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Jogos da Rosie - Capítulo 378

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  3. Capítulo 378 - 378 Confissão 378 Confissão Os olhos de Rosalinda se abriram
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378: Confissão 378: Confissão Os olhos de Rosalinda se abriram vagarosamente.

Ela imediatamente se sentou, ofegante. O sonho desta vez não parecia tão perigoso, mas seu coração ainda estava acelerado, suas mãos tremiam. Ela deu tapinhas no peito enquanto olhava em volta.

Rapidamente ela percebeu que estava em uma caverna, cercada por altas paredes que pareciam se estender até os céus.

Podia ver pérolas cintilantes incrustadas nas paredes e relíquias antigas espalhadas pelo chão.

O suave estalar de um fogo e o som da carne chiando ao ser cozida chamaram sua atenção.

Ao virar a cabeça, viu Lucas, calmo e sereno, cuidando da carne assada.

Uma sensação de conforto a invadiu ao vê-lo. No entanto, ao vê-lo assim, imediatamente se lembrou de seu sonho. Inveja inundou seu interior.

Mais uma vez, ela virou-se para olhar o amplo espaço à frente deles, tentando se distrair.

Para sua surpresa, no entanto, ele já não estava mais lá quando ela voltou a olhar para ele novamente.

“Ei…”

Seus pensamentos foram interrompidos pela voz dele. Ela se assustou com a surpresa. Lucas havia silenciosamente tomado assento ao lado dela, seu olhar gentil fixando-se nela com preocupação. “Você está bem?”, ele perguntou.

“Onde estamos?”, ela perguntou.

“Uma caverna…”

Ela franziu a testa. “Desculpe…” Ela tinha acabado de fazer uma pergunta muito estúpida. O vórtice os havia engolido mais cedo e essa fora a última coisa que ela se lembrava. Ela olhou ao redor da caverna, notando as pérolas e relíquias espalhadas. “Que lugar é esse?”, ela perguntou.

“Eu vi algumas relíquias por perto, mas estas são comuns usadas para iluminar o lugar. Devemos ser capazes de encontrar mais se formos mais fundo na caverna,”, ele observou o caminho escuro que parecia levar mais para dentro da caverna.

“Você sabe o que aconteceu?”, Rosalinda perguntou.

“Não estou certo.”

“Aquele vórtice…”

“É um portal, um portal de teletransporte que foi ativado por alguma coisa.”

Lucas fez uma pausa por um momento, como se procurasse as palavras certas. “Não é algo para ser tratado como leve,” disse ele gravemente. “Portais como esse podem ser incrivelmente perigosos. Podem levar a outros mundos ou dimensões, e alguns deles são lar de criaturas que não são nada amigáveis com humanos ou feiticeiros.”

Rosalinda assentiu, um lampejo de compreensão em seus olhos.

“Devemos comer alguma coisa,” Lucas disse. Ela concordou.

“Como você conseguiu a carne?”, ela perguntou.

“Eu apenas encontrei uma por perto…”

“Você quer dizer uma fera?”

Ele assentiu com isso.

Logo os dois começaram a comer, ambos absortos em seus próprios pensamentos.

“O que aconteceu enquanto eu estava ausente?”, Lucas perguntou.

“Nós- lutamos.” Rosalinda não conseguia encontrar palavras para descrever o que haviam passado antes. A única palavra que lhe vinha à mente era ‘luta’. “Foi um caos.”

Então ela o olhou.

“Há demônios aqui,” ela disse.

“Estou bem ciente.”

“Então- o que exatamente é este lugar?”, ela perguntou.

“Um lugar que não deveria ser visitado por humanos.”

“Ainda assim estamos aqui.”

“Para ficar mais forte, deve-se enfrentar inúmeras batalhas desafiadoras. Deve-se lutar. É o único caminho.”

Rosalinda assentiu com isso. Mais uma vez, ela foi lembrada de seu estranho sonho.

“Tenho que te dizer uma coisa,” Rosalinda disse.

“Hm?”

“Acho que gosto muito de você,” Rosalinda finalmente disse o que a vinha incomodando desde aquele sonho.

“Huh?” Lucas pareceu surpreso com a confissão dela.

“Isso te incomoda?”, ela perguntou.

“O quê?”

“Eu gostar de você. Isso te incomoda?”

“Isso-” Pela primeira vez, Lucas parecia sem palavras. Ele piscou para ela como se não pudesse processar o que acabara de ouvir.

Rosalinda observou enquanto Lucas tentava formar uma resposta coerente, suas sobrancelhas franzidas em confusão.

Por fim, ele soltou uma pequena risada. “Não, Rosalinda. Isso não me incomoda,”
“Na verdade, eu também gosto muito de você,” disse ele com um sorriso.

Ambos ficaram em silêncio por um momento, incertos sobre o que dizer em seguida.

“Não era para ter uma resposta,” Rosalinda disse. Ela disse isso porque não queria manter isso dentro de si como um segredo. Em sua vida passada, ela já era uma mulher mais velha.

Como poderia uma mulher mais velha agir como uma adolescente, escondendo seus sentimentos de alguém que ela adorava?

Em meio ao perigo, Rosalinda percebeu que havia sido ingênua, afinal de contas.

Primeiro, ela percebeu que não tinha o direito de sentir ciúmes, já que não eram exatamente um casal.

Seu arranjo era bem diferente.

Segundo, ela percebeu que sentir ciúmes por causa de um sonho era… absurdo. Era ingênuo.

Ela tinha se dito que era mais velha que Lucas e que deveria agir de acordo com a sua idade, mas isso não era a ação de uma mulher que havia passado por tanto em sua vida passada.

Essa era a ação de uma criança.

Terceiro, este lugar era muito perigoso. Ela não sabia o que aconteceria a seguir. Isso significava que seu futuro era incerto. Com isso veio a percepção de que ela não podia desperdiçar seu tempo.

Ela precisava contar a ele seus sentimentos.

“Mas o que há com essa confissão repentina?” ele perguntou, erguendo uma sobrancelha.

Rosalinda respirou fundo, seu coração batendo mais rápido que o normal. “Eu tive um sonho,” ela começou. “Foi um sonho perigoso. Você estava lá e estávamos em perigo, mas você me salvou. E quando acordei, percebi que não conseguia imaginar minha vida sem você. Eu sei que parece loucura, mas é o que sinto.”

A mandíbula de Lucas caiu.

“Você esperava que eu dissesse isso?” Rosalinda riu, notando o alívio nos olhos de Lucas. Ele parecia assustado que ela dissesse algo louco.

Sua risada baixa logo se transformou numa explosão incontrolável de risos, cujo som ecoou contra as paredes da caverna. Seus ombros tremiam.

Era uma sensação estranha, mas por algum motivo, ela sentiu uma sensação de alívio, como se um peso tivesse sido retirado de seus ombros.

“Apenas senti que era melhor te contar agora, enquanto ambos ainda estamos vivos,” Rosalinda explicou. “Considerando quão perigoso este lugar parece ser. Então… aí está. Eu gosto de você.”

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