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Herdeira Renascida: Reconquistando o que é Seu por Direito! - Capítulo 406

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  3. Capítulo 406 - 406 O Plano para Auto-Resgate 406 O Plano para Auto-Resgate
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406: O Plano para Auto-Resgate 406: O Plano para Auto-Resgate Eric lançou um olhar frio para a empregada, seu tom firme. “Eu não confio em você.”

A empregada, pega de surpresa, não teve escolha senão comer a comida ela mesma, provando que não havia sido adulterada.

Satisfeito, Eric finalmente deixou de lado o console de jogos. Desde que foi trazido para cá, tudo o que tinha consigo foi confiscado. Isso significava que mesmo que seu telefone tivesse um dispositivo de rastreamento, isso não ajudaria John e os outros a localizá-lo.

O que Leonard não sabia, no entanto, era que os sapatos de couro de Eric continham um microtransmissor de sinal oculto.

Ainda assim, mesmo que John e sua equipe encontrassem o sinal, o que fariam então? O porão do Leonard era quase impenetrável, conhecido apenas pelo próprio homem e pela empregada designada para “servir” Eric.

Pelo que Eric podia deduzir, a empregada sequer estava ciente desse porão até ser designada a ele. Ela não havia deixado o porão desde então.

Eric percebeu que se quisesse escapar, a empregada seria sua chave.

A empregada, sem dúvida, conhecia a entrada do porão, mas como ele poderia manipulá-la para levá-lo para fora?

Lá fora, quatro guardas vigiavam, armados com cassetetes elétricos e outras armas.

Era impossível fugir sozinho. Ainda assim… Eric estava confiante que poderia encontrar outro jeito.

…

Após trinta minutos observando a empregada em busca de qualquer reação, Eric finalmente começou a comer sua refeição.

A empregada ficou ao lado, com os olhos fixos nele. Seu comportamento refinado, suas feições marcantes exalando um ar de nobreza inata—tudo isso fazia seu coração acelerar.

Que homem bonito e elegante. ela pensou. Se eu conseguisse conquistar o afeto de um homem assim, não seria incrível?

Eric de repente olhou para cima. “Seu nome é Anne, certo?”

O rosto da empregada corou enquanto ela assentia rapidamente. “Sim, querido. Meu nome é Anne. Pode me chamar disso quando quiser.”

“Eu ouvi dizer que Leonard é um grande playboy?” Eric perguntou, seu sorriso educado mas inquisitivo, sua voz clara como um riacho límpido.

Anne, lisonjeada pela atenção, assentiu com entusiasmo. “Oh, sim, o jovem mestre é um grande playboy.”

“Ele está na vila hoje?”

“Hmph, não. Ele saiu cedo esta manhã. Ouvi dizer que está de férias com alguma celebridade,” disse Anne com um toque de ressentimento.

Anne vinha de um passado humilde e considerava-se sortuda por trabalhar na propriedade do Leonard. Ela esperava chamar a atenção de Leonard, mas a oportunidade nunca havia surgido.

Se ela não conseguisse se tornar a amante de Leonard, tornar-se a companheira deste belo homem do País S parecia uma excelente alternativa. Afinal, se o Sr. Nelson se aliase a Leonard, seu status poderia subir para o de “Sra.” da noite para o dia.

O sorriso de Anne ficou mais brilhante. Nos últimos dias, Eric havia sido distante e indiferente com ela. Mas agora…
Anne notou o olhar de Eric varrer sutilmente abaixo de sua clavícula. Homens… sempre fingindo serem corretos. No fundo, ele deve me desejar tanto quanto.

“Há quanto tempo você trabalha aqui?” A voz de Eric amaciou, seu tom tingido com uma sugestão sedutora de intimidade. “E Leonard alguma vez… tocou você?”

Anne balançou a cabeça rapidamente. “Não, senhor… como você pode fazer uma pergunta tão sensível? Eu… Eu ainda sou virgem!”

Observando a expressão envergonhada da empregada, Eric disfarçou o traço de nojo que tremeluziu em seus olhos.

Ele largou os utensílios. Nos últimos quatro dias e noites, ele havia estudado cuidadosamente os padrões de Leonard. O homem frequentemente deixava a propriedade, passando seu tempo em festas, pulando de bungee e se entregando a emoções fortes.

