Herdeira Real: Casamento Relâmpago com o Tio do Ex-Namorado - Capítulo 336
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336: Seus dedos provocando-a 336: Seus dedos provocando-a “””
Após tantos anos, a neve finalmente caíra em Roma, o que era um evento raro. As ruas normalmente movimentadas agora estavam repletas de gritos alegres e risadas conforme as pessoas abraçavam a maravilha inesperada.
Layla estava entre elas, sua empolgação incontida enquanto esticava as mãos, recolhendo delicados flocos de neve em suas palmas.
Lucius, no entanto, não estava cativado pela neve. Ele estava hipnotizado por ela. A maneira como seu sorriso dentuço se estendia até seus olhos, o jeito como ela ria com puro deleite — era uma visão mais bela do que qualquer maravilha de inverno que ele já tivesse visto.
“Lucius,” Layla chamou, virando-se para ele com um brilho travesso em seus olhos. “Você sabe o que dizem se você assistir a primeira neve com seu amor?”
Lucius ergueu uma sobrancelha, claramente intrigado. “Existe mesmo tal ditado?”
“Sim!” ela exclamou, sua risada ecoando pelo ar. “Dizem que amantes que testemunham a primeira neve permanecem juntos para sempre.”
Lucius observou-a por um momento, seus lábios curvando-se em um raro sorriso genuíno. Flocos de neve grudavam em seu cabelo, suas bochechas levemente rosadas de frio, e ele sentiu uma onda de calor se espalhando pelo peito.
“Então,” ele murmurou com sua voz profunda, enquanto suas mãos deslizavam em torno de sua cintura, puxando-a para perto. “Suponho que estamos ligados para sempre, Layla.”
“Sim,” ela sussurrou, suas mãos repousando em seus braços.
Ele a puxou para mais perto, e ela instintivamente se ergueu na ponta dos pés, mesmo com suas botas de salto alto. Seus hálitos se misturaram no ar gélido enquanto Lucius se inclinava, capturando seus lábios frios e macios em um beijo lento e demorado. O mundo ao redor deles desaparecia — a neve caindo, a risada distante das pessoas — nada mais importava, senão apenas esse momento.
Foi um beijo que nenhum dos dois esqueceria. Quando finalmente se afastaram, um sorriso brincava nos lábios de ambos.
Layla olhava em seus olhos, a felicidade irradiando dela. “Eu te amo, Lucius,” ela disse, com um sorriso luminoso, transmitindo calor.
A expressão de Lucius suavizou enquanto alcançava a parte de trás de sua cabeça, seus dedos se entrelaçando gentilmente em seu cabelo. Fechando os olhos, ele pressionou sua testa contra a dela e sussurrou, “Eu também te amo, Layla.”
Enquanto a neve continuava a cair ao redor deles, ele prometeu silenciosamente, ‘Nós ficaremos juntos para sempre.’
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Chegando em casa, Lucius e Layla apressaram-se escada acima para o seu quarto.
Assim que Layla abriu a porta, Lucius capturou seus lábios em um beijo profundo. Com um movimento ágil, ele fechou a porta com o pé, ainda segurando firmemente as sacolas de compras.
Layla se deixou derreter no beijo por um momento antes de se afastar com um sorriso travesso. “Eu preciso escovar,” ela disse, sem fôlego.
Lucius franziu a testa, claramente desaprovando a desculpa dela. “Sério?”
“Sim.” Layla sorriu, dando-lhe um olhar provocante enquanto recuava. “Primeiro escovemos, e depois…” Ela deixou a frase no ar, seus olhos brilhando em travessura antes de virar e correr para o banheiro.
Lucius suspirou, balançando a cabeça em diversão. “Inacreditável,” ele murmurou, mas um sorriso malicioso surgia em seus lábios enquanto ele a via desaparecer para dentro.
Ele colocou as sacolas de compras na mesa e tirou seu longo casaco, pendurando-o cuidadosamente sobre a cadeira.
Então, caminhando em direção ao armário, ele colocou suas botas dentro e jogou suas meias na cesta de roupa suja antes de arregaçar as mangas, preparando-se para a noite que os esperava.
Lucius entrou no banheiro, encontrando Layla já escovando seus dentes em frente à pia. Sem uma palavra, ele pegou sua escova de dentes e juntou-se a ela.
Layla terminou primeiro, enxaguando a boca antes de lhe lançar um sorriso provocante. Ela bateu levemente no braço dele e saiu, deixando-o terminar.
Um minuto depois, quando Lucius entrou no quarto, seus passos vacilaram por um breve momento. Seu olhar pousou em Layla, que estava deitada na cama vestindo uma camisola preta reveladora que mal chegava à metade da coxa.
O tecido sedoso aderiu à sua forma, acentuando cada curva. Ela estava casualmente navegando pelo celular, aparentemente despreocupada com o efeito que tinha sobre ele.
Lucius exalou lentamente, seu maxilar se tensionando enquanto seus olhos escureciam com desejo não expresso. Jogando a toalha de mão em uma cadeira, ele se aproximou dela como um predador e arrancou o telefone de suas mãos.
“Lucius, isso é—” Layla começou, mas suas palavras foram interrompidas quando ele capturou seus lábios em um beijo ardente e profundo.
Antes que ela pudesse reagir, ele já tinha jogado seu celular de lado, sem se importar onde caía. Seu único foco estava nela — no calor do corpo dela sob seu toque. Sua mão deslizou até sua coxa, dedos traçando padrões delicados contra sua pele macia.
Um gemido abafado escapou dos lábios dela enquanto seu toque mandava uma onda de calor por ela. “Mmmh,” ela suspirou contra sua boca, seu corpo instintivamente se arqueando mais perto.
Lucius tomava seu tempo, provocando os lábios dela com sua língua até que ela os abrisse para ele. No momento em que ela o fez, ele aprofundou o beijo, saboreando-a, reivindicando-a. As mãos de Layla viajavam instintivamente para cima, pelas costas dele, dedos roçando os músculos firmes que tinham se tensionado sob seu toque.
Sua respiração se intensificou enquanto ele a puxava para mais perto, suas mãos agarrando suas coxas com gentileza possessiva. “Layla,” ele murmurou contra seus lábios, sua voz rouca de desejo.
Layla ofegava pesadamente, seu peito subindo e descendo enquanto Lucius finalmente lhe concedia um momento para respirar. Mas a pausa foi breve.
Sem hesitar, ele baixou a cabeça, pressionando um beijo demorado contra a pele macia de sua coxa. Um arrepio percorreu-a, as costas se arqueando enquanto seus beijos leves enviavam ondas de formigamento pelo corpo dela.
“A-ahh!” Layla ofegou, sua voz quebrando em um doce grito quando ele mordeu sua carne sensível. A pontada aguda rapidamente se transformou em prazer enquanto sua língua rastreava o local, aliviando a marca que ele havia deixado.
Um gemido suave escapou dos lábios dela quando a mão dele deslizou entre suas coxas, seus dedos a provocando enquanto buscavam a evidência de seu umedecimento.
Sem deixar de olhar nos olhos dela, ele abaixou mais a cabeça, pronto para tê-la.
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