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Herdeira Renascida: Reconquistando o que é Seu por Direito! - Capítulo 443

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443: Amaldiçoado a Ser Infeliz 443: Amaldiçoado a Ser Infeliz Ella respirou fundo, seus nervos se acalmando com Eric ao seu lado. Seu olhar se suavizou, preenchido de calor. “Você está certo. O bebê é forte e vai ficar bem. Papai, quanto tempo você vai ficar dessa vez?”

Lucas sorriu. “Claro, ficarei até depois do seu casamento. Depois retornarei brevemente ao País W, mas a menos que algo importante aconteça, sempre farei questão de voltar ao País S para estar com você.”

Ella se sentiu um pouco constrangida. Ela já era uma adulta, mas seu pai ainda queria ficar ao seu lado.

Parado nas proximidades, o rosto de Lucas estava escuro com raiva. Ele lançou um breve olhar para Ella antes de virar e sair da sala.

No dia em que retornaram do País W, Lucas havia informado a ele que Ella não estava doente e não havia tido um aborto espontâneo – que tudo tinha sido uma fachada.

Lucas estava chocado e furioso, percebendo o quão tolas tinham sido suas palavras para Ella.

Do começo ao fim, ele havia sido mantido no escuro, enganado. Ele se culpou por não ganhar a confiança de Ella, forçando-a a excluí-lo do plano.

Uma mistura de frustração e decepção se espalhou pelo peito de Lucas enquanto ele caminhava friamente em direção à janela do corredor. Ele respirou fundo, tentando recuperar a compostura.

Era como um vício – qualquer coisa relacionada a Ella consumia seus pensamentos, levando-o à obsessão.

Esse hábito não era saudável. Ele precisava parar, ou isso o destruiria.

Lucas se aproximou enquanto Lucas estendia a mão para um cigarro. “Você nunca costumava fumar”, comentou Lucas calmamente.

Lucas congelou, hesitando antes de guardar o cigarro de maneira desajeitada. “Pai, você não ouviu? Homens que não têm sucesso não fumam.”

Lucas deu uma risada suave. “Você está enganado. Eu também não fumo – você acha que não tenho sucesso? Não dê desculpas. Fumar não é uma saída.”

Lucas se recompôs e respondeu, “Pai, não estou tentando fugir de nada.”

O olhar perspicaz de Lucas parecia perfurá-lo, lendo todas as emoções sutis. “Seja qual for o caso, eu confio que você é capaz de lidar com essa pequena questão. Dizem que o tempo é o maior curador, e eu passei a acreditar nisso. A dor no meu coração desapareceu, deixando apenas arrependimento e uma tristeza leve. Até esses sentimentos eventualmente serão varridos pela correria do trabalho.”

“Entendi, Pai. Vou voltar para o escritório agora”, disse Lucas em voz baixa, virando e descendo as escadas.

Lucas observou a figura de seu filho se afastando. Embora Lucas não fosse seu filho biológico, a ligação que construíram ao longo dos anos era inabalável.

Virando de volta para o quarto de Ella, Lucas pensou sobre o futuro. O negócio da família Anderson seria eventualmente passado a Lucas. Por enquanto, sua única esperança era que Ella tivesse uma gravidez tranquila e que o bebê permanecesse saudável – realmente a maior bênção que ele poderia pedir.

A mídia havia explorado o escândalo Tiffany por vários dias antes de finalmente começar a esfriar.

Quando Leah viu as notícias, sua fúria transbordou. “Aquela mulher miserável mentiu para todos! Ela não estava doente, e não perdeu o bebê. Ela é desprezível!”

Leah havia passado os últimos dois meses em casa, sem intenção de trabalhar. Seus dias eram consumidos por indulgência e escapismo.

Evelyn olhou para Leah com preocupação. “Leah, quando você está planejando voltar a trabalhar?”

Júlia concordou com a cabeça. “Leah, por que você não vai para o exterior por um tempo? A empresa do seu tio de volta ao lar poderia usar alguma ajuda, afinal de contas.”

Se isso continuasse, Leah se desgastaria completamente.

Leah fez beicinho. “Mãe, Vovó, eu só quero ficar no País S e ficar com vocês.”

Júlia balançou a cabeça. “Mas você realmente está planejando não trabalhar mais? Se você fosse para o exterior, pelo menos não teria que lidar com o preconceito aqui.”

