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Herdeira Real: Casamento Relâmpago com o Tio do Ex-Namorado - Capítulo 279

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  3. Capítulo 279 - 279 Vamos jogar um jogo 279 Vamos jogar um jogo Layla passou
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279: Vamos jogar um jogo 279: Vamos jogar um jogo Layla passou o guardanapo nos lábios, lançando um olhar rápido para Lucius enquanto ele acertava a conta. Uma vez fora do restaurante, eles deslizaram para dentro do carro e começaram a jornada para Roma.

Layla quebrou o silêncio com um tom de curiosidade. “Sobre o que era a ligação? Roderick parecia bastante chateado.”

Lucius exalou profundamente. “O suposto amigo de Rick contratou um gangster para machucá-lo”, ele revelou. “Roger e Aiden intervieram e resolveram as coisas por conta própria, o que não agradou ao Rick.”

As sobrancelhas de Layla se franziram em confusão. “Por que o amigo dele faria algo assim? E por que eles não denunciaram à polícia?”

Lucius olhou para ela. “Nós não envolvemos a polícia nesses tipos de questões. Mesmo que eles intervenham, esses gangsters estão nas ruas novamente em pouco tempo. É mais fácil lidar com eles… do nosso jeito.”

“O jeito da máfia?” Layla questionou, erguendo a sobrancelha.

“Exatamente. Rick odeia isso. Eu entendo o ponto de vista dele, mas ele não compreende completamente a gravidade da situação. A vida dele estava em risco. Eu disse ao Aiden para deter o tal amigo dele até que eu chegue”, Lucius afirmou com firmeza.

“Você vai lidar com isso de maneira brutal, não é?” Layla murmurou, com um tom de desaprovação em sua voz. “Você sabe que Rick não aprova violência.”

Lucius soltou uma risada baixa. “Você não pode convencer gangsters ou a máfia com conversa, Layla. Eles só entendem uma linguagem.”

Layla se aproximou, sua respiração quente contra o ouvido dele, seus lábios quase tocando o lóbulo de sua orelha. “Eu sei”, ela murmurou, abaixando sua voz para um sussurro provocante. “Mas eu posso te convencer.”

Lucius inclinou levemente a cabeça, as sobrancelhas arqueadas enquanto um sorriso surgia em seus lábios. “Aqui? Você está sugerindo—”
“Não”, Layla o interrompeu, recuando com um sorriso travesso. “Sente-se direito.”

Lucius riu, passando a mão pelos cabelos escuros. “Você é a minha morte, esposa. É assim que você vai acordar o meu–” ele não conseguiu terminar enquanto Layla colocava um dedo em seu lábio.

