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Jogos da Rosie - Capítulo 391

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  3. Capítulo 391 - 391 Você é 391 Você é Rosalinda se encontrou mais uma vez
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391: Você é? 391: Você é? Rosalinda se encontrou mais uma vez enredada nas garras de um sonho, mas essa visão em particular possuía um realismo perturbador que envolvia seus sentidos.

O mundo dos sonhos parecia se confundir com a realidade, compelindo Rosalinda a sentir a temperatura ao seu redor como se fosse palpável.

Seu olhar se fixou na mulher que tinha uma semelhança assustadora com ela própria. Essa misteriosa sósia atravessava a extensão subterrânea, perambulando por um labirinto abandonado de túneis e cavernas sinuosos que pareciam se estender indefinidamente.

Um silêncio arrepiante pairava pesadamente no ar, quebrado apenas pelo leve correr de ratos e os ecos distantes e sinistros de sussurros sobrenaturais.

O brilho cintilante de tochas enxofradas e tênues mal iluminava a cena, projetando sombras longas e distorcidas que dançavam nas paredes úmidas. O ar estava pesado com um frio úmido, carregando o odor fétido de decadência e malevolência.

No meio da escuridão opressiva, os olhos da mulher contemplavam uma visão assombrosa. Espalhados pela câmara cavernosa estavam humanos, seus corpos agora transformados em seres deploráveis, escravizados pela maldição dos demônios.

Com olhos vazios e traços distorcidos, perambulavam pelas profundezas, suas ações movidas por uma fome insaciável. Carcaças de animais crus e desfigurados estavam jogadas por ali, servindo como sua sombria subsistência.

Rosalinda se perguntou como ele sabia que esses humanos estavam escravizados pelos demônios. Ela nunca tinha ouvido falar disso antes.

Contudo, ela olhou ao redor e continuou observando.

A mente de Rosalinda zunia com perguntas enquanto ela observava o propósito da misteriosa mulher naquele estranho reino subterrâneo. Antes que demorasse, uma resposta começou a se revelar diante de seus olhos, anunciando a chegada iminente de outra presença — um demônio se aproximando.

“Ela está esperando por você…” O odor de animais em decomposição permeava o ar, exalando do hálito do demônio. Rosalinda franziu a testa, mas a mulher que se parecia com ela parecia não se importar à medida que caminhava para dentro de outra caverna.

“Você está aqui…” uma voz rouca reverberava pelo espaço.

A mulher que as esperava nas profundezas da caverna parecia desgastada e envelhecida, carregando o peso do tempo em sua forma curvada.

Sua postura frágil falava do preço que a velhice havia cobrado, deixando-a encurvada e cansada. Com apenas um olho restante, o outro soquete permanecia um vazio assustador, como se tivesse sido arrancado à força de suas órbitas.

Longos fios de cabelo branco e emaranhado escorriam por sua forma nodosa, entremeados de tons de cinza.

Sua face estava marcada pela presença de dentes negros, um contraste gritante contra o pano de fundo pálido de sua tez envelhecida.

A combinação de sua aparência desgrenhada, o soquete ocular vazio e os restos de seu estado dental deteriorado conferiam um ar de macabro a seu semblante geral.

“Vim a este lugar em busca de respostas para as perguntas que atormentam minha mente,” a mulher começou, sua voz firme e resoluta.

A mulher mais velha, com seu único olho restante fixo na visitante, interrompeu antes que a pergunta pudesse ser feita. “A resposta é sim,” ela disse.

Um lampejo de desafio brilhou nos olhos da mulher. Ela se recusou a ser dissuadida ou silenciada. “Você ainda não ouviu minha pergunta.”

“Posso ouvir os pensamentos que dançam em sua mente, pequena,” a mulher mais velha deu uma risada, sua voz tingida de um tom de diversão sinistra. “Estou ciente do propósito que a trouxe aqui.”

A mulher que se parecia com Rosalinda se inclinou para mais perto, seus olhos fixos na figura enigmática à sua frente. Com uma mistura de antecipação e apreensão, ela expressou sua ardente pergunta, sua voz entrelaçada com um indício de anseio. “Diga-me… está dentro do reino das possibilidades para mim adquirir o conhecimento da… magia negra? É possível para mim aprender magia?”

Em vez de fornecer uma resposta direta, a mulher mais velha deu um passo para mais perto, diminuindo a distância entre elas. Seu rosto envelhecido se aproximou, examinando as feições da mulher que buscava conhecimento proibido. O ar se tornou imóvel, enquanto o peso da antecipação pairava no espaço entre elas, esperando o próximo movimento da mulher.

“Heh… você está preparada para renunciar a tudo em sua busca pelas artes sombrias que são domínio dos demônios?” ela perguntou, sua voz baixa e cheia de uma intensidade desconcertante. “Você está disposta a renunciar à sua humanidade, suportar sofrimentos inimagináveis, e carregar o peso de consequências incontáveis para obter o que deseja?”

Suas palavras ficaram no ar, pesadas com o peso de um aviso cautelar. O olhar da mulher mais velha penetrou nos olhos da mulher que se parecia com Rosalinda, buscando o brilho de determinação ou dúvida que revelaria a profundidade de seu comprometimento.

De repente, o olhar da mulher se desviou, como se ela pudesse perceber a presença de Rosalinda, mesmo no reino dos sonhos. Um sorriso arrepiante se espalhou por seu rosto envelhecido, enviando um calafrio pela espinha de Rosalinda.

“É você?” ela sussurrou, sua voz carregando uma nota sutil de antecipação, como se desafiasse Rosalinda a revelar seus próprios desejos e disposição para abraçar a escuridão.

Então Rosalinda foi arrancada do sonho.

Os olhos de Rosalinda se abriram, seu coração batendo no peito enquanto ela respirava ofegante. A vivacidade do sonho ainda se agarrava aos seus sentidos, deixando-a desorientada e abalada. Seu corpo estava encharcado de suor, suas costas grudando desconfortavelmente nos lençóis úmidos.

Dando um momento para se estabilizar, Rosalinda percebeu que havia sido arrancada bruscamente do sonho, de volta ao mundo desperto. Ela escaneou os arredores, a visão familiar da caverna proporcionava um contraste marcante com as coisas que viu naquele sonho.

Gradualmente, sua respiração desacelerou. Ela passou a mão no peito e enxugou o suor antes de olhar ao redor. Enquanto os resquícios do sonho desapareciam, a atenção de Rosalinda se voltou para a ausência de Lucas.

O homem não estava em lugar nenhum.

“Lucas?” A voz de Rosalinda ecoou pela pequena clareira, mas não houve resposta. Uma ruga apareceu em sua testa enquanto ela olhava em volta. Eles haviam escolhido aquele local isolado no fundo da caverna para suas sessões de treinamento, acreditando ser seguro de olhares curiosos e perigos potenciais.

Seus olhos rastrearam os corredores que se ramificavam a partir da clareira, levando a partes desconhecidas da caverna.

“Lucas?” ela chamou pela segunda vez.

‘Corra…’ De repente, uma voz familiar ecoou em sua cabeça. ‘Corra!’

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