Imortal Imperatriz do Gelo: Caminho para a Vingança - Capítulo 789
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789: Competição do Discípulo Primário: Batalha com um Rosto Familiar 789: Competição do Discípulo Primário: Batalha com um Rosto Familiar Sentindo perigo, Mira saltou apressadamente para trás, pousando rudemente sobre suas patas.
Logo após ela se esquivar, uma enorme explosão ocorreu exatamente onde ela estava.
‘Essa maldita…’ Os olhos de Mira brilharam perigosamente enquanto ela encarava a mulher ruiva flutuante segurando uma lança. ‘Ela não me reconhece?!’
Embora aquele ataque não a matasse, enfrentar uma das técnicas de Nova diretamente não era algo que ela queria fazer.
‘Quantas outras raposas de 9 caudas com caudas multicoloridas existem por aí? Ela é realmente tão estúpida? Ou ela simplesmente quer lutar?’ Mira contemplou, mas antes de chegar a uma conclusão, outro feixe de fogo foi lançado em sua direção.
*BOOOOM!*
Uma cratera se formou no chão com o impacto, mas Mira não estava em lugar algum.
‘Tudo bem. Vou te entreter por agora. Vamos ver se você ficou mais forte.’ Mira riu enquanto suas pernas traseiras se cravavam no chão antes de ela avançar na direção de Nova.
À medida que Mira se aproximava, a aura ao redor de Nova se intensificava, seus cabelos vermelhos dançavam selvagemente ao vento, refletindo sua crescente agitação. Faíscas de fogo espiralavam ao redor da lança da mulher, sinalizando sua prontidão para uma batalha acalorada.
‘Esfera de Fogo Solar Lança!’
‘Esfera de Fogo Solar Lança!’
‘Esfera de Fogo Solar Lança!’
Mira, com suas caudas multicoloridas fluindo graciosamente atrás dela, torcia e girava pelo ar, desviando dos ataques rápidos de energia que Nova desencadeava. As explosões de fogo deixavam um rastro de destruição no chão, mas a agilidade de Mira a mantinha sempre à frente.
Nova, percebendo que seus ataques à distância eram ineficazes, apertou sua pegada na arma. Ela canalizou sua energia, infundindo a arma com um brilho brilhante. A atmosfera ao redor tornou-se escaldante, com trechos do chão entrando em combustão espontânea.
‘Onda de Fogo Solar Lança!’ Nova gritou, empurrando sua lança para frente. Um torrente de chamas, em forma de lança, avançou em direção a Mira, cobrindo uma área mais ampla do que os ataques anteriores.
Mira, percebendo que a esquiva talvez não fosse suficiente desta vez, reuniu Energia Primal em suas patas, criando uma barreira à sua frente. As duas forças colidiram, provocando uma explosão cegante e emitindo ondas de choque por toda a Zona de Cultivo.
A poeira assentou, revelando Mira firme sem um único pelo fora do lugar. Nova, por outro lado, parecia genuinamente surpresa. ‘Que criatura é essa?’ ela murmurou, intrigada com a resiliência de Mira.
Determinada a encerrar a batalha, Nova decidiu liberar sua técnica mais potente. ‘Onda de Choque da Esfera de Fogo Solar Lança!’
O solo inteiro tremeu enquanto Nova cravava sua lança na terra, liberando uma colossal onda de choque de fogo que irradiava para todas as direções. Árvores foram arrancadas do chão e a terra foi queimada, transformando a paisagem vibrante em uma terra infernal ardente.
Mira, sentindo o imenso perigo, concentrou sua energia em suas caudas, criando nove escudos separados, cada um desviando uma parte da onda de choque. No entanto, a força pura do ataque a fez deslizar para trás, suas patas criando trincheiras profundas no chão.
Por alguns momentos, os únicos sons eram o crepitar das árvores em chamas e a respiração pesada dos dois combatentes.
À medida que a fumaça e a poeira começavam a se dissipar, Nova, ansiosa para manter sua vantagem, avançou em direção a Mira com uma velocidade sem precedentes. Sua lança brilhava ainda mais, com rastros de chamas seguindo cada um de seus movimentos.
Mira, percebendo a intenção de Nova, mudou sua postura, preparada para parar quaisquer ataques de curta distância. O ar ao redor delas parecia se eletrificar, carregado com a tensão e antecipação de seu embate iminente.
Com um grito poderoso, Nova balançou sua lança para baixo, tentando prender Mira ao chão. Mira desviou por pouco do ataque, permitindo que a lança se enterrasse na terra. Aproveitando o breve momento de vulnerabilidade de Nova, Mira balançou uma de suas caudas, infundida com Energia Primal, mirando diretamente no torso de Nova.
No entanto, Nova não era novata. Usando sua técnica de Onda de Fogo Solar Lança, ela criou uma propulsão de chamas na ponta de sua lança, lançando-se para fora do caminho no último segundo e libertando sua arma.
Eles continuaram nessa dança mortal, um turbilhão de golpes, estocadas e defesas. Seus movimentos eram tão rápidos que para um observador comum, eles poderiam parecer apenas borrões. A paisagem ao redor testemunhava seu incrível poder enquanto ela se transformava de uma zona de cultivo outrora pacífica em um campo de batalha caótico.
Nova, tentando recuperar o controle, pairava acima, sua lança apontada diretamente para Mira. ‘Barragem da Esfera de Fogo Solar Lança!’ ela gritou. O ar se encheu de projéteis flamejantes, chovendo sobre Mira como meteoros.
Mas Mira estava preparada. Dominando a Energia Primal, ela invocou uma cúpula protetora ao seu redor. Cada esfera que atingia seu escudo explodia ao impacto, criando um espetáculo impressionante de fogo.
