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Imortal Imperatriz do Gelo: Caminho para a Vingança - Capítulo 774

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774: Competição de Discípulo Primário: Grifo 774: Competição de Discípulo Primário: Grifo “Parabéns, desafiadora!” O Grifo mergulhou e pousou diante da Mira, “Como a última em pé, você conquistou o direito de me desafiar. Se você me derrotar, terá se mostrado digna o suficiente para obter a última peça do quebra-cabeça que procura.”

“…” Mira encarou o Grifo em branco, imaginando se ele estava brincando. Contudo, olhando nos olhos dele, ela podia dizer que não estava.

‘Embora eu esperasse algo assim, como eu posso vencer esse monstro?’ Mira pensou com um suspiro. Considerando o quão facilmente ele despachou o Ancião da ilha, sua força era definitivamente muito superior à dela por uma margem considerável.

“Então? Como eu deveria te vencer?” Mira perguntou, apertando o cabo de sua foice.

“Mate-me, e você passará!” O Grifo ergueu sua cabeça arrogantemente, como se quisesse dizer que Mira não tinha a capacidade.

Havia uma razão pela qual o principal tesouro do Pináculo nunca havia sido obtido, mesmo depois de todos esses anos. Ninguém podia derrotá-lo.

Embora Grifos não fossem os mais fortes entre as bestas antigas, certamente não estavam muito atrás.

As penas douradas do Grifo cintilavam sob a combinação da lua e do sol, e seus olhos, de um azul profundo, observavam Mira com uma mistura de curiosidade e desdém.

Suas asas majestosas, cada pena delineada de prata, se extendiam num espetáculo de poder bruto. A cada batida, correntes de ar fluíam, fazendo barulho nas lascas de gelo que cobriam o campo de batalha. O vento carregava uma aura de dominação absoluta, uma típica apenas de predadores no ápice da cadeia alimentar.

Mira avaliou a fera diante dela. Além de sua aparência régia, ela podia sentir o imenso poder pulsando dela, uma energia que ameaçava sufocá-la.

“Antes de começarmos, tem algumas últimas palavras ou sabedoria que gostaria de compartilhar?” Mira provocou, tentando mascarar a inquietação que sentia.

O Grifo inclinou a cabeça, a luz do luar refletindo em seus olhos aguçados e observadores. “Muitos estiveram onde você está agora, e muitos caíram,” ele começou, sua voz rica e ressonante. “Cada um veio com esperança, ambição e a crença de que eram diferentes. Mas no fim, todos foram consumidos pelo mesmo destino.”

Mira sorriu ironicamente, “Isso é para me assustar?”

“Apenas uma observação,” o Grifo respondeu. “Não tenho má vontade contra você. Mas assim como você, tenho um papel a desempenhar.”

Quando a última palavra ecoou, o Grifo alçou voo, suas asas agitando uma turbulência de neve e detritos.

O coração de Mira acelerou, não apenas pela antecipação da luta, mas também pela simples aura da criatura diante dela.

“Sugiro que se prepare,” a voz do Grifo carregou pelo ar, um sorriso tocando a ponta de seu bico. Sem esperar uma resposta, ele avançou, fechando a distância imediatamente.

Mira instintivamente saltou para trás, desdobrando suas Asas Paragon. Contudo, antes que ela pudesse decolar, o Grifo já estava sobre ela, suas garras mirando diretamente em seu peito.

Com um movimento rápido, ela bloqueou o ataque com sua foice, apenas para ser empurrada para trás pela pura força do golpe.

Rolando alguns metros para longe, ela rapidamente avaliou a situação. Seu oponente era incrivelmente rápido e muito mais forte do que ela havia antecipado. Se ela tivesse alguma chance de vencer, provavelmente seria através de um ataque surpresa com toda a força.

O Grifo, aparentemente divertido, flutuava acima dela. “Que resistência fraca. Eu esperava mais da última em pé.”

Mira grunhiu, levantando-se. “E eu esperava mais de um Grifo. Um Dragão teria me matado com um golpe.”

Mas assim que as palavras saíram de sua boca, o Grifo mergulhou mais uma vez. Mira tentou desviar, mas a fera era rápida demais, lançando-a voando novamente.

Contudo, ele não parou por aí e continuou seu ataque.

Cada golpe, cada mergulho, cada bicada era mais brutal que o anterior.

Toda vez que Mira pensava que havia desviado ou contra-atacado, o Grifo estava sempre um passo à frente, zombando dela com sua agilidade e habilidade superiores.

Seu corpo absorvia a maioria dos golpes, quebrando ossos e danificando seus órgãos internos. Era como lutar contra um tornado; independente de para onde ela virava, a tempestade estava sempre lá, consumindo-a.

Felizmente, após formar um Coração Primal, sua capacidade de regeneração melhorou. Contudo, a fera estava certamente levando isso ao limite.

Em um ponto, ela conseguiu acertar um golpe sólido na asa do Grifo, mas ele parecia não afetado, ignorando o golpe como se não fosse nada.

“É só isso? Pensar que alguém com a Linhagem da Raposa de Nove Caudas seria tão fraca,” o Grifo provocou, circulando-a.

