandoná-la… de novo? Assim como nas memórias que ela viu?

Então ela se viu transportada, como se por uma mão invisível, de volta à ilha, de volta às Montanhas Uivantes.

Contudo, seu retorno não foi recebido com alívio, pois ao emergirem do abraço da caverna, seus olhos foram atraídos para os dois indivíduos que igualmente sentiram sua presença.

Era Ena Thun… e outro feiticeiro.

….

Obrigado por ler. Por favor não esqueça de adicionar Gambito de Eve, meu romance relativamente novo e votar! Deixe um comentário! Eu lerei e tentarei responder assim que puder. Obrigado
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