Herdeira Renascida: Reconquistando o que é Seu por Direito! - Capítulo 345
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345: Ella está furiosa 345: Ella está furiosa Eric apertou o seu próprio punho, ainda encarando James com uma expressão vazia.
James tremia enquanto aceitava o documento, assinando o seu nome no formulário de divulgação de riscos.
Afinal, dadas as circunstâncias, a cirurgia era a melhor escolha. Se houvesse um jeito de curá-lo sem isso, o médico não a recomendaria.
Eric pediu o almoço. Ella já estava exausta, e se não comesse algo, provavelmente sofreria de hipoglicemia.
E assim começava outra torturante espera.
Quando as portas da sala de emergência finalmente se abriram, uma enfermeira empurrou Henry, ainda inconsciente, em uma maca.
“Doutor, como está o meu filho?” Ella perguntou ansiosamente.
“Sinto muito, fizemos tudo o que podíamos… A hemorragia cerebral causou danos significativos e agora ele está em estado vegetativo. Se ele não acordar dentro de três semanas… pode permanecer assim para sempre.”
Ella sentiu um zumbido alto na cabeça.
Eric pôs a mão em seu ombro silenciosamente.
Lauren, com lágrimas escorrendo pelo rosto, seguia a cama do hospital enquanto era movida, murmurando, “Henry, você é uma pessoa tão boa — você tem que acordar!”
O rosto de Ella estava sério. Ela já se sentia em dívida com Henry, mas agora ele estava em coma, com a possibilidade de se tornar um vegetal!
Droga!
“Henry… Vou garantir que alguém cuide dele; não se preocupe”, disse James, virando-se para olhar para Ella, cujo rosto estava pálido.
Ele tinha se inteirado da situação geral assim que chegou — afinal de contas, era um acidente, e Ella não tinha culpa.
Eric olhou para James com uma expressão fria. “Pode não ser meu irmão de sangue, mas ainda me preocupo com ele. Ele foi ferido por causa da minha esposa. Eu não sou como você, alguém que levaria a própria esposa ao limite. Não finja se importar. Se necessário, estarei aqui, fazendo tudo o que puder.”
Sempre que os dois estavam juntos, inevitavelmente provocavam uma confrontação irada.
A expressão de James escureceu. “Eric, você poderia parar de ser tão extremo?”
“Vamos, Alguém está aqui cuidando dele. Ele vai acordar depois de três semanas e nós voltaremos para vê-lo hoje à noite.”
Ignorando James, Eric se voltou para Ella, que parecia atordoada, seu olhar escurecendo levemente.
Vê-la assim o machucava.
Ela estava preocupada com outro homem, mas o que ele poderia dizer? Era natural para Ella sentir-se assim. Só alguém insensível e frio ficaria indiferente.
Ella seguiu Eric silenciosamente.
No terceiro dia, Henry ainda não mostrava sinais de despertar. Parada ao lado de seu leito, as sobrancelhas de Ella estavam fortemente franzidas.
Henry jazia lá, com os olhos fechados, um tubo de alimentação inserido em sua boca — nada de sua vitalidade anterior restava.
Lauren, com a voz sufocada pelos soluços, olhou suplicante para Ella. “Ella, quando ele vai acordar? Já se passaram dias e… ele não melhorou! Como… como isso pode acontecer com alguém tão bom?”
Ella silenciosamente lhe deu um tapinha no ombro. “Ele vai acordar. Ele tem que acordar.”
Lauren forçou um sorriso amargo, sabendo que era apenas para confortá-la.
Eric, por outro lado, sentava-se na varanda do quarto do hospital, fazendo companhia a Ella enquanto ela permanecesse.
Na verdade, Eric estava um pouco ansioso. Se Henry permanecesse nesse estado, Ella… ficaria ao lado dele para cuidar?
Só o pensamento o enchia de uma irritação estranha.
Ele vinha se jogando no trabalho nesses dias, aparecendo apenas quando Ella vinha visitar Henry.
No entanto, parte dele sentia que precisava ter confiança suficiente em Ella; afinal, eles haviam enfrentado tantas tempestades juntos.
Se Henry recuperasse a consciência ou não, isso não deveria afetar o relacionamento deles.
Naquele instante, o som de saltos altos ressoou fora do quarto do hospital.
Uma batida na porta. Quando ela se abriu, a expressão de Ella endureceu ao reconhecer a visitante.
Lauren lançou um olhar para Leah, desconhecendo-a e não sentindo nenhuma animosidade particular — pelo menos ainda não.
Leah entrou, vestida em um elegante terno preto de negócios, carregando uma cesta de frutas. Ela andou graciosamente, lançando um olhar casual para Henry deitado na cama.
“Ouvi dizer… que Henry foi ferido, então pensei em passar por aqui”, disse Leah calmamente, colocando a cesta de frutas na mesa.
Os lábios de Ella se curvaram num sorriso irônico. Leah — ela realmente pensava que Ella não estava ciente de suas tramas?
O rosto de Leah estava composto enquanto olhava para Ella, mas por baixo da máscara, ressentimento e decepção ferviam. Ela tinha certeza de que seu plano de usar o professor iria enredar Ella em sérios problemas. Ela até havia arranjado pequenos incidentes com as famílias dos seguranças para mantê-los afastados.
Mas de alguma forma, aquela pragazinha Ella tinha conseguido evitar o perigo mais uma vez! Da última vez, Rachel não a havia prejudicado; desta vez, o professor também falhou. Esta mulher era irritantemente sortuda.
“Henry vai ficar bem?” Leah fingiu um olhar preocupado enquanto olhava para Henry.
O rosto de Lauren escureceu ligeiramente. Leah estava fingindo se preocupar? O olhar frio de Ella fixou-se em Leah, examinando cada mudança em sua expressão.
“Leah, você está cega? Não consegue ver que ele está deitado aí completamente imóvel?” disse Ella com um sorriso irônico. “Henry acabou assim — você está satisfeita?”
Leah estremeceu, encontrando os olhos zangados de Ella. “O que… o que você está dizendo? Ella, mesmo com tudo o que aconteceu ao Grupo Carter, não guardo ressentimento contra você. Como você pode me acusar assim?”
Que hipócrita! Até agora, ela ainda queria agir como inocente?
“Leah, largue o teatro. Você me toma por uma criança, cega e inconsciente de suas pequenas tramas?” O olhar de Ella era cortante, seus olhos cintilando com nojo e hostilidade.
Lauren olhou para Ella surpresa, sem conseguir entender o significado por trás das palavras dela.
O coração de Leah deu um salto. Será que essa mulher tinha descoberto alguma coisa?
Impossível!
Ela havia mantido as coisas bem escondidas. Aquela garota havia prometido desaparecer da cidade depois que isso fosse feito. Sem deixar vestígios, até mesmo Eric não seria capaz de rastreá-la.
Leah forçou um sorriso constrangido, tentando parecer magoada. “Ella, você está entendendo mal alguma coisa? Eu sei que você não gosta de pessoas do Grupo Carter, mas… você não pode simplesmente me repreender sem motivo!”
Ella levantou-se lentamente, dando passos medidos em direção a Leah.
Assustada, Leah deu um passo atrás, recuando até que suas costas bateram na parede, sem ter para onde ir.
Ella zombou. “Leah, por que você não fala sobre como você subornou uma garota para seduzir o professor, só para depois ela desistir dele, alegando que eu disse a ela para ir embora? Você é verdadeiramente sem vergonha, recorrendo a esses truques infantis.”