No entanto, sob a fachada de um playboy descompromissado havia uma natureza calculista e profundamente oculta.

Eric sabia que não podia mais esperar.

Se Leonard bolasse um novo plano ou se John e os outros não agissem a tempo, Eric realmente se tornaria um peão de Leonard, um brinquedo para outros manipularem à vontade.

Ele tinha que agir—agora.

Eric sorriu para Anne, seus olhos brilhando com charme calculado. “Você quer saber que tipo de mulher os homens mais desejam?”

Os olhos de Anne brilharam de excitação. “Claro que sim!”

“Bom. Então jogue um jogo comigo,” disse Eric, seu sorriso provocante, porém perigosamente cativante.

Anne riu, a antecipação clara em sua voz. “Que tipo de jogo? Vamos, me diga!”

Eric inclinou-se um pouco, sua expressão tornando-se astuta. “Se você conseguir seduzir um dos guardas lá fora e levá-lo para a cama, eu lhe darei qualquer coisa que você quiser.”

Os olhos de Anne se arregalaram de choque. “Sr. Nelson, você está falando sério? Você… você tem *esse* tipo de fetiche?”

Eric não recuou, sua voz baixa e sem pedidos de desculpa. “Absolutamente. Observar os outros é meu prazer culpado.”

Mesmo enquanto falava, seu estômago revirava. As palavras tinham um gosto amargo, mas essa farsa era sua única opção. O engano era sua única arma em um lugar como esse.

Anne, apesar de seu choque, rapidamente recuperou a compostura. Ela não era estranha a situações como essa. Seduzir homens era sua segunda natureza; ela havia jogado esse jogo inúmeras vezes antes.

Mas ela hesitou, olhando nervosamente para a porta do porão. “Mas… eles são guarda-costas profissionais. Isso não vai ser fácil.”

Eric inclinou a cabeça, sua voz carregada de encorajamento zombeteiro. “Isso não é problema meu, não é? Você é inteligente, Anne. Um pequeno desafio como este não deveria assustá-la. Ou você acha que eu tentaria enganá-la? Olhe ao redor—você me vê escapando sozinho?”

Ele fez um gesto casual em direção à cama no quarto. “Se isso ajudar, você pode até usar isso. Considere como meu apoio.”

As bochechas de Anne coraram um vermelho profundo.

“De jeito nenhum! Escolha outra coisa!” ela disse, constrangida. Mesmo com sua história, ela não conseguia se rebaixar na frente de um homem tão sofisticado quanto Eric.

Eric rapidamente ajustou sua abordagem, sua voz amaciando. “Então me empreste seu colar. Só por um tempinho.”

Surpresa pela mudança repentina de tom, Anne hesitou por um momento antes de desencaixar seu colar e entregá-lo a ele.

Eric pegou o colar e examinou o pequeno pingente de argola de prata com um toque quase carinhoso. Sua mente trabalhava rapidamente. Esta era a oportunidade de que ele precisava, e ele não podia se dar ao luxo de perdê-la.

Levantando-se, Eric foi até o interruptor de luz e escureceu o quarto, deixando apenas o brilho de uma luminária de parede. O quarto agora banhado em uma luz suave e calmante, a voz de Eric assumiu uma qualidade hipnótica.

“Anne, deite-se no sofá e relaxe,” ele disse calmamente.

Eric e Connor foram colegas de turma na época. Connor tinha um talento excepcional e agora era um hipnotista renomado.

Durante seu tempo livre, Eric havia aprendido algumas técnicas com Connor. Aqueles anos na escola não foram em vão para ele.

No entanto, Eric nunca possuía o nível de talento de Connor nesse campo, conseguindo apenas dominar o básico.

Mesmo assim, nesta situação, a hipnose ainda era a opção mais segura.

Anne recostou-se completamente no sofá, seu corpo visivelmente relaxado. “O que vem a seguir?”

“Relaxe e foque neste anel,” Eric disse, sua voz incomumente suave e calmante.

Os olhos de Anne se fixaram no anel enquanto Eric começava a balançá-lo ritmicamente.

Enquanto ela observava o anel balançar e ouvia a voz suave de Eric, ela sentiu uma sensação avassaladora de calma tomar conta dela, seu corpo e mente afundando em um profundo conforto.

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