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Jogos da Rosie - Capítulo 365

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  3. Capítulo 365 - 365 Correr 365 Correr O que é isso— o que é essa coisa um dos
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365: Correr 365: Correr “O que é isso— o que é essa coisa?” um dos guardas recuou, caindo sentado no chão enquanto lutava para falar. “Aquilo—”
Vendo isso, Denys correu imediatamente para o quarto onde mantinham o homem que havia sido infectado.

Rosalinda franziu a testa ao notar a mudança súbita na expressão facial de Denys. Quando Rosalinda e Lucas chegaram ao lado de Denys, outro grito de agonia arrepiante perfurou o ar gelado.

Rosalinda ficou paralisada no lugar quando viu o homem dentro do quarto.

O corpo do homem se contorcia e torcia de maneira antinatural. Sua forma antes humana se deformou diante dos seus olhos enquanto espinhos brotavam de sua pele. O som de seus ossos estalando e se deslocando ecoou pelo pequeno quarto.

Os braços do homem tremiam violentamente enquanto o som de ossos estalando e músculos inchando continuava.

Os olhos do homem brilhavam com um tom amarelo feral, sua boca se alongava formando um focinho.

“O que é isso?” Rosalinda pronunciou enquanto dentes afiados começavam a aparecer na boca do homem.

Claramente, o homem sofria uma transformação monstruosa.

Seu corpo começou a crescer mais e mais. Então ele soltou um rosnado feroz.

Chocada, Rosalinda deu um passo para trás.

Porém, antes que o monstro pudesse fazer algo, uma figura surgiu ao seu lado… empunhando uma espada escura e reluzente. Com um golpe rápido e calculado, ele facilmente partiu o monstro em dois.

As duas metades do corpo da criatura caíram no chão, se contorcendo como se estivessem tentando se reconectar, mas sem sucesso.

Para surpresa de Rosalinda, a transformação desacelerou antes do corpo da criatura começar a reverter para uma forma mais humanóide.

A forma antes monstruosa agora jazia imóvel, sem movimento. Líquidos negros escorriam de suas metades cortadas, formando poças ao redor de seus restos sem vida. A visão do corpo cortado e dos fluidos negros ao redor enviou um arrepio pela espinha dela.

Ainda sem palavras, Rosalinda olhou para a figura que o cortou ao meio.

Era ninguém menos que Lucas.

Ele estava olhando para o fluido escuro manchando sua lâmina, um vislumbre de irritação cruzou suas feições. Apesar da cena caótica ao seu redor, sua expressão estoica permaneceu inalterada, mas a pegada firme em sua espada traía sua frustração oculta.

No entanto, por algum motivo, Rosalinda não podia deixar de pensar que ele estava mais irritado ao ver sua espada manchada do que com a violência que acabara de ocorrer.

“Queime tudo,” Lucas disse.

Denys obedeceu sem dizer mais uma palavra.

“O que é essa coisa?” Rosalinda perguntou quando Lucas a encaminhou para longe do quarto.

“Um demônio.”

“Um o quê?” Demônios?

“Criaturas das trevas que não deveriam existir aqui.”

“Eu—” Do que ele está falando? “Você quer dizer… uma besta?”

Ele não disse nada.

Logo depois, Denys apareceu ao lado dele.

“Queime este lugar,” Lucas ordenou.

“E os outros?” Rosalinda perguntou. Ela estava aqui por causa deles.

“Eles não podem ser salvos. Uma vez infectados, se tornarão como aquela coisa.”

“Você tem certeza?” ela perguntou, duvidosa. Como isso poderia ser possível? “Eu tenho a Bênção. Talvez—”
“Não.” A reação de Lucas a pegou de surpresa. Ela o conhecia por sua compostura inabalável, mas naquele momento, ela conseguiu sentir algo mais vindo dele. Ela podia sentir medo mais do que raiva.

Como poderia ser medo?

Isso não faz sentido.

“Deixe-me vê-los…” Rosalinda disse.

“Não.”

“Por quê?”

“Novamente—”
“Como você saberia disso?” ela questionou. Ela nunca tinha ouvido falar de algo assim antes.

Uma doença dessa magnitude jamais escaparia de sua atenção em sua vida passada. Algo mais estava errado aqui.

Sua mente estava inundada de perguntas.

Seria possível que o Norte… apenas o escondesse do resto do continente?

Ela não conseguia tirar a sensação incômoda de que algo mais estava acontecendo.

Seria Dorothy?

Ela enviou aquelas pessoas aqui para causar destruição dentro da propriedade?

“Queime tudo,” Lucas olhou para Denys.

“Sim, Vossa Graça.”

“Abençoe a área…”

“O quê?”

“Use suas habilidades para Abençoar a área.”

Rosalinda franziu a testa. Ela deveria curar um lugar?

Vendo sua confusão, ele ficou atrás dela e segurou ambas as suas mãos.

“Pense na sua Bênção de luz e pense em Abençoar este lugar.”

Embora suas palavras a deixassem confusa, ela decidiu seguir suas instruções. Ela fechou os olhos e pensou na sua Bênção. Uma onda de calor percorreu seu peito, dando-lhe uma sensação reconfortante. O calor se espalhou rapidamente, envolvendo seu corpo em uma sensação gentil, porém formigante.

A sensação familiar de sua Bênção de luz fluía através dela, acalmando suas preocupações, trazendo-lhe uma sensação de calma.

“Espalhe—” ela ouviu ele sussurrar em voz baixa.

Uma vez mais, Rosalinda obedeceu.

Ela liberou o calor que havia surgido dentro dela, desta vez não era limitado apenas às suas mãos. Ela expulsou a energia de cada poro de seu corpo, estendendo-a em todas as direções como ondulações em um lago tranquilo.

Como ela fechou os olhos, ela não viu o desdobramento de uma visão extraordinária enquanto a Bênção emanava de seu corpo.

“Demônios!” a voz de uma mulher de repente ecoou em sua cabeça. “Precisamos fugir…” A voz ecoou.

“Demônios!”

Contudo, Rosalinda permaneceu impassível diante da voz, não se abalando com sua presença. A voz, que ela não ouvira por alguns dias, mais uma vez começou a cantarolar em sua cabeça.

Desta vez, estava lhe dizendo para fugir.

Uma parte dela lhe dizia que fugir seria um erro e ela estava planejando ouvir. Ela não iria a lugar nenhum.

Gradualmente, o calor desapareceu, sumindo como um braseiro em declínio, deixando-a sentir frio e vazio. Quase imediatamente, uma sensação gelada das trevas tentou envolver seu coração, mas ela rapidamente resistiu ao seu aperto.

Ela abriu os olhos e se virou para Lucas, que parecia ter uma expressão complicada no rosto.

“Consegui?” ela perguntou.

“Conseguiu.”

“Mesmo?” seus olhos se arregalaram.

Lucas assentiu. “Conseguiu,” ele respondeu. Um sorriso reconfortante apareceu em seus lábios enquanto ele gentilmente acariciava sua bochecha, tranquilizando-a com seu toque. “Você foi bem. Como sempre.”

Ela sorriu em resposta, justo quando a voz em sua cabeça lhe disse para… correr.

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