À medida que a barragem diminuía, Mira dissipava seu escudo e ia para o ar, encontrando Nova frente a frente. Seus olhos se encontraram, e Nova não pôde deixar de sentir um toque de familiaridade naqueles olhos.
‘Espere…’ Os olhos de Nova se arregalaram quando ela percebeu que a fera estava no Pico do Reino da Alma Nascente. A única maneira de isso ser possível era…
‘Ah! Mi-!’
Com um grito de batalha feroz, Mira avançou, suas nove caudas irradiando uma energia intensa. Nova, em resposta, criou várias cópias de sua lança usando suas técnicas de Fogo Solar, pronta para parar o assalto de Mira.
Os dois colidiram no ar, uma explosão de luz e energia irrompendo ao redor deles. O solo abaixo tremia, e a onda de choque de sua colisão podia ser sentida por quilômetros.
No rescaldo luminoso de seu embate, Mira e Nova se encontraram suspensas no ar, olhando uma para a outra.
Enquanto as duas pairavam, travadas em combate, a energia ao redor delas começou a girar, criando um vórtice de chamas e força primal. As cores brilhantes das caudas multicoloridas de Mira contrastavam acentuadamente com a lança ardente de Nova, tecendo um equilíbrio intricado de poder e graça.
Mira, aproveitando essa pausa momentânea, fixou os olhos em Nova. ‘Você me reconhece agora?’ ela sussurrou, sua voz ecoando no vazio.
Nova, visivelmente abalada pela realização, respondeu, ‘Mira… não pode ser. Por que você está nessa forma? Por que você não me avisou que era você?’
Mira balançou a cabeça, ‘Eu queria ver se você ficou mais forte.’
Os olhos de Nova se inflamaram com uma mistura de raiva e confusão. ‘Se você queria me testar, havia maneiras melhores!’ ela retrucou, sua voz tingida com um subtexto de traição.
Mira sorriu, ‘Você sempre foi muito orgulhosa. Olhe para você agora, atacando sem ao menos confirmar seu alvo. Parece que você esqueceu um pouco do nosso treinamento.’
Com um rugido, Nova canalizou sua energia e executou a ‘Heavenly Sunfire Descension’. O céu acima escureceu, e dos céus, um imenso pilar de fogo desceu, mirando diretamente em Mira.
Mira, não querendo ser superada, girou suas caudas, criando um redemoinho de Energia Primal ao seu redor, desviando o pilar. Mas, assim que ela acreditou ter frustrado um ataque, outro estava a caminho.
‘Queda Estelar do Fogo Solar!’ Nova gritou. Do céu, uma chuva de cometas flamejantes começou a descer. Cada estrela foi imbuida com um núcleo ardente, tornando-as tanto belas quanto mortais.
Mira, no entanto, não pareceu abalada. Ela girou no ar, suas caudas multicoloridas tecendo um padrão complexo. Com um impulso concentrado de energia, ela transformou a Energia Primal em uma série de orbes protetores que flutuavam ao redor dela. À medida que as estrelas flamejantes caíam, elas colidiam com esses orbes, criando um espetáculo fascinante de explosões no céu.
Mas Nova não tinha terminado ainda. Buscando em suas reservas internas, ela combinou suas técnicas de Fogo Solar, lançando um novo ataque, mais poderoso, ‘Tempestade Estelar de Lança de Fogo Solar’. Com um floreio, ela transformou sua lança em uma infinidade de projéteis flamejantes que se assemelhavam a estrelas cadentes, cada um se lançando em direção a Mira com precisão mortal.
Os olhos de Mira se arregalaram ao ver, percebendo o perigo aumentado dessa técnica combinada. Ela rapidamente invocou um colossal escudo de Energia Primal à sua frente. Os projéteis flamejantes colidiram com o escudo, causando ondulações de energia em sua superfície. Mas um a um, eles foram absorvidos, deixando Mira intocada.
Ambas as guerreiras agora estavam respirando pesadamente, suas reservas de energia se esgotando rapidamente pela intensidade da batalha.
Nova, recuperando seu fôlego, gritou, ‘Mira! Chega disto! Se é um teste que você queria, você viu minha força. Agora vamos acabar com isso!’
‘Talvez você devesse ter me reconhecido mais cedo,’ Mira respondeu com um sorriso, sua forma mudando da monstruosa raposa de 9 caudas para sua forma híbrida. Parada lá, seu cabelo fluindo como uma cachoeira prateada, ela irradiava uma aura poderosa que até fez Nova recuar um passo.
A lança de Nova desapareceu, e ela desceu lentamente ao chão, seu cabelo flamejante voltando ao estado natural. ‘Você sempre teve jeito para causar problemas, Mira,’ ela suspirou, massageando suas têmporas como se tratasse de uma dor de cabeça.
As duas ficaram ali por um momento, perdidas no conforto de suas memórias e história compartilhadas. A paisagem ardente ao redor delas pareceu desaparecer enquanto elas se reconectavam.
Após o que pareceu uma eternidade, elas se separaram. Mira olhou ao redor para a destruição que sua batalha havia causado. ‘Parece que fizemos um bom número neste lugar.’
Nova riu, ‘Parece que a zona de cultivo vai precisar de algum… cultivo.’
As duas começaram a caminhar lado a lado, dirigindo-se ao coração da zona de cultivo. Enquanto caminhavam, a curiosidade de Nova a dominou. ‘Então, por que a forma de raposa? Nunca te vi assumir essa aparência antes.’
A expressão de Mira se tornou indiferente, ‘Isso… é uma história para outro momento. Digamos apenas que é uma parte da minha jornada que eu abracei.’
‘… Justo.’