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Herdeira Renascida: Reconquistando o que é Seu por Direito! - Capítulo 302

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302: Elimine-o 302: Elimine-o Mãe! Finalmente encontrei seu irmão perdido há tanto tempo!

Vovó Carter, encontrei seu parente mais próximo! Prometo que vou garantir a melhor compensação possível por tudo que eles suportaram.

Mas quanto ao Sean, aquele homem desprezível, não há como ele escapar fácil!

Ella fechou os olhos, respirando fundo para conter as lágrimas que ameaçavam cair. As emoções a sobrecarregaram, mas ela estava determinada a não deixar que transparecessem.

“Vamos embarcar no avião. Não pense demais por enquanto. Você vai encontrar seu tio logo,” disse Eric gentilmente, enxugando a lágrima que escapou do canto do olho dela.

Ella acenou com a cabeça, o coração batendo forte de excitação. Mas ela mal sabia que, no momento em que desembarcasse do avião, seria atingida por uma notícia devastadora.

…

“Senhora, gastamos muitos recursos investigando com quem Ella e Eric têm se comunicado. No entanto… o hacker que usaram não pode ser rastreado. É provável que seja alguém controlado por Eric.”

Na mansão ancestral do Grupo Carter, Júlia estava sentada em seu escritório, revisando documentos da empresa.

Sean ainda estava no hospital, recuperando-se de um quase derrame causado pelos eventos recentes. Sua condição havia melhorado, mas apenas marginalmente.

O rosto enrugado de Júlia não mostrava emoção. “O que você encontrou? Parem de enrolar e me digam diretamente.”

George, um de seus assessores de confiança, respondeu em um tom baixo, “Senhora, eles foram vistos encontrando-se com um homem chamado Bobby. O estranho é que, apesar do status de Eric, eles mostraram um respeito incomum por ele.”

Os olhos de Júlia brilharam friamente, seu comportamento usual gentil substituído por uma escuridão sombria. “Bobby? Quem é ele?”

“Ele é um aldeão perto da terra que o Grupo Nelson está desenvolvendo, conhecido por criar pombos.”

A expressão de Júlia mudou, sua mão tremendo ligeiramente. Ela sabia exatamente quem Bobby era.

Anos atrás, Sean havia mandado aquele filho embora, e embora Júlia tivesse recebido o local, ela fez várias tentativas de eliminá-lo—cada vez, o destino intervinha, e alguém o salvava.

Bobby ficou fisicamente e emocionalmente marcado, torturado até ficar irreconhecível, uma sombra de ser humano. Sua extrema pobreza o deixou desnutrido e frágil, dando-lhe a aparência de um homem fraco e inofensivo.

Alguém como Bobby não tinha capacidade de ameaçar o Grupo Carter ou sua fortuna. Mas se Eric e Ella o ajudassem, o antigo escândalo viria à tona. A exposição prejudicaria gravemente a reputação do Grupo Carter, colocando a empresa em grave perigo.

Uma aura feroz e sinistra irradiava de Júlia. George, que a servia há décadas, nunca tinha visto esse lado dela antes.

“Providencie um acidente—mande alguém atropelá-lo dirigindo bêbado. Certifique-se de que ele não sobreviva,” ordenou Júlia friamente, seu rosto desprovido de qualquer emoção, exceto uma maldade arrepiante.

George ficou atônito.

Ela estava mesmo preparada para ir à guerra com Eric e Ella por um mero trabalhador?

“Ande logo! Não temos tempo. Não podemos deixar Eric ou aquela garota descobrir o que estamos planejando!” A voz de Júlia estava gelada, não admitindo argumentos.

“Sim, Senhora!”

George estremeceu. Embora relutante, ele havia servido o Grupo Carter por décadas e há muito havia manchado suas mãos com sangue.

Subornar alguém para encenar um incidente de direção bêbada era o caminho mais discreto e eficiente.

Enquanto a porta se fechava atrás de George, Júlia se inclinava para trás e fechava os olhos, lembrando os comprimentos que havia percorrido para garantir seu lugar como a legítima senhora do Grupo Carter. Ela havia lutado com unhas e dentes por anos.

Agora, de jeito nenhum ela deixaria esses jovens destruir tudo que ela havia construído.

Se Bobby morresse, tudo seria varrido para debaixo do tapete, e não haveria pontas soltas.

Quando ela pensou nisso, um sorriso sanguinário surgiu em seu rosto. “Uma criança nascida de uma mulher humilde ousa pensar que pode reivindicar o que é nosso? Ridículo. Continue sonhando!”

