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Herdeira Renascida: Reconquistando o que é Seu por Direito! - Capítulo 755

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Capítulo 755: 5

“Tá bom,” Everett respondeu, sem retrucar.

Aurora não pôde deixar de sentir que tinha sido promovida — ou rebaixada — a empregada pessoal de Everett. Tudo tinha que passar por ela.

Everett, por outro lado, estava claramente aproveitando os cuidados dela. Aurora tinha se sentido exausta antes, mas, estranhamente, estando por perto dele agora, não se sentia mais cansada.

Logo, era hora do jantar de novo.

Naturalmente, era ela quem alimentava Everett…

Ugh. Todo esse miserável esquema de empregada — quanto tempo ele ia durar? Aurora já estava tramando em sua cabeça: assim que ele comesse, ela o levaria a dormir e depois descobriria sua estratégia de fuga.

Mas Everett parecia ter lido sua mente. Ele se recusava a dormir, permanecendo completamente alerta. Não foi até as 21h que ele finalmente começou a sentir um pouco de sono.

A febre dele havia passado, e o soro já tinha acabado. E agora ele queria que ela o ajudasse a trocar de roupa.

“Você vai tomar banho de qualquer jeito. Por que preciso te trocar agora?” Aurora resmungou.

“Me troque agora,” Everett ordenou friamente, como algum tirano real.

O couro cabeludo de Aurora formigou de frustração, mas ela ainda pegou uma camiseta preta limpa e levantou gentilmente a parte de cima dele.

O que significava que ela teve uma visão completa do tórax sólido dele e daqueles oito abdominais definidos.

Suas bochechas coraram. Everett riu. “O quê? Gostou do que viu? Quer um beijo?”

“Everett!” ela disparou, encarando-o. Ela puxou a camisa dele um pouco mais bruscamente do que necessário e alcançou a limpa.

Mas Everett de repente a puxou para ele, jogando-a direto contra seu tórax — seus lábios pousando bem contra a pele dele.

Droga!

Tinha gosto salgado! Ele tinha suado o dia todo pela febre — seu corpo inteiro cheirava.

Aurora gritou, enquanto Everett caía na gargalhada.

“Everett! Você poderia ter feito isso sozinho! Estou farta de ser sua empregada!”

Furiosa, ela se levantou de um salto, pisando forte no chão.

Everett casualmente pegou a camisa dela e se vestiu.

“Tudo bem. Só fique comigo por mais uma hora. Depois vou tomar banho e descansar,” ele disse com um sorriso suave.

O tempo com ela voava — sempre voava. Horas pareciam segundos.

Aurora abaixou os cílios, dizendo silenciosamente para si mesma que precisava encontrar uma forma de sair. Primeiro passo: garantir que ele dormisse.

“Estou me sentindo um pouco cansado,” Everett disse de repente. “Chame Tobias.”

Aurora ficou surpresa. Não era para ela ficar mais uma hora? Mas se ele estava pronto para dormir, isso funcionava perfeitamente para ela.

Tobias entrou. “Jovem mestre, o que precisa?”

“Traga-me um par de algemas,” Everett disse.

“O quê?” Tobias parecia confuso. Everett lançou-lhe um olhar severo. “Uma corrente serve também. Apenas certifique-se de que tem um cadeado.”

Tobias olhou para Aurora e imediatamente entendeu — Everett estava tentando impedir que ela fugisse. Que jogada.

Aurora também não era tola. Ela percebeu imediatamente e explodiu. “Everett! O que pensa que eu sou?!”

“Uma pessoa. Pessoas correm,” Everett respondeu calmamente.

“Ugh! Everett, você é louco!”

Aurora estava furiosa. Tobias suspirou e saiu, chamando alguém para encontrar uma corrente com cadeado.

Uma corrente era melhor do que algemas—pelo menos ela teria um pouco mais de espaço para se mover.

Agora Tobias realmente sentia pena de Aurora. Ele costumava não gostar dela—achava que ela tinha sorte de o jovem mestre ter se interessado por ela. Mas agora? Agora era toda simpatia, de alto a baixo.

A corrente chegou.

Everett ergueu uma sobrancelha. “Tranque a Srta. Wilson na cabeceira.”

Aurora quase explodiu. “Everett, o que diabos você está fazendo?! Ficar comigo pode realmente te matar!”

“Então morremos juntos”, disse Everett, completamente impassível.

“Você não tem nenhum respeito por mim!”

Os olhos de Aurora estavam vermelhos de raiva. Suas emoções eram uma bagunça—seria amargura? surpresa? uma versão distorcida de doçura? Ela não conseguia mais dizer.

Tobias manteve a cabeça baixa, sem ousar falar por ela.

Embora ele também não concordasse com esse plano.

Ao lado, Will parecia estar com dor. O que havia de errado com o jovem mestre? No momento em que ele viu essa mulher, ele se transformou em algum tipo de maníaco obcecado…

“Você nem respeita a si mesma. Como posso respeitá-la?” disse Everett lentamente, como se estivesse comentando o clima.

Os lábios de Aurora tremiam. Ela apontou para ele. “Você… o que te dá o direito de dizer que eu não me respeito?”

“Você está apaixonada por mim, mas tudo o que quer fazer é correr. Se isso não é desrespeito próprio, o que é? Aurora, se você apenas admitisse que estamos juntos no Twitter, eu não teria que fazer nada disso.”

Então, ele viu através de sua evasão.

Aurora cerrou os dentes. Tobias se aproximou e, após murmurar um pedido de desculpas, prendeu a corrente em torno de seu pulso.

“Everett, você vai se arrepender disso”, disse Aurora friamente, com o rosto apertado de fúria.

Everett sorriu. “Não vou.”

Se ele não a prendesse a ele, estava aterrorizado que ela escapasse.

Tobias trocou olhares com os outros. “Mas senhor… você ainda não tomou banho…”

O que eles queriam dizer, é claro, era que Aurora também não havia tomado.

“Me dê a chave. Todos vocês, saiam.”

Nenhum deles estava feliz com o quanto Everett se importava com Aurora, mas não havia nada que pudessem fazer. Eles não eram ele—não entendiam o quão profundo, quão desesperado seu amor havia se tornado.

Assim que os outros saíram, Aurora estava com uma expressão miserável. Ela sabia que lutar com ele não funcionaria. Ela teria que falar doces palavras para sair dessa.

“Everett, eu ainda não tomei banho. Por que você me prenderia assim?”

“Deixe-me cochilar primeiro. Quando eu acordar, vamos tomar banho juntos.”

Tomar banho juntos?!

Aquelas duas palavras ecoaram em seu cérebro como um toque ruim. Ela amaldiçoou silenciosamente e ficou quieta.

Ela precisava descansar. Se ela fosse fazer alguma movimentação mais tarde, precisaria de forças.

“Nem pense em fugir”, Everett sussurrou em seu ouvido, sua respiração quente contra sua pele. “Case comigo, Aurora. Não tenho medo de morrer… Vamos causar um ataque cardíaco naquele velho.”

Aurora não respondeu. Ela apenas se virou, de olhos fechados.

Everett a puxou para perto, envolvendo seu braço em torno de sua cintura, inalando o cheiro de seu cabelo. De repente, tudo em seu mundo parecia claro e brilhante.

Ele deslizou a chave debaixo do travesseiro.

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