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Jogos da Rosie - Capítulo 167

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167: Maldições 3 167: Maldições 3 “Estou dizendo a verdade! A mulher disse que poderia tirar a dor.” Jeames insistiu.

“Como alguém pode tratar uma maldição assim? Até mesmo a Abençoada— ”
“Você ainda vai pensar naquelas pessoas?” Jeames perguntou a Victoria.

“Como ousa me interromper! Você perdeu o senso?” Victoria sibilou, seus olhos astutos se estreitando. Quase imediatamente, Loren apareceu atrás de Jeames, uma adaga brilhava em sua mão.

“Eu vi Dorothy sofrer por causa da maldição, tudo o que eu quero é que ela se sinta melhor.” Jeames não estava planejando recuar. Ele olhou para Dorothy que estava deitada na cama.

Já era noite e a dor estava mais uma vez causando estragos dentro do corpo dela. Ela havia desmaiado e então fora acordada pela dor novamente. “Aceitemos, a Família Lux há muito a abandonou, você e Dorothy,” Jeames acrescentou.

“Você ousa dizer isso na minha frente!?” Victoria bateu a mão na mesa, a xícara de chá que estava em cima quebrou com a força. Ela se estilhaçou em centenas de pequenos pedaços que imediatamente cortaram a mão dela. Apesar disso, ela continuou encarando Jeames.

“Eu ainda sou alguém da Família Lux!” ela insistiu.

“Então quando foi a última vez que você viu seu próprio marido? Ou talvez até falou com ele?”

“Você— ”
“Frederico e seu marido abandonaram Dorothy como um pano sujo. Tudo o que eu quero é ajudá-la. Se você acha que manter a etiqueta é mais importante do que sua própria filha, então fique à vontade para ficar aqui. Eu vou levar Dorothy para ver aquela mulher.”

“Você está fora de si!?” Victoria gritou. “Dorothy é alguém da Família Lux! Como ousa levá-la para ver uma qualquer das favelas! Você pensa— ”
“Dorothy vai morrer,” Jeames disse. Suas palavras de alguma forma acalmaram Victoria. Tinha sido uma semana muito estressante. Tudo, desde o casamento de Dorothy até os rumores escondendo a situação real, havia sido manipulado por Victoria. Ela não teve um descanso decente por vários dias! Victoria olhou para sua filha.

O desespero cercou seu coração.

Dorothy já não era mais a Dorothy que Victoria criou. Agora, a mulher só tinha um olhar vazio. Ela já não falava uma palavra ou parecia se importar com mais nada. Ela era apenas uma casca de pessoa.

Novamente, ódio e fúria encheram seu coração.

Como a Deusa poderia fazer isso com sua Dorothy?

“Você está dizendo que essa mulher é uma feiticeira?” ela perguntou.

“É a única explicação possível que eu consegui pensar. Ela usou alguma coisa para me expulsar da casa. Ela podia abrir as portas sem sequer tocar nelas. Eu acredito que ela é uma feiticeira que vem se escondendo nas favelas.”

“E ela quis que você a implorasse?”

“Sim.”

“O que mais?”

“Eu— nada mais. Ela só queria que eu a implorasse antes de dizer o método para ajudar Dorothy.”

Os olhos de Victoria se estreitaram. Ela olhou para a aparência lastimável de Jeames. Ela conhecia o homem o suficiente para saber que ele jamais mentiria, especialmente quando se tratava de Dorothy.

“Eu vou vê-la.”

“O quê?” Jeames parecia surpreso antes que um alívio passasse por seus olhos. “Então… devemos fazer isso hoje à noite antes do sol nascer.”

Victoria lhe deu um olhar preocupado.

O amor de Jeames por Dorothy era inegável, mas como alguém poderia amar assim? Não. A questão era… como um amor assim poderia existir? Será porque eles eram mais jovens? Será porque Dorothy era mais bonita do que Victoria quando jovem? Essa era a razão pela qual Dorothy encontrou um homem que nunca a deixaria apesar de tudo o que havia acontecido?

Novamente, ela olhou para sua filha. A Dorothy de agora era apenas um saco de ossos que respirava. Ela parecia lamentável em sua noite de núpcias, ainda assim, alguém estava disposto a fazer de tudo para salvá-la.

Victoria então olhou para cima. Talvez, a Deusa ainda estava abençoando-os. Talvez, essa era a maneira dela de mostrar que ainda existia.

Com isso em mente, Victoria, juntamente com Loren e Jeames, deixou secretamente os aposentos nupciais e foi direto para as favelas. Após cerca de uma hora, eles finalmente chegaram à mesma casa onde a estranha mulher morava. Desta vez, Jeames bateu três vezes, e novamente, a porta se abriu.

Ele olhou para Victoria que parecia visivelmente abalada. Afinal, era a mesma coisa que Jeames havia lhe contado anteriormente. Eles entraram. No entanto, assim que Loren estava prestes a segui-los, a porta fechou.

Victoria soltou um grito de surpresa e rapidamente se moveu para trás de Jeames, medo aparente em seus olhos.

“Você está de volta,” a mesma voz de antes recebeu Jeames. Novamente, a mulher estava de pé no lugar onde estava antes. Ela estava segurando o mesmo bule e xícara de chá. Novamente, a mulher serviu o conteúdo do chá antes de dizer, “Chá doce?”

Era a mesma voz exata, o mesmo sorriso sinistro.

“N— Nós estamos aqui para perguntar o que você quer. Pagaremos qualquer coisa desde que você nos diga o método para ajudá-la.”

“Oh? Qualquer coisa?”

“Qualquer coisa,” foi Victoria quem respondeu.

“Ah… você trouxe convidados,” a mulher disse. Ela agia como se não tivesse visto Victoria passar pela porta. “Mais um com o cheiro da maldição.”

“Eu— Eu sou a mãe dela e—” Victoria engoliu, a postura e graça que sempre teve não estavam mais lá. Na frente de uma feiticeira assim Victoria só poderia engolir seu orgulho. Afinal, não era segredo que todo feiticeiro dominava os poderes do Senhor das Trevas. Feiticeiros poderiam facilmente matar alguém como ela se quisessem. “E Jeames me contou sobre tudo. Estou disposta a te dar qualquer coisa.”

“Qualquer coisa?” a mulher repetiu. Depois ela começou a andar em direção ao velho piano.

“Qualquer coisa. Ouro, terras, casas, negócios.”

*DONG*
“Humano tolo,” a mulher disse depois de pressionar a mesma tecla que pressionou na última vez que Jeames esteve lá. A similaridade em sua postura e tudo mais não caiu bem com ele. Por alguma razão, ele sentia como se estivesse assistindo a uma peça em vez de falar com alguém… real.

“Eu— Eu darei qualquer coisa,” Victoria disse.

“Então me implore,” a mulher deu um sorriso forçado. “E eu direi.”

…

Por favor, não se esqueçam de votar! Hoje eu não tenho aulas então posso escrever oba!

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