O rosto de Leah escureceu. Embora seu antecedente criminal fosse uma mancha no País S, a situação não seria muito diferente no País W. No entanto, a vida lá era mais libertadora, e encontrar um emprego decente poderia ser mais fácil – especialmente porque a empresa de seu tio parecia ser uma opção razoável.

Mesmo assim, ela balançou a cabeça. “Mãe, Vovó, simplesmente não estou com vontade. Me deixem descansar um pouco mais.”

Seu olhar voltou para a tela de LCD, seus olhos brilhando com ressentimento gelado. “Não posso acreditar que Ella… ela realmente sobreviveu!”

Júlia e Evelyn trocaram um olhar. Elas estavam igualmente desapontadas ao ouvir que Ella estava bem.

Para elas, Ella era um demônio – a que havia sistematicamente desmantelado o império do Grupo Carter.

Tal audácia merecia retribuição, mas a vida de Ella só parecia melhorar, deixando ambas profundamente inquietas.

“Qual o sentido de reclamar?” Júlia zombou. “Se você está tão chateada, vá encontrar um homem melhor e faça-a sentir ciúmes. Além disso, só porque ela está feliz agora, não significa que será feliz para sempre. Você entende?”

Os lábios de Júlia se curvaram em um sorriso perverso, lembrando das maldições que ela havia murmurado em voz baixa no hospital.

“Ela ainda é jovem. Dê alguns anos – quem sabe, talvez ela realmente desenvolva um tumor cerebral”, disse Júlia desdenhosamente. Evelyn concordou com a cabeça.

“Leah, sua avó está certa. Deixe-a em paz por enquanto. Eu duvido que a vida dela permaneça cor-de-rosa por muito tempo. Você deve se concentrar em planejar seu próprio futuro”, acrescentou Evelyn.

Leah sorriu, seu ânimo melhorando instantaneamente. Saber que Júlia e Evelyn também não gostavam de Ella a fazia se sentir melhor. “Entendi, Mãe. Você é tão chata!”

Ela se esforçou para ignorar a felicidade de Ella, determinada a melhorar sua própria vida. Ainda assim, não pôde deixar de esperar silenciosamente que as palavras de Júlia se tornassem realidade – que aquela mulher desprezível realmente acabasse com um tumor cerebral…

Enquanto isso, Ella havia retornado para casa sem problemas. Eric tinha se esforçado ao máximo, enchendo a casa com roupas de maternidade, roupas de bebê, um berço e brinquedos suficientes para preencher um cômodo inteiro.

Parada em frente ao quarto de hóspedes, Ella olhou para a montanha de brinquedos e balançou a cabeça. “Eric, por que você comprou tantos brinquedos? Eu ouvi dizer que ter muitos brinquedos pode distrair uma criança e dificultar a concentração dela.”

Por trás, Eric envolveu gentilmente seus braços em volta da cintura dela. “Temos muitos quartos, não temos? Este pode ser o quarto dos brinquedos, outro o quarto do bebê, e até podemos montar uma sala de brincar,” ele disse com um sorriso suave.

Seus dedos se entrelaçaram levemente com os dela enquanto seus lábios calorosos roçavam sua orelha. “Nosso filho será muito inteligente e bonito, então você precisa ficar calma e relaxada durante a gravidez.”

“Tudo bem, tudo bem, você já disse isso tantas vezes,” Ella respondeu com uma risada, sabendo que ela poderia lidar com isso.

Talvez por ter vivido outra vida, seu temperamento havia se acalmado, e ela se tornara mais estável.

Na visão de Ella, Hannah – como uma barata incômoda – não queria nada além de vê-la desmoronar. Mas ela não lhe daria essa satisfação.

“A propósito, eu quero visitar a Vovó Davis amanhã,” Ella disse, sua voz se suavizando. “Eu ouvi que a saúde dela não tem estado ótima. Já faz mais de um mês que voltei, e os empregados me disseram que ela ligou várias vezes.”

Pensando na mulher idosa, Ella sentiu um toque de responsabilidade. Ela não era nenhuma santa, mas a Vovó Davis era velha e provavelmente não tinha muito tempo de vida.

Eric franziu a testa, e Ella sabia exatamente o que ele estava pensando. “Você pode vir comigo. Vamos visitá-la brevemente e depois voltar direto,” ela o tranquilizou.

Ela já tinha feito mais do que o suficiente. Para ser honesta, ela não devia nada à família Davis – eram eles que deviam a ela.

Nenhuma quantia de dinheiro ou ações poderia jamais trazer de volta a vida de sua mãe.

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