“O motorista também está no carro”, Layla disse em voz baixa antes de recuar o dedo. Ela olhou pela janela depois de se acomodar no seu lugar enquanto Lucius não conseguia conter seu sorriso, então ele lançou um olhar para ela.

~~~~~
“Me solta!” Maxwell gritou, sua voz ecoando pelo bloco de celas vazio enquanto ele batia as mãos contra as barras de ferro frias. O clangor alto reverberava pelo espaço, mas não houve resposta.

Seu peito se movia enquanto ele se virava para encarar os dois gangsters dentro de sua cela, suas expressões constrangidas e tensas. Eles haviam falhado com ele, e sua raiva era palpável.

“Ei, vocês dois!” ele berrou. “Vocês não conseguem fazer nada direito? É tão difícil ser cauteloso?”

Os gangsters trocaram olhares nervosos, mas permaneceram em silêncio. A fúria de Maxwell só aumentava. “E onde diabos está o seu líder?” ele exigiu enquanto se aproximava deles. “Ele me garantiu que não seria pego! Disse que tinha tudo sob controle! Então por que sou eu que estou preso aqui enquanto vocês dois estão sentados aqui como tolos sem pistas?”

Um dos gangsters finalmente limpou a garganta e falou com uma leve hesitação em sua voz. “Não sabemos como estamos sendo pegos. As coisas não saíram como planejávamos.”

“Não saiu como planejado?” Maxwell zombou, seus lábios se curvando em um sorriso de escárnio. “Você acha que isso é uma desculpa? Se ele não me tirar daqui inteiro logo, eu juro que farei todos vocês se arrependerem do dia em que cruzaram comigo!”

Os gangsters estremeceram, mas permaneceram no lugar, incapazes de encarar seu olhar furioso. Maxwell soltou um rosnado frustrado, andando de um lado para o outro em sua cela como um animal enjaulado.

O som fraco de passos ecoou pelo corredor vazio, chamando a atenção de Maxwell e dos dois gangsters.

Todos os três se moveram mais perto das grades, sua antecipação aumentando enquanto dois homens emergiam das sombras. Sem uma palavra, um deles destravou a cela.

Maxwell não perdeu tempo, saindo rapidamente com os gangsters seguindo de perto. Ele sacudiu sua camisa, sua frustração transbordando em raiva. “Se o Pai descobrir que eu estive preso aqui, vocês vão para a prisão de verdade!” ele latiu.

Mas sua bravata vacilou no instante em que seus olhos pousaram em Lucius, que estava no centro do grande salão. A presença imponente de Lucius era amplificada pela facilidade casual com que ele se portava, uma mão enfiada no bolso de seu longo casaco. Seu olhar penetrante atingiu Maxwell, deixando-o sem palavras.

“Chefe”, Aiden falou, quebrando o silêncio tenso. Ele gesticulou em direção a Maxwell. “Ele é o que queria machucar Roderick.”

“Isso não é verdade!” Maxwell exclamou, sua voz tremendo. “Eu—eu só queria…” Suas palavras ficaram presas na garganta enquanto Lucius começava a se mover em sua direção. O pulso de Maxwell acelerou, e ele instintivamente deu um passo para trás, sua coragem esvaindo a cada centímetro que Lucius se aproximava.

Lucius parou a poucos metros de distância, seus olhos penetrantes fixos em Maxwell, que agora estava visivelmente tremendo. “Vamos lá,” Lucius o encorajou em voz baixa e perigosa. “Você só queria… o quê?”

“Tio… É só… eu—eu…” Maxwell gaguejou, sua voz mal audível enquanto o medo tomava conta.

Lucius não lhe deu a chance de terminar. Sua mão disparou, agarrando Maxwell pela gola, puxando-o para mais perto. Lucius levantou uma pistola, pressionando o cano firmemente embaixo do queixo de Maxwell.

“Quer jogar um jogo?” Lucius perguntou, sua voz calma, mas ameaçadora, seus olhos escuros penetrando nos de Maxwell.

Os joelhos de Maxwell quase dobraram. Ele balançou a cabeça freneticamente. “Por favor, me perdoe! Rick me irritou! Ele estava me humilhando, então eu só queria ensinar uma lição a ele! Eu—eu sinto muito. Por favor… Por favor!” Sua voz quebrou, e lágrimas escorreram por seu rosto enquanto ele implorava por misericórdia.

A expressão de Lucius permaneceu gélida. “Perdão?” ele ecoou zombeteiramente, apertando mais a gola de Maxwell. “Você deveria ter pensado em quem estava tentando machucar antes de agir, garoto.” Sua voz ficou mais sombria. “Eu não tenho nenhuma intenção de te perdoar.”

Sem aviso, Lucius agarrou a mão de Maxwell e a forçou em direção à pistola. “Vamos ver se você é corajoso o suficiente para segurá-la”, ele disse friamente, pressionando os dedos trêmulos do jovem em volta da arma.

Maxwell balançou a cabeça violentamente, seu corpo tremendo enquanto ele tentava puxar sua mão para trás. “Não! Por favor, não!” ele gritou, lutando contra o firme controle de Lucius. “Eu não quero! Por favor, Tio! Eu nunca vou fazer nada novamente. Eu juro!”

Lucius inclinou a cabeça, seus lábios se curvando em um sorriso frio. “Juramentos não significam nada para mim”, ele disse calmamente. “Você queria ensinar a Rick uma lição, não é? Agora, vamos ver se você está pronto para enfrentar a sua.”

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