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Jogos da Rosie - Capítulo 393

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393: Colapso 393: Colapso “O que… O que está acontecendo?” Rosalinda gaguejou, sua voz tremendo com uma mistura de medo e perplexidade.

Lucas, apertando mais forte sua mão, puxou-a para mais perto dele, um instinto protetor guiando suas ações.

“Não faço ideia,” Lucas admitiu, sua voz entrelaçada com um toque de inquietação. Seu olhar se desviou para o cachorro, cujos olhos estavam fixos nele.

Um instinto primal sussurrava avisos no ouvido de Rosalinda, instando-os a fugir dessa criatura inexplicável.

“Devemos ir embora,” Lucas afirmou, seu tom resoluto enquanto dava um passo à frente. Mas para o espanto deles, o cachorro os seguia de perto, como se compelido por uma força invisível, sua perseguição implacável inabalável.

“Lucas—” Suas palavras foram silenciadas quando Lucas parou abruptamente. Seus olhos se estreitaram, seu olhar fixo no cachorro. Sem hesitar, ele lançou uma adaga em direção à criatura.

Para surpresa deles, o cachorro emitiu um uivo assustador de angústia, como se a adaga tivesse atingido não apenas sua forma física, mas alguma essência oculta dentro de si. O grito sobrenatural ecoou pelo ar, ressoando com um estranho poder, até que, finalmente, a criatura recuou para as sombras, deixando para trás um silêncio inquietante.

Confusão envolveu Rosalinda como um nevoeiro denso.

“O que acabou de acontecer?” ela perguntou.

“Precisamos ir,” ele disse. Sentindo a seriedade dele, Rosalinda optou por não insistir, confiando no julgamento dele enquanto faziam seu caminho de volta para a clareira, os misteriosos eventos permanecendo no fundo de sua mente.

Ao chegarem na clareira, Rosalinda não pôde mais conter sua curiosidade. “Onde você estava?” ela indagou, sua voz tingida com um toque de frustração. “Eu estive… à sua procura.”

“Eu te disse para não ir às cavernas,” ele declarou firmemente.

“Mas eu estava preocupada. Eu precisava te encontrar.”

“Você sabia que eu jamais partiria,” Lucas respondeu. “Este lugar… é imprevisível e perigoso. Eu te avisei por um motivo.”

“Eu estava com medo que algo pudesse ter acontecido,” ela admitiu, sua voz agora mais suave, tingida com vulnerabilidade. “Este lugar… ele nos testa, nos desafia. Não é natural eu me preocupar?”

O franzir de testa de Lucas se aprofundou, sua voz assumindo um tom severo que não admitia argumento. “Não faça isso novamente,” ele ordenou, suas palavras carregando um ar de autoridade.

Os olhos de Rosalinda se arregalaram com a firmeza de suas palavras, mas desta vez, ela reuniu coragem para encarar o olhar dele diretamente. Determinação encheu sua voz enquanto ela fazia sua pergunta. “Por quê?” ela desafiou. “Por que não? O que você sabe sobre este lugar que eu não sei?”

Uma sombra passou sobre o rosto de Lucas, um vislumbre de incerteza se misturando com sua resolução costumeira. “Não sei tudo,” ele admitiu, sua voz tingida com um toque de frustração. “E é exatamente por isso que você não deve se aventurar sozinha.”

“Mas foi você quem deixou o meu lado,” ela protestou, sua voz carregando o peso de sua decepção. “Onde você estava? Eu procurei pela clareira, preocupada ao extremo.”

“Eu estava procurando uma saída,” ele confessou. “Eu pensei que poderia encontrar um caminho, uma forma de nos manter seguros do que quer que esteja espreitando nessas profundezas.”

Seus olhos estreitos perfuravam os dele, sua suspeita crescendo. Era porque ele pensava que ela era muito fraca? Era por isso que ele a deixou neste lugar? Um impulso de desafio cresceu dentro dela, recusando-se a ser subestimada ou confinada.

“Demônios estão à espreita nas cavernas,” ela declarou com convicção, sua voz entrelaçada com determinação. “Mas esta clareira… está segura deles. Diga-me por quê.”

“As relíquias neste lugar nos proporcionam segurança,” Lucas explicou, gesticulando em direção às pedras vibrantes embutidas na parede. “Foi exatamente a razão pela qual eu consegui navegar em direção às cavernas.”

As sobrancelhas de Rosalinda se franziram em descrença. “E por que você saberia disso?” As relíquias não foram mencionadas no livro que ele a deixou ler — o livro que supostamente pertencia à sua família, o Livro das Relíquias.

Um lampejo de hesitação cruzou o rosto de Lucas, mas ele manteve uma postura composta. “A ausência de bestas ao redor da clareira era evidência suficiente,” ele respondeu, sua voz tingida com convicção. Ele tentou se aproximar dela, mas ela foi rápida em recuar um passo para trás, longe dele. “Seu ceticismo não nos ajudará aqui. Estamos aqui para treinar, para enfrentar os desafios que nos esperam.”

“Você está escondendo algo de mim,” ela acusou, sua voz cortada com frustração.

O conhecimento de que Lucas estava escondendo algo dela roía seu interior, mas ela se viu reprimindo suas perguntas, permitindo que suas próprias emoções complicadas nublassem seu julgamento.

O olhar que ela fixou nele carregava tanto acusação quanto anseio, uma mistura tumultuada de ressentimento e um desejo não expresso de respostas. “Você sabe mais sobre este lugar do que você revela,” ela disse.

Nesse exato momento, um estrondo ensurdecedor reverberou pela caverna, fazendo o teto acima deles tremer. A expressão de Lucas se contorceu em uma de determinação feroz, suas feições se torcendo em uma máscara feia de preocupação.

“O que é—” Rosalinda começou, sua voz sumindo enquanto Lucas rapidamente a puxou para mais perto, seu aperto firme e protetor. Com um movimento rápido, ele levantou a mão, como se exercesse uma força invisível para sustentar o teto trêmulo. Para seu espanto, o tremor diminuiu, como se ele comandasse a própria terra a obedecer.

“Eu explicarei tudo uma vez que estivermos fora daqui,” Lucas declarou, sua voz entrelaçada com urgência. “Alguém está tentando invadir,” ele revelou, suas palavras misturadas com uma combinação de raiva e apreensão.

“Alguém?” Rosalinda ecoou, sua voz tingida com uma mistura de curiosidade e medo.

“Aquele feiticeiro,” Lucas sibilou. A simples menção do intruso parecia atiçar a fúria dentro dele.

Antes que Rosalinda pudesse sequer formular uma resposta, outro estrondo trovejante abalou a caverna, seu eco mesclando-se com os rosnados de bestas invisíveis à espreita nas sombras.

“Aquele feiticeiro!” Lucas exclamou, sua voz cheia de uma mistura de raiva e apreensão. Num instante, ele saltou no ar, e para o espanto de Rosalinda, ela se viu levantada do chão, seus corpos aparentemente desafiando a gravidade.

De olhos arregalados, ela encontrou a expressão sombria de Lucas, buscando respostas nas profundezas de seus olhos preocupados.

“A barreira,” ele falou, sua voz tensa. “Está prestes a colapsar.”

Confusão turvou suas feições enquanto ela lutava para compreender a gravidade de suas palavras. “Que barreira? Colapso? Você tem que explicar!”

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