Quando Ella e Eric desembarcaram do avião, foram recebidos por uma leve chuva, lançando um humor melancólico sobre a cidade.

Ella ocupou-se em reunir suas malas, garantindo que tudo, incluindo os presentes que ela havia trazido para Chloe, estivesse contabilizado. Enquanto isso, Eric ligou seu telefone, apenas para ser bombardeado por uma enxurrada de mensagens. Sua expressão escureceu enquanto ele lia.

“Droga!” Eric praguejou baixinho.

Bobby havia sido atropelado por um carro, mas felizmente, os guarda-costas fizeram bem seu trabalho e conseguiram mantê-lo fora de perigo de morte. Ainda assim, as táticas implacáveis e descaradas do Grupo Carter haviam atingido novos patamares.

Ella, tendo acabado de verificar as malas, olhou para cima e notou a expressão sombria de Eric.

“O que aconteceu, Eric?” ela perguntou suavemente, a preocupação gravada em sua voz.

A voz de Eric estava baixa enquanto ele respondia, “Seu tio… ele sofreu um acidente de carro. Ele está no Hospital do Povo agora, mas não está em perigo iminente.”

Ella sugou uma respiração afiada, o peito apertando com preocupação e raiva. “Um acidente de carro? Isso é muito conveniente… muito coincidente.”

Amelia e Richard, que estavam por perto, não entenderam completamente a situação, já que apenas algumas pessoas além de Ella e Eric sabiam sobre Bobby. Mas agora que Bobby havia sido envolvido em um acidente, estava claro que alguém havia vazado informações ou o Grupo Carter havia descoberto algo.

“Estamos indo para o hospital agora,” Eric disse friamente, e Ella o seguiu de perto, seus passos apressados, alimentados por uma determinação feroz de chegar ao hospital o mais rápido possível.

Quando deixaram o aeroporto, Ella notou a suave garoa da chuva e sentiu o frio do ar—já era outono. As ruas estavam movimentadas com pessoas, cada uma correndo pelo seu dia, lutando para sobreviver, enquanto ela dava tudo de si para lutar contra os vilões em sua vida.

Sentada no carro, os olhos de Ella ficaram vermelhos com lágrimas não derramadas. “Eu não esperava que eles descobrissem tão rápido. Eles são quase sobrenaturalmente rápidos!”

O rosto de Eric estava igualmente perturbado. “Não se preocupe. Seu tio está seguro. Eu já enviei pessoas para investigar se houve um vazamento ou se o Grupo Carter conseguiu rastreá-lo.”

Ella acenou com a cabeça, recostando-se no assento, o coração pesado com amargura.

O único filho restante da Vovó Carter agora estava sob seu cuidado, e ela sabia que tinha que protegê-lo a todo custo. Como ela poderia enfrentar a memória de sua avó se falhasse?

Meia hora depois, eles chegaram à ala VIP do Hospital do Povo.

Ella entrou no quarto e imediatamente avistou a figura frágil deitada na cama. Bobby, tendo trabalhado longas horas em canteiros de obras, parecia ainda mais magro e escuro do que antes. Sua esposa, Lila Lee, estava sentada ao lado dele, sua expressão cansada.

No momento em que Lila viu Eric e Ella entrar, ela rapidamente se levantou, seus movimentos tímidos e desajeitados.

Ella colocou os presentes que trouxera sobre a mesa e, com lágrimas nos olhos, acenou para Lila. “Tia… Tio…”
Lila, emocionada, respondeu, “Senhorita Davis…”
Seus olhos também estavam cheios de lágrimas, à medida que as poderosas emoções de conexão familiar começavam a surgir.

A cabeça de Bobby estava envolvida em bandagens brancas, mas apesar de sua condição, seu rosto se iluminou quando viu Ella. “Senhorita Davis…”
“Tio, sou sua sobrinha. Apenas me chame de Ella,” ela disse com um sorriso lacrimoso, avançando e pegando a mão dele na dela, apertando-a gentilmente.

O rosto cansado de Bobby se suavizou com um sorriso caloroso. “Boa criança… eu nunca pensei… que em minha vida, eu finalmente encontraria minha família.”

Ella acenou com a cabeça, seu olhar se desviando para o corpo frágil de seu tio, um brilho afiado de determinação piscando em seus olhos. Agora que a identidade de Bobby como seu tio estava confirmada, o Grupo Carter que se prepare. Eles logo enfrentariam toda a sua ira.

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