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Jogos da Rosie - Capítulo 381

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  3. Capítulo 381 - 381 Turbulência 381 Turbulência Naquela noite quando
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381: Turbulência 381: Turbulência Naquela noite, quando Rosalinda adormeceu, ela foi rapidamente levada a um novo sonho:
“Os demônios de alto escalão possuem a habilidade de assumir forma humana,” um homem explicou. “Suas habilidades de metamorfose tornam extremamente difícil para nós eliminá-los,” falou o homem de cabelos vermelhos e flamejantes. Seu olhar se desviou para o mapa estendido na mesa, seu dedo apontando enfaticamente para um local específico marcado com letras negritadas: Floresta. “Se não fosse por essa barreira formidável, os demônios já teriam dizimado a humanidade.”

O silêncio caiu sobre as pessoas ao seu redor, seus rostos marcados pela derrota enquanto seus olhos permaneciam fixos no mapa.

“Precisamos encontrar uma maneira de distinguir entre humanos e demônios,” outra voz rompeu o silêncio, determinada e resoluta. “Permitir que isso persista simplesmente não é uma opção.”

Rosalinda franziu a testa enquanto observava a expressão de todos. Desta vez, ela viu apenas nove pessoas dentro da sala. O homem parecido com Lucas não estava lá. No entanto, a mulher que parecia exatamente com Rosalinda estava ao lado do homem de cabelos vermelhos.

O peso da situação estava pesado no ar.

A tentativa de Rosalinda de focar seus olhos no mapa foi em vão, pois sua visão desfocou inesperadamente. Uma sensação desorientadora a envolveu. Antes que pudesse compreender o que estava acontecendo, ela se viu transportada de volta para os confins da caverna.

Essa era mais um daqueles sonhos vívidos.

Ela tirou um momento para reunir seus pensamentos antes de olhar para Lucas, que dormia serenamente ao seu lado.

Rosalinda estudou o semblante tranquilo de Lucas, suas feições suavizadas pelo toque gentil do sono. Uma onda de ternura a envolveu.

Ela não podia entender o que o sonho estava tentando lhe mostrar, mas ela sabia que de alguma forma tinha que estar conectado com os demônios.

O sonho havia desvendado uma revelação: os demônios possuíam a habilidade de assumir formas humanas.

Ela resistiu ao impulso de acordá-lo para perguntar sobre os demônios.

Podia esperar, ela pensou internamente, enquanto optava por apreciar o momento de serenidade.

Seu olhar se desviou, direcionado para o teto cavernoso, perdida em contemplação. O sonho havia insinuado algo profundo, algo além do reino da mera imaginação. Sentia-se como um vislumbre do futuro, um aviso prévio de eventos ainda por se desenrolar. No entanto, a discrepância entre o sonho e o mapa roía seus pensamentos.

O mapa que o homem de cabelos vermelhos estava usando parecia diferente do mapa deste continente. Isso significa que eles estão… em outro lugar? Talvez outro continente?

O peso da incerteza puxava seus pensamentos.

“Acordada?”

A voz de Lucas cortou a névoa dos pensamentos de Rosalinda, lançando-a para fora de seu estado contemplativo. Ela voltou sua atenção para ele, seus corpos deitados lado a lado no saco de dormir improvisado que haviam confeccionado conectando dois sacos de dormir individuais.

Seus olhos se encontraram em uma troca íntima.

“Você está bem?” ele perguntou, seu olhar cheio de genuína preocupação.

“Faz dias desde que entramos nesta caverna,” Rosalinda disse. “Não posso deixar de me perguntar, o que pode ter acontecido aos outros?” A natureza traiçoeira de seus arredores pesava fortemente em sua mente.

Uma ruga formou-se na testa de Lucas.

Ela não pôde deixar de notar uma mudança sutil em seu comportamento. Como se sua pergunta tivesse despertado algo nele, algo que não o deixava feliz.

“Se a sorte estiver do lado deles,” ele contemplou, “então talvez… eles ainda estejam vivos.”

Os pensamentos de Rosalinda giravam com possibilidades.

“Eu tive um sonho,” ela disse. Ela inicialmente não pretendia revelar nada, mas sua curiosidade crescente sobre os demônios a influenciou de outra forma. Reunindo coragem, ela respirou fundo e falou as palavras que pesavam em sua mente. “Sobre demônios.”

Sua reação mudou.

“Desde quando?” ele perguntou.

“O quê?”

“Quando você começou a sonhar com demônios?”

“Eu- ” Rosalinda hesitou por um momento, sua mente repetindo a série de sonhos que a havia atormentado desde sua chegada à ilha. Ela reuniu a coragem para falar a verdade. “Desde que chegamos a esta ilha,”
A expressão de Lucas escureceu, suas feições se contorcendo com uma mistura de emoções. Ele se levantou abruptamente, seu olhar fixo em Rosalinda.

“O que mais?” A voz de Lucas cortou a tensão, seu tom carregado de urgência.

“O que mais o quê?”

“O que mais estava no seu sonho?” Lucas pressionou, seus olhos buscando em seu rosto por respostas.

Confusão envolveu Rosalinda enquanto ela lutava com a reação de Lucas. Por que ele estava respondendo como se ela tivesse feito algo errado? A dúvida começou a se infiltrar em seus pensamentos.

Ele sabia algo?

Ela havia revelado involuntariamente algo que não deveria? Sua mente corria, buscando desesperadamente uma explicação para sua expressão sombria.

Incapaz de suportar o peso da incerteza por mais tempo, Rosalinda se levantou, seu corpo buscando instintivamente distância da atmosfera carregada.

“No meu sonho,” ela hesitou. “Eu testemunhei uma guerra. Um grupo de pessoas lutando contra a aproximação dos demônios, batalhando pela sobrevivência em meio a uma paisagem de devastação.”

“O que mais?” ele perguntou.

“Isso é tudo,” ela respondeu. Desta vez, ela escolheu mentir e esconder o restante, pensando que isso só iria azedar o clima atual. “Eu vejo morte, destruição, e um grupo de pessoas lutando valentemente contra demônios que podem se transformar em humanos.”

Conforme as palavras saíam de seus lábios, um silêncio pesado desceu sobre eles, sufocando o ar entre eles. Rosalinda observou enquanto Lucas cerrava os dentes. Sem uma palavra, Lucas alcançou sua espada, seu aperto firme
“Devemos começar nosso treinamento e encontrar uma saída deste lugar,” Lucas disse.

“Lucas- ” ela chamou. O que está acontecendo?

Como se ouvisse seus pensamentos, seu olhar encontrou o dela. O tumulto dentro de seus olhos era evidente.

“Precisamos sair deste lugar,” Lucas disse. “E encontrar os outros.”

“Me fale sobre os demônios,” ela implorou, seus olhos trancados com os de Lucas. “Eu quero entender. Não posso ficar no escuro para sempre. Os sonhos que eu venho tendo, parecem significativos, como vislumbres do futuro. Eu acredito que tenho o direito de saber.”

“A verdade sobre os demônios é complexa,” Lucas começou.

“Me diga,” Rosalinda disse. Complexa ou não, ela precisava saber com que tipo de inimigo ela iria se deparar no futuro!

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