Jogos da Rosie - Capítulo 131
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131: Famished 4 131: Famished 4 “Você teve alguma participação no que aconteceu mais cedo?” Dama Fraunces não hesitou em perguntar assim que Rosie entrou em sua carruagem. Ela havia convidado Rosie para tomar chá.
“Há alguma razão para eu incendiar uma carruagem?”
“Pare de mentir!”
“Estou apenas fazendo uma pergunta, Tenente. Há alguma razão para eu queimar a carruagem que transportava nossos suprimentos?”
Dama Fraunces bufou. “Você sabe por quê— ”
“Eu não entendo— ”
“Você intencionalmente queimou os suprimentos para provar um ponto!”
“Provar um ponto? Há necessidade de provar algo?”
“Você— Sabia que os criados certamente sofreriam por causa do que você fez?”
“Mas Tenente…” Rosie sorriu. “Foi você quem decidiu deixar os criados comerem uma vez por dia.”
“Você— ” Naquele exato momento, Fraunces percebeu que a mulher à frente a havia encurralado. Rosie perguntou astutamente sobre deixar os criados comerem apenas uma vez ao dia para fazer parecer que era Fraunces que tinha a decisão final sobre o assunto. No fim, Fraunces não conseguiu refutar suas palavras e, em vez disso, simplesmente convidou Rosie para o chá. Era uma situação muito constrangedora— algo com que ela não estava preparada quando foi informada de que escoltaria essa mulher em vez de Rosalinda Lux.
Falando em Rosalinda, Fraunces ouviu dizer que ela havia sido declarada desaparecida e sua família nem se deu ao trabalho de realizar um funeral para ela. Isso só mostrava o quão insignificante ela era.
Agora que Fraunces pensou nisso, ela imediatamente se sentiu melhor. Ela esteve certa o tempo todo. Todos que ousassem se aproximar do jovem mestre pereceriam. Agora, tudo o que ela precisava fazer era esperar que essa mulher tivesse o mesmo destino de Rosalinda.
E assim, o grupo continuou sua jornada. Por causa do que aconteceu, as criadas pararam de importunar Rosalinda e se limitavam a fazer o mínimo necessário para serví-la. Elas lhe davam comida e água, mas nunca forneciam água quente para que ela se lavasse. Sempre, a água que lhe davam era fria. Claro, Rosalinda não se importava com isso, pois ela imediatamente Abençoava a água e a tornava algo que poderia fazer sua pele ainda melhor do que já era.
No entanto, por causa do que aconteceu, o comboio agora tinha que ir a uma cidade próxima para se reabastecer. Isso atrasaria ainda mais a jornada, mas para Fraunces, tudo isso valia a pena, pois era necessário manter todos saudáveis. Ela não queria encontrar mais problemas nesta viagem.
“Qual o nome desta cidade mesmo?” Rosie perguntou a uma criada chamada Tabatha. Ela era a mais jovem entre as quatro criadas que o Duque deixou. Seus cabelos trançados pareciam fofos e combinavam perfeitamente com seu rosto pequeno e em forma de coração. Tabatha deveria estar perto dos quatorze anos, quase fazendo quinze, mas seu corpo já parecia o de uma mulher de dezoito anos.
A princípio, Rosalinda não acreditou no que ouvia quando a criada lhe disse a idade simplesmente porque o busto dela era mais saudável que o de Rosie’s!
“Esta é uma pequena cidade em Lonyth. Chama-se Nanorvik. É uma cidade mineradora, mas um acidente no ano passado afetou a população da cidade. Ainda assim, esta cidade continua popular por causa dos viajantes que passam para comprar suprimentos.”
Rosalinda assentiu. Desde o incidente com o fogo, as criadas começaram a conversar com ela. Ela sabia que poderia ser por tédio, mas gostava de falar com elas e perguntar sobre o Norte. Todas nasceram e tinham famílias no Norte, então seus conhecimentos eram muito úteis.
Rosalinda olhou para fora justo quando a carruagem passava pelos grandes portões de madeira. Ela imediatamente viu uma torre de cada lado do portão e notou que não havia ninguém. Nem um guarda. Nem um soldado.
Ela pensou que isso poderia ser por causa da calamidade que Tabatha lhe contara.
Houve uma batida na carruagem e outra criada entrou.
“Jovem Senhora, a Tenente disse que teremos que ficar nesta cidade esta noite, mas ela aconselha que você não saia da sua carruagem.”
Rosalinda assentiu. Esta era a outra razão pela qual Fraunces não queria ir à cidade para reabastecer seus suprimentos. Ela não queria deixar rastros de Rosalinda. O Duque deve ter instruído a mulher a ser cuidadosa com isso.
“Tabatha e eu estaremos guardando a carruagem esta noite, junto com dois guardas, enquanto a Tenente compra mais suprimentos para nossa jornada.”
Mais uma vez, Rosalinda assentiu. Na verdade, ela estava muito curiosa sobre esta cidade. Esta seria a primeira cidade do Norte que ela poderia visitar. Ela queria explorar a cidade e talvez aproveitar um chá, mas sabia que seria perigoso. Ela não queria expor sua identidade.
“Pode me contar sobre esta cidade?” Rosalinda perguntou a Tabatha e a outra criada chamada Jenemay.
“Ah… esta cidade tem apenas duas lojas, dois pubs e um restaurante. Não é realmente tão grande. As pessoas que moram aqui são principalmente mineradores, mas a mina desabou no ano passado devido a um incidente, então algumas famílias optaram por sair,” Jenemay respondeu. “Eu ouvi que muitas pessoas morreram por causa desse incidente.”
“Irmã, não é bom falar dos mortos,” Tabatha sussurrou.
“Não estou falando deles. Estou falando sobre a razão pela qual aconteceu. Eu ouvi que foi intencional e que foi porque os mineradores se recusaram a deixar esta área. Um Duque de Lonyth era dono desta cidade. Dizia-se que o jovem Duque queria desenvolver este lugar em uma nova atração, pois era a cidade mais próxima ao sul, mas os mineradores se recusavam a sair. Então… ele propositalmente causou o acidente.”
“Do que você está falando?” Tabatha perguntou, horrorizada.
“Aish… do que você tem tanto medo? Somos só nós nesta carruagem. Além disso, esse Duque não está aqui. Ele não saberia!” Jenemay riu. No entanto, sua risada parou quando outra criada bateu na porta.
“Temos um problema! Temos um problema!” a criada disse.
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