A respiração de Mira se tornou ofegante, seus movimentos menos precisos, enquanto ela tentava desesperadamente acompanhar. O Grifo não perdeu isso e sorriu, sabendo que estava prestes a matar mais um em um milênio de gênios.

Em uma tentativa desesperada, Mira desencadeou o [Réquiem da Congelação], esperando desacelerar a criatura. O Grifo simplesmente subiu mais alto, evitando os estilhaços de gelo com facilidade, antes de mergulhar em uma velocidade estonteante, colidindo com Mira e a prendendo no chão.

O impacto a deixou atordoada, sua visão embaçada. O peso do Grifo em seu peito era sufocante. Suas garras seguravam seus braços, tornando-a impotente, e seu bico se aproximava de seu rosto. “Você realmente pensou que poderia me vencer?” ele sussurrou, seu hálito quente contra sua pele.

Os músculos de Mira saltaram enquanto ela tentava jogar a fera para longe de si, mas ela mal se moveu um centímetro, apesar de usar toda a sua força. Ela também tentou mudar de forma, mas o Grifo não permitiu isso.

Astutamente, ela enlaçou sua Cauda Dourada frouxamente em torno de uma das patas traseiras dele. Por sorte, as feras pareciam não se importar.

Sabendo que lutar era inútil, ela parou de se movimentar. Em vez disso, ela olhou para cima e encarou a fera, seus olhos carmesins brilhando.

“Oh? Não vai implorar pela sua vida, huh? Bem, isso é bom. Seres talentosos são sempre assim. Tão malditamente orgulhosos.” O Grifo riu como se ele mesmo não fosse um ser talentoso.

De repente, Mira sorriu, seu olhar passando de raiva para desdém.

Balançando a cabeça, perguntou, “Por que eu deveria implorar pela minha vida? Quando eu estarei tomando a sua.”

No mesmo instante, os instintos do Grifo gritaram para fugir. Ele não sabia o que estava acontecendo, mas não hesitou em fazê-lo.

Soltando Mira de sua garra, ele alçou ao céu.

Apenas para perceber que as caudas de Mira estavam firmemente envolvidas em seu corpo.

“O que você está fazendo?! Saia!” Ele gritou, tentando sacudir Mira, mas ela estava presa ali como cola.

Liberando toda a energia em seu Coração Primal, Mira direcionou-a para sua cauda preta, fazendo-a brilhar.

Então, como um buraco negro, ela sugou toda a luz próxima. O ambiente escureceu, exceto pelo Sol e Lua de cada lado, mas até esses estavam perdendo seu brilho.

A própria essência do mundo parecia ser absorvida pela cauda preta de Mira. O Grifo sentiu sua força vital diminuir, uma sensação que nunca havia experimentado antes. A alma da criatura, que nunca havia conhecido o verdadeiro medo, agora estava tremendo perante o vazio abissal que era a cauda de Mira.

Um silêncio ensurdecedor envolveu o campo de batalha, enquanto a luz acima parecia desaparecer à distância, deixando o Pináculo, o Grifo e Mira em um reino crepuscular de desolação.

As penas douradas do Grifo, outrora vibrantes, começaram a perder o brilho, tornando-se cinza enegrecido, enquanto seus olhos azuis majestosos foram consumidos pela escuridão, um vazio onde nenhuma luz alcançava. Parecia como se ele estivesse sendo arrastado para um abismo sem fim, o frio aperto da morte se apertando em torno de seu coração.

Sua força, que sempre fora seu orgulho, estava rapidamente diminuindo. As batidas desesperadas de suas asas, antes cheias do poder para agitar tempestades, agora pareciam fracas e lentas. As correntes de ar que ele dominara agora se rebelavam contra ele, recusando-se a mantê-lo no ar.

“Raposa…” o Grifo crocitou, sua voz agora não passava de um sussurro das tonalidades orgulhosas e ressonantes que havia falado momentos atrás. “O que você fez?”

Mira, sua forma iluminada pelas brasas do sol e da lua, olhou para o Grifo, seus olhos irradiando uma intenção assassina fria e insensível. “Você me pediu para matar você para provar meu valor. Eu simplesmente encontrei um jeito.”

O Grifo, agora reduzido a uma mera sombra de seu antigo eu, despencou do céu, caindo no chão com um baque.

Seus olhos penetrantes agora olhavam para Mira com uma mistura de medo, confusão e um indício de respeito.

Juntando suas forças, Mira se aproximou da fera caída, sua cauda preta ainda cintilando com energia residual. Sem nem mesmo dar à fera a chance de responder, sua cauda aumentou e se enrolou ao redor do Grifo, absorvendo tudo.

Tão logo a fera e quase tudo o mais em cima do Pináculo desapareceram, Mira caiu de joelhos. Suor escorria de seu corpo, seu rosto mais pálido que uma folha de papel.

Contudo, a barreira ao redor do redemoinho de energia, combinada diretamente com o sol e a lua, havia se dispersado, permitindo a Mira tomar o que era legitimamente seu.

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