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Herdeira Renascida: Reconquistando o que é Seu por Direito! - Capítulo 342

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  3. Capítulo 342 - 342 Então e Daí se eu te Bater 342 Então e Daí se eu te Bater
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342: Então, e Daí se eu te Bater! 342: Então, e Daí se eu te Bater! Max, contido por dois policiais, não conseguia se mover, e recebeu o tapa de Ella em cheio. Sua bochecha ardia como se tivesse sido descascada e queimada.

“Sua infame desprezível”, zombou Ella. “Você ousa insultar minha mãe? Você tem esse direito? O Grupo Carter tramou contra mim, contra minhas ações, e até mesmo contra minha vida, e agora que você está enfrentando as consequências, você me culpa? Você é tão covarde quanto seu pai e seu avô!”

O riso frio de Ella cortou o ambiente antes de ela se voltar para Benjamin. “Viu, primo? O Grupo Carter só produz escória. Você teve sorte de ter acabado em outro lugar.”

Benjamin acenou silenciosamente, incapaz de encontrar palavras para o rancor distorcido na expressão de Max.

Max, ainda atordoado, finalmente esbravejou com raiva. “Ella, você ousou me bater na frente da polícia? Vou te processar por agressão!”

Ella riu, zombando dele. “Agressão? Imagine. Eu apenas afastei um cachorro latindo. Você sequer tem dinheiro para contratar um advogado? Precisa que eu lhe empreste algum?”

O ambiente, tenso há momentos, se aliviou com o riso.

“Ella, sua vagabunda,” cuspiu Max, “a pequena amante do Eric! Sem ele, você nunca derrubaria o Grupo Carter—”
Antes que pudesse terminar, a mão de Ella o atingiu novamente, sem hesitação.

O rosto dele pulsava, enquanto a mão de Ella doía levemente ao dizer, “Max, você deve estar cansado de viver, causando problemas em meu território. Realmente patético.”

Ela o encarou, percebendo que ele precisava de uma lição mais forte para evitar que isso acontecesse novamente. Max recuperou o fôlego, ainda resmungando maldições, mas os policiais rapidamente o levaram embora.

Observando o carro da polícia partir, a expressão de Ella suavizou enquanto voltava para sua equipe abalada. “Desculpe pelo susto. Foi meu erro, não prever que ele armasse uma cena dessas.”

“Não é culpa sua,” disse Benjamin com um suspiro. “Isso só mostra a desfaçatez do Grupo Carter.”

Ella, resignada, levou seus funcionários ao hospital para exames. No caminho, soube da história completa—Max tinha recrutado alguns bandidos locais, armados com facas e barras de ferro, para invadir o escritório. Felizmente, ninguém ficou gravemente ferido, embora o potencial dano à reputação da LX fosse uma preocupação.

Ela ligou para Eric, pedindo que ele controlasse a mídia discretamente e mantivesse o incidente fora da internet. Eric lidou com isso de forma rápida e eficaz, e nem um sussurro sobre o evento apareceu online.

A lesão de Benjamin foi leve, e os dois guardas sofreram apenas concussões leves. Ella dobrou os bônus de todos, um gesto de agradecimento e reassurance.

Mais tarde, Evelyn tentou visitar Ella para implorar em nome de Max, mas foi mandada embora, saindo frustrada. O Grupo Carter atual não tinha mais nenhuma influência contra Ella, e Max estava detido sob acusações de agressão e vandalismo. Ao ouvir as notícias, Sean, que estava em recuperação, teve uma recaída, novamente acamado.

Com despesas crescentes, Júlia e Evelyn foram forçadas a vender suas joias valiosas e posses para cobrir seus custos de vida.

Como medida final, Ella aumentou o detalhe de segurança da LX, contratando guardas experientes cuja presença por si só desencorajava qualquer encrenqueiro local de tentar a sorte.

Leah estava furiosa ao saber que Max seria acusado de colocar em risco a segurança pública e lesão intencional. Ela estava tão irritada que queria quebrar algo. A decisão de Max de confrontar Ella diretamente foi imprudente além da medida. A vingança requeria sutileza, táticas ocultas—exatamente como as dela.

Com Frank já um caco de si mesmo após tentar incriminar o Grupo Nelson, e agora Max à beira de sérias consequências, parecia que o Grupo Carter estava desmoronando aos pedaços.

Triturando os dentes, Leah discou o número de sua cúmplice, a jovem em quem havia confiado seu plano.

“Aja imediatamente! Cansei de esperar!” Leah ordenou bruscamente.

“Isso funciona,” a moça respondeu docemente. “Meu alvo já está bastante apegado a mim. Não se preocupe, não vou decepcioná-la.”

Leah soltou um ruído de desdém. “Isso tem que funcionar. Estou ansiosa para ver essa miserável cair em ruína.”

“Relaxe,” a garota disse, rindo baixinho. “Mas vou esperar até segunda-feira para agir. Hoje é domingo—se eu pressionar agora, ele vai esfriar muito rápido. Segunda-feira garante que ele não terá tempo para se recompor.”

“Certo, será na segunda-feira. Sem mais atrasos.”

Leah encerrou a ligação, seus olhos brilhando com determinação fria. “Ella, sua hora vai chegar. E desta vez, ninguém poderá salvá-la.”

Naquele mesmo momento, a pálpebra de Ella tremeu involuntariamente. Ela esfregou os olhos, sentindo uma onda de fadiga tomar conta dela. Ela havia estado forçando seus olhos ultimamente, dividindo seus dias entre aulas e devorando livros, tudo em preparação para o que estava por vir.

Ela sabia que mais cedo ou mais tarde, Hannah reapareceria, provavelmente mais forte e mais polida do que antes. Como ela poderia se dar ao luxo de ficar para trás?

“Você está bem? Cansada?” a voz de Eric interrompeu seus pensamentos enquanto ele se aproximava. “Se você está esgotada, tire uma pausa. Não precisa exagerar.”

Ele colocou as mãos nos ombros dela, massageando-os gentilmente, fazendo-a encolher instintivamente o pescoço. “Não faça isso—faz cócegas! Só me deixe dar uma volta,” ela riu, afastando as mãos dele com um sorriso leve.

Os olhos dela, brilhantes com uma clareza revigorante, pareceram elevar o ânimo de Eric. “Tudo bem, uma caminhada soa perfeito,” ele concordou. “Quando voltarmos, você pode tomar um bom banho quente e relaxar.”

Eric colocou um casaco sobre os ombros dela enquanto saíam, caminhando de braços dados pelos terrenos da vila sob o céu noturno de outono. O jardim estava vivo com crisântemos vibrantes de todas as cores e rosas perfumadas balançando na brisa suave, criando uma atmosfera pacífica.

Enquanto caminhavam, o ânimo de Ella se elevou. “Eu nunca imaginei que este lugar teria tantos tipos de rosas,” ela comentou, respirando o perfume delas. “Parece um jardim gigante. Só de olhar para toda essa beleza varre minhas preocupações.”

Eric olhou para ela, um sorriso surgindo em seus lábios. “Esse jardim não pareceria ainda mais vivo com algumas crianças correndo por aí?” ele provocou, ajeitando uma mecha de cabelo dela atrás da orelha.

“Quantos filhos você acha que deveríamos ter?” ele ponderou, meio brincando enquanto tentava imaginar como seriam seus filhos.

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